A Bossa Nova Baby

Juliana AreiasNascida na cidade de São Paulo, Juliana Areias foi apelidada como  “A Bossa Nova Baby” por Ruy Castro – autor do livro best-seller: “Chega de Saudade – A história e as histórias da Bossa Nova”.

Com mais de um ano de concertos esgotados na Austrália, a cantora brasileira Juliana Areias, moradora em Perth – já é uma referência no cenário musical local e no exterior. Viveu por muitos anos na Europa (Suíça) e Nova Zelândia antes de se mudar para a Austrália.

Sempre trabalhando no circuito de música, sua carreira inclui uma apresentação no Festival de Jazz de Montreau.

Sua voz genuinamente brasileira, carisma envolvente e uma presença de palco muito pessoal são as marcas registradas de seu trabalho.

Vejam o vídeo de Juliana Areias interpretando “Mas que nada”, de Jorge Ben Jor, no The Ellington Jazz Club (em Perth, Austrália), no ano de 2011:

É a Bossa Nova no Continente Australiano.

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Aniversários da MPB : Juca Novaes

Juca NovaesJuca Novaes (29/11/1958 Avaré, SP), nome artístico de José de Araújo Novaes Neto, é um cantor e compositor brasileiro.

Junto com Edu Santana, Maida Novaes e Valéria Caram formou, na década de 1980 o grupo Trovadores Urbanos.

Várias personalidades foram homenageadas com as serenatas do conjunto, como Caetano Veloso, Silvio Caldas, Alaíde Costa, Xuxa, Hebe Camargo, Antônio Fagundes, Eva Wilma, Adriane Galisteu, Cláudia Liz, Daniel, Fábio Junior, Mário Covas, Luiza Erundina, Raí, Hortência, entre outras.

Em 2012, lançou “Goa ao vivo”, CD e DVD gravado no Sesc Vila Mariana, no ano anterior.

Vejam o vídeo de Juca Novaes com Bruna Caram interpretando “Fim de Tarde”, autoria de Juca Novaes e Eduardo Santhana:

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Obrigado pelos 35.000 Acessos !!!

Antes de falar um pouco sobre o nosso Blog, queremos agradecer a todos os visitantes que nos prestigiaram.

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Nosso Blog iniciou, e ainda continua, de forma “amadorística”, sem pretensões de jornalismo ou de formação de opinião. Apenas um espaço onde pudéssemos divulgar um pouco da cultura brasileira, em especial a nossa MPB.

A base inicial de divulgação foi a nossa Bossa Nova, devido a sua enorme aceitação mundial, mas também divulgamos outros grandes estilos musicais brasileiros e diversos artistas, brasileiros e não brasileiros, que interpretam MPB por todo o Mundo.

Não tínhamos a pretensão de ter acesso de 54 países, nem de ter alcançado mais de 8.400 visitantes distintos em pouco mais de 2 anos de existência.

Nossa divulgação se deve aos inúmeros acessos de visitantes que compartilham nosso link, principalmente nas redes sociais. Hoje, graças a essa divulgação, temos visitantes de diversos países que nos acessam diariamente, vendo diversos posts, entre atuais e antigos.

Não somos críticos musicais nem tampouco conhecedores a fundo da MPB. Apenas procuramos postar alguns sucessos que gostamos e que foram, ou são, de gosto de grande parte do público.

Muitos podem nos criticar sobre a forma de postar, da redação fraca e da falta de qualidade jornalística. Voltamos a dizer: somos “amadores”.

 Amadores da MPB e, para nós, isso basta.

Se muitos acham que nos limitamos a “copiar” e “colar”, estão certos.  Nossos posts são feitos através de pesquisas na internet, onde “tudo” já está escrito, as fotos já existem, as letras das músicas já estão publicadas, e os vídeos também. Nosso trabalho é de compilar essas informações e trazer para o post. As fontes que consultamos estão sempre citadas.

Claro que parte do público sente falta de diversos outros estilos musicais brasileiros, ou de diversos outros artistas. Mas, divulgamos aquilo que achamos de bom gosto, ou “aquilo que gostamos”.

Apreciamos quando amigos nos enviam matéria para serem postadas, indicando algum artista ou nova música. Fazemos, então, uma pesquisa sobre o assunto e programamos a publicação.

Esse é o nosso estilo. Esse é o meio que achamos para divulgar a MPB. Pelo número de acessos que temos, parece que está dando certo.

Enfim, é isso. Agradecemos, mais uma vez, pelos 35.000 acessos.

Valeu… Obrigado !!!

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Dicró, Anderson do Molejo e Diogo Nogueira no Samba na Gamboa

A TV Brasil veio atender à antiga aspiração da sociedade brasileira por uma televisão pública nacional, independente e democrática.

Dicró e Anderson do Molejo - com Diogo Nogueira no Samba na GamboaSua finalidade é complementar e ampliar a oferta de conteúdos, oferecendo uma programação de natureza informativa, cultural, artística, científica e formadora da cidadania.

Em sua quarta temporada, o programa Samba na Gamboa, apresentado pelo sambista Diogo Nogueira, é exibido na TV Brasil às terças-feiras, com novos e consagrados artistas da música brasileira.

Vejam o vídeo completo do programa de Dicró, Anderson do Molejo e Diogo Nogueira no Samba na Gamboa :

Segue comentário sobre o vídeo no YouTube : O Samba na Gamboa traz uma boa sessão de gargalhadas… é que os convidados são profissionais do samba e do deboche. Diogo Nogueira canta com o malandro de Ramos Dicró, o algoz das sogras e dos cunhados, e Anderson Leonardo, do grupo Molejo. Destaque para a irreverência nas performances em “Paparico“, “Praia de Ramos“, entre outros sucessos.
Dicró costumava retratar o cotidiano suburbano em suas composições, recheadas de muita ironia e letras de duplo sentido. Sambista de primeira linha, o cantor e compositor morreu em 25 de abril, deixando muitas saudades.

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A bela música de Eliane Elias

Recebemos, pelo Facebook, um link do nosso Amigo de Portugal, o grande Arquiteto Victor Peixoto, em que Eliane Elias interpretava uma canção americana em ritmo de bossa nova (ou brazilian jazz).

Não pudemos deixar de postar alguns momentos dessa grande interprete brasileira.

Eliane Elias (São Paulo, 19 de março de 1960) é uma pianista e cantora brasileira.

Eliane EliasComeçou a tocar piano aos 6 anos de idade. Sua mãe Lucy era uma pianista clássica. Em 1973, aos 13 anos de idade, iniciou seus estudos de piano no Centro Livre de Aprendizagem Musical – CLAM com Amilton Godoy, pianista do Zimbo Trio. Aos dezessete começou a se apresentar tocando suas composições próprias. Após uma turnê em 1981 com Eddie Gomez, foi encorajada a se mudar para Nova Iorque.

Em Nova Iorque, foi convidada a se juntar à banda Steps Ahead, gravando um álbum com eles em 1983. Após sair do grupo, trabalhou com o trompetista Randy Brecker, com o qual se casou.

Eliane gravou inúmeros discos, entre eles um dueto com Herbie Hancock. Após 1989, começou a cantar em suas gravações.

Eliane é agora casada com o baixista Marc Johnson.

Vejam o vídeo de Eliane Elias no Festival de Jazz des Cinq Continents Marseille 2009, interpretando “Fotografia” (Photograph, na versão em inglês):

Agora, em Basel – Suíça, no AVO Session, interpretando “Só Danço Samba”, em 2010:

Um show de interpretação !!!

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Um dos grandes compositores da década de 1980

Entre os diversos compositores e cantores que fizeram sucesso na década de 1980, hoje vamos falar sobre Nico Rezende.

Nico RezendeAntônio Martins Correia Filho (São Paulo, 19 de outubro de 1961) mais conhecido como Nico Rezende, é um cantor e compositor brasileiro.

Iniciou sua carreira tocando em orquestras, com as quais trabalhou em bailes pelo interior do Brasil. Em 1983, Nico se muda para o Rio de Janeiro, onde passa a atuar como tecladista na banda do cantor Ritchie. Mais tarde, assina arranjos para discos de Marina Lima, Gal Costa, Roberto Carlos, Lulu Santos, Beto Guedes, Simone, Zizi Possi, Cazuza, Barão Vermelho, Erasmo Carlos, Kiko Zambianchi e Dalto, entre outros.

Em 1987, grava seu primeiro LP, Nico Rezende, com destaque para sua música “Esquece e vem” (com Paulinho Lima), tema da novela O outro (da Rede Globo).

Em 1986, a música “Transas”, de Nico Rezende e de Paulinho Lima, tecladista e empresário de Ritchie, respectivamente, tornou-se tema da novela Roda de Fogo, da TV Globo. O compacto gravado por Ritchie foi premiado com o Troféu Villa Lobos, por ter sido o mais vendido do ano.

Em 1986 Zizi Possi lançou aquele que foi um dos grandes sucessos, “Perigo“ (outra de Nico Rezende com Paulinho Lima), que integrou a trilha sonora da novela Selva de Pedra (Rede Globo), que a tornou extremamente popular em todo o país.

(um detalhe: o buggy EMIS vermelho, usado na gravação do clipe, era meu)

Ao longo de sua carreira, compôs jingles e trilhas sonoras para cinema e teatro, além de ter assinado a direção musical de shows e espetáculos teatrais.

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