Obrigado pelos 35.000 Acessos !!!

Antes de falar um pouco sobre o nosso Blog, queremos agradecer a todos os visitantes que nos prestigiaram.

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Nosso Blog iniciou, e ainda continua, de forma “amadorística”, sem pretensões de jornalismo ou de formação de opinião. Apenas um espaço onde pudéssemos divulgar um pouco da cultura brasileira, em especial a nossa MPB.

A base inicial de divulgação foi a nossa Bossa Nova, devido a sua enorme aceitação mundial, mas também divulgamos outros grandes estilos musicais brasileiros e diversos artistas, brasileiros e não brasileiros, que interpretam MPB por todo o Mundo.

Não tínhamos a pretensão de ter acesso de 54 países, nem de ter alcançado mais de 8.400 visitantes distintos em pouco mais de 2 anos de existência.

Nossa divulgação se deve aos inúmeros acessos de visitantes que compartilham nosso link, principalmente nas redes sociais. Hoje, graças a essa divulgação, temos visitantes de diversos países que nos acessam diariamente, vendo diversos posts, entre atuais e antigos.

Não somos críticos musicais nem tampouco conhecedores a fundo da MPB. Apenas procuramos postar alguns sucessos que gostamos e que foram, ou são, de gosto de grande parte do público.

Muitos podem nos criticar sobre a forma de postar, da redação fraca e da falta de qualidade jornalística. Voltamos a dizer: somos “amadores”.

 Amadores da MPB e, para nós, isso basta.

Se muitos acham que nos limitamos a “copiar” e “colar”, estão certos.  Nossos posts são feitos através de pesquisas na internet, onde “tudo” já está escrito, as fotos já existem, as letras das músicas já estão publicadas, e os vídeos também. Nosso trabalho é de compilar essas informações e trazer para o post. As fontes que consultamos estão sempre citadas.

Claro que parte do público sente falta de diversos outros estilos musicais brasileiros, ou de diversos outros artistas. Mas, divulgamos aquilo que achamos de bom gosto, ou “aquilo que gostamos”.

Apreciamos quando amigos nos enviam matéria para serem postadas, indicando algum artista ou nova música. Fazemos, então, uma pesquisa sobre o assunto e programamos a publicação.

Esse é o nosso estilo. Esse é o meio que achamos para divulgar a MPB. Pelo número de acessos que temos, parece que está dando certo.

Enfim, é isso. Agradecemos, mais uma vez, pelos 35.000 acessos.

Valeu… Obrigado !!!

The Point Carioca

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Dicró, Anderson do Molejo e Diogo Nogueira no Samba na Gamboa

A TV Brasil veio atender à antiga aspiração da sociedade brasileira por uma televisão pública nacional, independente e democrática.

Dicró e Anderson do Molejo - com Diogo Nogueira no Samba na GamboaSua finalidade é complementar e ampliar a oferta de conteúdos, oferecendo uma programação de natureza informativa, cultural, artística, científica e formadora da cidadania.

Em sua quarta temporada, o programa Samba na Gamboa, apresentado pelo sambista Diogo Nogueira, é exibido na TV Brasil às terças-feiras, com novos e consagrados artistas da música brasileira.

Vejam o vídeo completo do programa de Dicró, Anderson do Molejo e Diogo Nogueira no Samba na Gamboa :

Segue comentário sobre o vídeo no YouTube : O Samba na Gamboa traz uma boa sessão de gargalhadas… é que os convidados são profissionais do samba e do deboche. Diogo Nogueira canta com o malandro de Ramos Dicró, o algoz das sogras e dos cunhados, e Anderson Leonardo, do grupo Molejo. Destaque para a irreverência nas performances em “Paparico“, “Praia de Ramos“, entre outros sucessos.
Dicró costumava retratar o cotidiano suburbano em suas composições, recheadas de muita ironia e letras de duplo sentido. Sambista de primeira linha, o cantor e compositor morreu em 25 de abril, deixando muitas saudades.

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A bela música de Eliane Elias

Recebemos, pelo Facebook, um link do nosso Amigo de Portugal, o grande Arquiteto Victor Peixoto, em que Eliane Elias interpretava uma canção americana em ritmo de bossa nova (ou brazilian jazz).

Não pudemos deixar de postar alguns momentos dessa grande interprete brasileira.

Eliane Elias (São Paulo, 19 de março de 1960) é uma pianista e cantora brasileira.

Eliane EliasComeçou a tocar piano aos 6 anos de idade. Sua mãe Lucy era uma pianista clássica. Em 1973, aos 13 anos de idade, iniciou seus estudos de piano no Centro Livre de Aprendizagem Musical – CLAM com Amilton Godoy, pianista do Zimbo Trio. Aos dezessete começou a se apresentar tocando suas composições próprias. Após uma turnê em 1981 com Eddie Gomez, foi encorajada a se mudar para Nova Iorque.

Em Nova Iorque, foi convidada a se juntar à banda Steps Ahead, gravando um álbum com eles em 1983. Após sair do grupo, trabalhou com o trompetista Randy Brecker, com o qual se casou.

Eliane gravou inúmeros discos, entre eles um dueto com Herbie Hancock. Após 1989, começou a cantar em suas gravações.

Eliane é agora casada com o baixista Marc Johnson.

Vejam o vídeo de Eliane Elias no Festival de Jazz des Cinq Continents Marseille 2009, interpretando “Fotografia” (Photograph, na versão em inglês):

Agora, em Basel – Suíça, no AVO Session, interpretando “Só Danço Samba”, em 2010:

Um show de interpretação !!!

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Um dos grandes compositores da década de 1980

Entre os diversos compositores e cantores que fizeram sucesso na década de 1980, hoje vamos falar sobre Nico Rezende.

Nico RezendeAntônio Martins Correia Filho (São Paulo, 19 de outubro de 1961) mais conhecido como Nico Rezende, é um cantor e compositor brasileiro.

Iniciou sua carreira tocando em orquestras, com as quais trabalhou em bailes pelo interior do Brasil. Em 1983, Nico se muda para o Rio de Janeiro, onde passa a atuar como tecladista na banda do cantor Ritchie. Mais tarde, assina arranjos para discos de Marina Lima, Gal Costa, Roberto Carlos, Lulu Santos, Beto Guedes, Simone, Zizi Possi, Cazuza, Barão Vermelho, Erasmo Carlos, Kiko Zambianchi e Dalto, entre outros.

Em 1987, grava seu primeiro LP, Nico Rezende, com destaque para sua música “Esquece e vem” (com Paulinho Lima), tema da novela O outro (da Rede Globo).

Em 1986, a música “Transas”, de Nico Rezende e de Paulinho Lima, tecladista e empresário de Ritchie, respectivamente, tornou-se tema da novela Roda de Fogo, da TV Globo. O compacto gravado por Ritchie foi premiado com o Troféu Villa Lobos, por ter sido o mais vendido do ano.

Em 1986 Zizi Possi lançou aquele que foi um dos grandes sucessos, “Perigo“ (outra de Nico Rezende com Paulinho Lima), que integrou a trilha sonora da novela Selva de Pedra (Rede Globo), que a tornou extremamente popular em todo o país.

(um detalhe: o buggy EMIS vermelho, usado na gravação do clipe, era meu)

Ao longo de sua carreira, compôs jingles e trilhas sonoras para cinema e teatro, além de ter assinado a direção musical de shows e espetáculos teatrais.

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Letras das Músicas:

Fontes:

Aniversários da MPB : Zé Rodrix

No dia de hoje o nosso saudoso Zé Rodrix completaria 65 anos.

Zé RodrixZe Rodrix, nome artístico de José Rodrigues Trindade, (Rio de Janeiro, 25 de novembro de 1947 — São Paulo, 22 de maio de 2009) foi um compositor, multi-instrumentista, cantor, publicitário e escritor brasileiro.

Na década de 1970, participou da banda Som Imaginário com Wagner Tiso, Robertinho Silva, Tavito, Luís Alves e Laudir de Oliveira, tocando ao vivo com Milton Nascimento e participado do LP de estreia da banda.

Desligando-se da banda em 1971, venceu o Festival da Canção de Juiz de Fora, junto a Tavito, com a canção “Casa no campo“, uma de suas composições mais famosas, que se tornaria um grande sucesso na voz de Elis Regina, e cujo trecho da letra (“compor rocks rurais”) batizou o estilo de música conhecido como rock rural, com influências regionalistas, tropicalistas, folk, country e rock, tocada pelo trio do qual faria parte logo em seguida, com Luiz Carlos Sá e Guttemberg Guarabyra (Sá, Rodrix e Guarabyra).

Sa Rodrix e Guarabira - Passado Presente e FuturoNessa época, compôs músicas como “Mestre Jonas” (em parceria com Sá e Guarabyra), “Ama teu vizinho” (com Luiz Carlos Sá), “Blue Riviera” (com Sá e Guarabyra), “O pó da estrada” (com Sá e Guarabyra), “Os anos 1960”, “Pendurado no vapor” (com Sá e Guarabyra), “Primeira canção da Estrada” (com Luiz Carlos Sá), dentre várias outras”, além de um famoso jingle criado pelo trio, por encomenda da J. W. Thompson, para a Pepsi, notabilizado pelo verso: “só tem amor quem tem amor pra dar“.

Relembrem o sucesso “Primeira Canção da Estrada“, do LP “Passado, Presente, Futuro” (1972):

Zé Rodrix saiu do trio em 1973, para seguir em carreira solo e participações especiais em gravações de artistas diversos.

Morreu às 0h45 minutos do dia 22 de maio de 2009, após sentir-se mal e ser levado ao Hospital das Clínicas, em São Paulo, cidade onde residia. Foi casado com a atriz Norma Blum e com a ex-Frenéticas Edyr de Castro. Estava casado com a escritora e produtora Julia Rodrix. Teve seis filhos: Mayana, Joy, Mariana, Rafael, Antonio e Barbara.

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Letra da Música:

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O Almirante Negro

João Cândido Felisberto, também conhecido como “Almirante negro” (Encruzilhada do Sul, 24 de junho de 1880 — Rio de Janeiro, 6 de dezembro de 1969) foi um militar brasileiro da Marinha de Guerra do Brasil, líder da Revolta da Chibata (1910).

Joao CandidoO uso da chibata como castigo na Marinha brasileira já havia sido abolido em um dos primeiros atos do regime republicano, o decreto número 3, de 16 de Novembro de 1889, assinado pelo então presidente marechal Deodoro da Fonseca. Todavia, o castigo cruel continuava de fato a ser aplicado, a critério dos oficiais da Marinha de Guerra do Brasil. Num contingente de 90% de negros e mulatos, centenas de marujos continuavam a ter seus corpos retalhados pela chibata, como no tempo da escravidão. Entre os marinheiros, insatisfeitos com os baixos soldos, com a má alimentação e, principalmente, com os degradantes castigos corporais, crescia o clima de tensão.

No dia 22 de novembro de 1910, João Cândido, ao assumir, por indicação dos demais líderes, o comando do Minas Gerais e de toda a esquadra revoltada, controla o motim, faz cessar as mortes, e envia radiogramas pleiteando a abolição dos castigos corporais na Marinha de Guerra brasileira. Foi designado à época, pela imprensa, como Almirante Negro. Por quatro dias, os navios de guerra Minas Gerais, São Paulo, Bahia e Deodoro apontaram os seus canhões para a Capital Federal. No ultimato dirigido ao Presidente Hermes da Fonseca, os revoltosos declararam: “Nós, marinheiros, cidadãos brasileiros e republicanos, não podemos mais suportar a escravidão na Marinha brasileira“.

Chico Buarque e Joao BoscoJoão Cândido foi expulso da Marinha, sob a falsa acusação de ter favorecido os fuzileiros rebeldes amotinados na Ilha das Cobras, em um segundo levante, que ele não havia participado.

A sua memória foi resgatada jornalisticamente a partir de 1959, com o lançamento do célebre livro “A Revolta da Chibata” de Edmar Morel; musicalmente na década de 1970 pelos compositores João Bosco e Aldir Blanc, no samba “O Mestre Sala dos Mares“; historiograficamente a partir de 1985, com o Livro “A Revolta dos Marinheiros – 1910”, do vice-almirante e historiador naval Hélio Leôncio Martins; cinematograficamente a partir de 2003, ano em que o curta-metragem de resgate de época, “Memórias da Chibata”, foi contemplado em edital do Ministério da Cultura com verba para produção.

Vejam o vídeo extraído do DVD “João Bosco – 40 anos depois“, com João Bosco e Chico Buarque interpretando a música:

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Letra da Música:

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