Aniversários da MPB : Marina Lima

Marina LimaMarina Correia Lima (Rio de Janeiro, 17 de setembro de 1955) é uma cantora, compositora e apresentadora brasileira.

O principal letrista parceiro de Marina Lima é o irmão Antônio Cícero, também musicado por outros grandes nomes da MPB.

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Aniversários da MPB : João Donato

Joao DonatoJoão Donato de Oliveira Neto (Rio Branco, 17 de agosto de 1934), mais conhecido apenas como João Donato, é um pianista, acordeonista, arranjador, cantor e compositor brasileiro.

Donato foi amigo de todos os expoentes do movimento “bossanovista”, como João Gilberto, Tom Jobim, Vinícius de Moraes e Johnny Alf, entre outros, mas nunca foi caracterizado unicamente como tal, e sim um músico muito criativo e que promove fusões musicais, de jazz e música latina, entre tantos outros.

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Aniversários da MPB : Lupicínio Rodrigues

Lupicínio RodriguesLupicinio Rodrigues (Porto Alegre, 16 de setembro de 1914 — Porto Alegre, 27 de agosto de 1974) foi um compositor brasileiro.

Lupe, como era chamado desde pequeno, compôs marchinhas de carnaval e sambas-canção, músicas que expressam muito sentimento, principalmente a melancolia por um amor perdido. Foi o inventor do termo dor-de-cotovelo, que se refere à prática de quem crava os cotovelos em um balcão ou mesa de bar, pede um uísque duplo, e chora pela perda da pessoa amada. Constantemente abandonado pelas mulheres, Lupicínio buscou em sua própria vida a inspiração para suas canções, onde a traição e o amor andavam sempre juntos.

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1001 Músicas Para Ouvir … Antes de Morrer, claro !!!

1001 Musicas Para Ouvir Antes de MorrerA editora Sextante está lançando este mês o livro 1001 Músicas para Ouvir Antes de Morrer, do inglês Robert Dimery, mesmo coordenador de 1001 Discos para Ouvir Antes de Morrer, publicado em 2007.

Os brasileiros selecionados são: Jorge Ben Jor (Taj Mahal – de sua autoria); Tom Jobim e Elis Regina (Águas de Março – de Tom Jobim); Os Mutantes (A Minha Menina – também de autoria de Jorge Ben Jor); João Gilberto com Astrud Gilberto e Stan Getz (The Girl from Ipanema – outra de Tom Jobim com Vinicius de Moraes); Sérgio Mendes & Brasil 66 (Mas que Nada – mais uma de Jorge Ben Jor); e Frank Sinatra interpretando Tom Jobim (Corcovado – de novo Tom Jobim).

Cliquem nos nomes das músicas, acima, para ouvirem.

A lista ainda inclui o grupo paulista Cansei de Ser Sexy – CSS que, a nosso ver, não se enquadra como MPB, como também não é nenhuma “obra” que seja imprescindível de ser ouvida “antes de morrer”.

Essa “pequena mancada” do coordenador e realizador do livro demonstra que ele não conhece, ou esqueceu, alguns outros nomes de nossa MPB, como: Ivan Lins; João Bosco; Milton Nascimento; Chico Buarque; Caetano Veloso; Gilberto Gil; Roberto Menescal; Gonzaguinha; Djavan; e tantos outros exemplos de bons compositores e intérpretes.

A nossa lista de grandes talentos é imensa.

Assim, lançamos um desafio e pedimos a colaboração dos leitores para que enviem, através de comentários neste post, nomes de músicas da nossa boa MPB que vocês indicariam para serem ouvidas “antes de morrer”.

Esperamos que a nossa lista, com a ajuda de vocês, alcance o total de 1002 Músicas Brasileiras Para Ouvir Antes de Morrer.

Poderemos ajudar o autor inglês em uma próxima edição.

Participem enquanto vocês ainda estão vivos.

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E, não se esqueçam de comentar.

Samba na Praça Onze… em Tóquio ?

A Praça Onze é uma sub-região da Zona Central da cidade do Rio de Janeiro, cujo nome foi herdado de um antigo logradouro, hoje extinto.

Praca 11 de JunhoA original Praça 11 de Junho (data da Batalha de Riachuelo) existiu por mais de 150 anos até a década de 1940.

No raiar do século XX, a Praça 11 de Junho era o reduto por excelência dos negros cariocas. Das batucadas trazidas pelos negros baianos, misturadas ao lundu do Rio de Janeiro, nasceu o samba. Estudiosos e contemporâneos daqueles tempos são unânimes ao apontar a mítica “Casa da Tia Ciata“, uma bahiana que mudou se para o Rio de Janeiro, e tinha como oficio, cozinhar quitutes. Assim, sua casa ficou famosa na praça, transformando se em ponto de encontro de músicos, e gente do povo. Ali, o ritmo do samba começou a ser moldado.

A “Casa da Tia Ciata” foi o principal local de músicas e ritmos africanos daquela comunidade, de onde saíram sambas históricos e compositores de talento. Em 1926, por perseguições policiais, alguns compositores locais fundaram uma “escola de samba”, nome eufêmico de uma associação recreativa sem ser, na verdade, de fins educacionais.

Mas a Praça Onze que vamos falar hoje, trata-se de um típico restaurante brasileiro na cidade de Tóquio, no Japão, com música ao vivo.

Pesquisando sobre MPB no Japão, encontramos diversos vídeos de apresentações musicais nesse restaurante e selecionamos dois para postar.

O primeiro mostra o violonista e cantor Den interpretando “A Rita”, de Chico Buarque:

No segundo, o grupo Fonte apresenta “Vamos ao Rio”, com direito a um excelente solo de pandeiro, no melhor estilo carioca:

É a lembrança do berço do samba no meio da cidade de Tóquio.

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Samba e Bossa-Nova na Eslovênia !

Ainda não tivemos nenhum acesso de visitantes da Eslovênia.

Porem, recebemos por e-mail do amigo Halley Pinheiro um link do vídeo de uma excelente apresentação.

Trata-se do coral Perpetuum Jazzile cantando junto com o Grupo Vocal BR6 a mundialmente famosa “Aquarela do Brasil”, de Ary Barroso, em uma apresentação no ano de 2008.

Perpetuum Jazzile

 

Perpetuum Jazzile é um coral esloveno que interpreta jazz e música popular. Foi fundada como Gaudeamus Chamber Choir em 1983.

 

 

Grupo BR6

O Grupo Vocal BR6 é um grupo a capella carioca formado por seis cantores – Crismarie Hackenberg (mezzo), Deco Fiori (tenor), Marcelo Caldi (tenor), Augusto Ordine (barítono), Simô (baixo) e Naife Simões (Percussão Vocal). As canções interpretadas pelo grupo, formado por professores, músicos e arranjadores em atividade no Rio de Janeiro, são executadas sem a ajuda de instrumentos.

Assistam o vídeo e se emocionem :

Acredito que o saudoso Ary Barroso nunca imaginou que sua música chegasse a ser interpretada na Eslovênia.

Aproveitamos então e fizemos uma pesquisa por outras apresentações desse excelente coral esloveno.

Vejam a interpretação de “Mas Que Nada”, primeiro grande sucesso de Jorge Ben Jor e uma das canções brasileiras mais conhecidas no exterior:

Agora “Só Danço Samba”, de Vinicius de Moraes / Antônio Carlos Jobim:

E, finalmente por hoje, “Wave”, de Antônio Carlos Jobim, nas versões em inglês e em português:

A qualidade do coral, bem como a do grupo carioca, impressiona.

Parabéns !!!

E então, vocês gostaram ?

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