Então… Voltei !

Passado um bom tempo sem postar, estou voltando hoje.

E, para comemorar, nada melhor do que um grande samba de 1967, composição de Oswaldo Nunes e Celso Castro.

O título da canção é “Voltei”, que arrebentou no Carnaval de 1967 e nos dos anos seguintes.

Oswaldo Nunes foi um craque.

Compositor e intérprete oficial do bloco Bafo de Onça, cujo nome completo é Instituto Cultural e Educacional Bafo de Onça.

Foi também autor de outros grandes sucessos, como: “Oba“, “Ogunhê“, “Na onda do berimbau“, e “Mãe-iê“.

Vamos relembrar e curtir esse grande sucesso na voz de Oswaldo Nunes.

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Mais uma IRACEMA

Depois de algum tempo sem postar, voltamos ao nosso Blog.

Está difícil postar algo de cantores ou compositores que não se alinharam com essa esquerda maldita. Se soubéssemos que o sucesso não era apenas por talento, e sim por “patrocínios” governamentais, já teríamos evitado esses esquerdistas caviar.

Os filhotes da Rouanet estão sendo desmascarados e, por fim, serão boicotados pelo povo conservador.

Então, nos resta postar artistas do passado ou, após pesquisa, cantores e compositores que se dizem e mostram serem conservadores.

Nisso enquadra-se o saudoso Jorge Veiga, que tanto nos abrilhantou com seus sucessos.

Vamos curtir hoje uma canção de 1944, composição de Raul Marques e Otolindo Lopes, com o título de : “Iracema”.

Curta e compartilhe.

Café Soçaite

Café Soçaite - song and lyrics by Jorge Veiga | Spotify

Não se assuste, é assim mesmo que se escreve o nome da música.

Uma composição de Miguel Gustavo, lançada em uma gravação de Jorge Veiga no ano de 1955.

Conforme citado no vídeo do YouTube : “Em seus versos, Miguel Gustavo registra personagens (“Teresas“, “Dolores“, “Didu“), lugares (“Riverside“, “Cabo Frio“) e expressões ( “enchenté“, “champanhota“, “estou acontecendo“) freqüentes nas colunas dos jornalistas Ibrahim Sued e Jacinto de Thormes, também citados”.

A música/samba, de hoje, foi lembrada ao assistir o documentário sobre Ibrahim Sued, produzido brilhantemente por sua filha Isabel Sued (“Ademã – A vida e as notas de Ibrahim Sued“).

Cartaz de Ademã – A Vida e as Notas de Ibrahim Sued — Foto: Acervo/Globo Filmes

Apesar de, no documentário, diversos jornalistas “esquerdistas” tentarem constranger Ibrahim com perguntas sobre a “ditadura militar”, o grande, conservador e sagaz colunista afirmou: sempre foi amigo e apoiou os militares, porém criticando-os em algumas ações erradas e, se fosse candidato, votaria no Gen. João Batista Figueiredo para Presidente. A esquerdalha pirou.

A música que foi um sucesso nos anos 50 voltou a ser regravada por Jorge Veiga junto com Cyro Monteiro, em 1971. Também teve uma interpretação “desastrosa” feita por Maria Bethânia em um show de 1973, provando que não entende nada sobre o que é interpretar um samba.

Enfim, vamos curtir e compartilhar esse belo samba que registra expressões do saudoso Ibrahim Sued.

Ave Maria em Dueto

A canção que postaremos hoje é uma composição de Jaime Redondo e Vicente Paiva, do ano de 1950.

O dueto é compostopor Dalva de Oliveira, que havia sido casada com Herivelto Martins até o ano de 1949, e com o filho do casal, Pery Ribeiro.

A gravação da música pelo dueto ocorreu no ano de 1960.

Vale a pena ouvir, curtir e compartilhar: “Ave Maria” nas vozes de Dalva de Oliveira e Pery Ribeiro.

Revendo “Fina Estampa”

Na falta de novas produções sem lacração, vejo-me revendo antigas séries (novelas) da TV brasileira.

Atualmente estou revendo “Fina Estampa“, que foi apresentada, originalmente, em 2011.

A versão que estou assistindo foi reapresentada em 2020, na época da pandemia.

Além da grande atuação de certos atores, me chamou a atenção algumas pérolas da trilha sonora.

Foi o caso de “Flor Morena“, na bela interpretação de Aline Calixto, composição de Arlindo Cruz e Zeca Pagodinho.

Vale a pena curtir e compartilhar.

É Ladrão Que Não Acaba Mais

Quem ouve pela primeira vez, acha que essa música foi feita nos dias atuais.

Engana-se, esse samba foi feito por Otacílio da Mangueira e Ari do Cavaco, sendo lançado em 1998 por Bezerra da Silva, no álbum Eu Tô De Pé.

Mas, agora, a coisa piorou e tomou proporções gigantescas, com conhecimento mundial.

Na época do lançamento a gente ainda ria e acreditava que era uma fase passageira.

Hoje nos preocupamos, ao ver o Brasil seguindo o mesmo caminho de outros países da América do Sul.

Ouçam “É Ladrão Que Não Acaba Mais” na voz de Bezerra da Silva.

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