Marjorie Estiano(nascida Marjorie Dias de Oliveira; Curitiba, 8 de março de 1982) é uma atriz, cantora e apresentadora brasileira. Seu primeiro papel foi como Natasha no seriado Malhação, da Rede Globo. Na mesma emissora, protagonizou as telenovelas Duas Caras, A Vida da Gente e Lado a Lado, e teve grande destaque em Páginas da Vida e Caminho das Índias, sendo elogiada, premiada ou indicada a prêmios pela maioria de suas interpretações.
Seus maiores sucessos como cantora foram “Você Sempre Será“, “Por Mais que Eu Tente“, “Espirais” e “Tatuagem“.
Vejam o clipe de “Tatuagem“, composição de André Aquino / Rita Lee / Lancaster :
Rosana Fiengo, popularmente conhecida por Rosana e, posteriormente, como Rosanah Fienngo, (São Paulo, 7 de março de 1954) é uma cantora brasileira.
O maior sucesso ocorreu em 1987, com a canção “O Amor e o Poder“, que fez parte da trilha de Mandala (1987). Versão da música “The Power of Love“, a faixa ficou por várias semanas consecutivas em primeiro lugar nas paradas de sucesso. O disco Coração Selvagem, que continha esta canção, vendeu mais de um milhão de cópias, rendendo à cantora vários troféus e homenagens. Em 1988, foi indicada ao Troféu Imprensa nas categorias de Melhor Cantora de 1987 e Melhor Música do mesmo ano. Também foi indicada a este prêmio nas categorias de Melhor Cantora de 1988 e Melhor Cantora de 1989.
Relembrem “O Amor e o Poder“, versão de Claudio Rabello :
Elizabeth Santos Leal de Carvalho, mais conhecida como Beth Carvalho (Rio de Janeiro, 5 de maio de 1946), é uma cantora e compositora brasileira de samba. Desde que começou a fazer sucesso, na década de 1970, Beth se tornou uma das maiores intérpretes do gênero, ajudando a revelar nomes como Luiz Carlos da Vila, Jorge Aragão, Zeca Pagodinho, Almir Guineto, o grupo Fundo de Quintal e Arlindo Cruz.
A carreira de Beth Carvalho se originou na Bossa Nova.
Em 1965, gravou o seu primeiro compacto simples com a música “Por quem morreu de amor”, de Menescal e Bôscoli.
Em 1966, já envolvida com o samba, participou do show “A Hora e a Vez do Samba”, ao lado de Nelson Sargento e Noca da Portela.
Vieram os festivais e Beth participou de quase todos: Festival Internacional da Canção (FIC), Festival Universitário, Brasil Canta no Rio, entre outros.
No FIC de 1968, conquistou o 3º lugar com “Andança”, de Edmundo Souto, Paulinho Tapajós e Danilo Caymmi, e ficou conhecida em todo o país.
A partir de 1973, passou a lançar um disco por ano e se tornou sucesso de vendas, emplacando vários sucessos como “1.800 Colinas”, “Saco de Feijão”, “Olho por Olho”, “Coisinha do Pai”, “Firme e Forte” e “Vou Festejar”.
Em 1997, viu a música “Coisinha do Pai”, grande sucesso de seu repertório, ser tocada no espaço sideral, quando a engenheira brasileira da NASA Jacqueline Lyra, programou para ‘acordar’ o robô em Marte.
Relembrem “Vou Festejar”, com Beth Carvalho e o grupo Fundo de Quintal, composição de Dida / Jorge Aragão :
Nosso post de hoje vai endereçado aos músicos Baixistas brasileiros.
Entre os diversos grandes Baixistas existentes, escolhemos Arthur Maia para ilustrar nosso post.
Arthur Maia (Rio de Janeiro, 9 de Abril de 1963) é um músico brasileiro.
Iniciou a carreira tocando bateria, até ganhar um baixo elétrico, aos dezessete anos.
É sobrinho do baixista Luizão Maia, com quem aprendeu as primeiras técnicas no baixo, e de quem herdou a peculiar sensibilidade que desenvolveu neste instrumento, antes conhecido por sua limitação, mas que teve a partir de Arthur uma nova releitura, passando a ser usado por ele como instrumento não apenas de acompanhamento, mas também de belíssimos solos.
Arthur Maia iniciou também uma nova reaplicação do baixo fretless (sem trastes), que o torna frequentemente solicitado por artistas brasileiros e estrangeiros.
Em 1990 gravou seu primeiro disco solo, que ganhou o Prêmio Sharp.
Participou dos principais festivais internacionais tais como o New York Jazz Festival, o Festival de Jazz de Paris, o Montreux Jazz Festival, o Lugano Jazz, o Free Jazz Festival e o Heineken Concerts (Brasil), entre vários outros.
Seu trabalho mescla influências do jazz, funk, samba, swing e reggae.
O vídeo abaixo foi extraído do Instrumental SESC Brasil da época do lançamento do CD Planeta Música, em 2003.
Participaram : Arthur Maia – baixo e voz; Fernando Caneca – guitarra; Marcos Kinder – bateria; Rafael Castilhol – teclados; Marcelo Martins – saxofones e flauta.
Vejam Arthur Maia interpretando a música “Jú”, feita pra sua filha, com introdução de “Hey Jude” dos The Beatles:
Faltando 1.250 dias para o início dos Jogos Olímpicos na Cidade do Rio de Janeiro, vamos publicar esse samba que fala sobre o encantamento dos Deuses do Olimpo quando chegaram ao Rio.
A música chama-se “Os Deuses do Olimpo Visitam o Rio de Janeiro”
de Arlindo Cruz, Arlindo Neto e Rogê.
No clipe participaram, em ordem de aparição: APOLO – Rodrigo Santoro; POSEIDON – Hélio de la Peña; HERMES – Rene Silva; DIONÍSIO – Ernesto Neto; AFRODITE – Carolina Dieckmann; HERA – Fernanda Montenegro
ATENA – Nélida Piñon; HÉRCULES – Roque Luis dos Santos Ferreira; ARTEMIS – Regina Casé; ARES e HEFESTO – Nelson Sargento e Adílio; ZEUS – Martinho da Vila.
Voz: Arlindo Cruz, Zeca Pagodinho, Ed Motta, Mart’nalia, Thalma de Freitas, Diogo Nogueira, Mr. Catra.
Coro: Velha Guarda do Império Serrano, Velha Guarda Musical de Vila Isabel, Pedro Luis, Sandra de Sá, Zélia Duncan, Toni Garrido, Fundo de Quintal, Gabriel Moura, Rogê, Roberta Sá, Mu Chebabi, Jorge Aragão, Ronaldo Bastos, Danilo (Forfun), Marcelinho Moreira, Nina Becker, Buchecha, João Cavalcanti.