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Valeu pessoal.
Obrigado !!!
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“Balanço Zona Sul” é uma canção de Tito Madi gravada por Wilson Simonal no seu álbum de estréia, Tem “Algo Mais”, com arranjos de Lyrio Panicali e lançada em novembro de 1963 pela EMI-Odeon, antes mesmo de ser lançada pelo seu compositor no álbum De Amor se Fala, de 1964.
A canção tornou-se um clássico da bossa nova sendo gravada por diversos intérpretes, como Sandra de Sá, Wilson Simoninha e Miele. O próprio Wilson Simonal viria a regravar a música em 1965, para seu disco S’imbora, com arranjos de Érlon Chaves; e em 1968 junto com o grupo que o acompanhava, o Som Três (formado por César Camargo Mariano no piano, Toninho na bateria e Sabá no contra-baixo), no álbum Som Três Show, com arranjos de César Camargo Mariano.
O vídeo abaixo mostra Simoninha, junto com a banda Bossa Cuca Nova, interpretando o sucesso em um arranjo “Funk Soul”, coisa de carioca.
Wilson Simonal Pugliesi de Castro, mais conhecido como Wilson Simoninha (Rio de Janeiro, 06 de abril de 1964), é um cantor brasileiro, filho primogênito do também cantor Wilson Simonal.
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É sempre bom ouvir e recordar esse grande sucesso.
Wave (também chamada de “Vou te Contar“) é a primeira música de um álbum de mesmo nome de 1967, composta por Antônio Carlos Jobim.
Já foi interpretada por diversos artistas, tais como Elis Regina, Gal Costa, Frank Sinatra, João Gilberto, Ella Fitzgerald e Oscar Peterson.
A canção foi apontada pela edição brasileira da revista Rolling Stone como a 73ª melhor canção brasileira.
Imaginem as demais dessa lista.
O vídeo abaixo mostra a gravação de João Gilberto, em seu álbum Amoroso, do ano de 1977.
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A nossa lista de países visitantes agora conta com 72 Países.
Trata-se das Bahamas, que na data de hoje acessou nosso Blog.
Não encontramos pelo Youtube algum interprete deste país interpretando Bossa Nova, entretanto achamos esse grupo The Bahama Soul Club que gravou um álbum. no ano de 2010, com o titulo de “Bossa Nova Just Smells Funky“.
O álbum inclui uma música chamada “Bossa Corcovado”, que você pode ouvir no vídeo abaixo.
Obrigado Bahamas !!!
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A nossa história de hoje foi copiada da página do Facebook do próprio Ivan Lins.
A música se chama “Bilhete”, composta em parceria com Vitor Martins.
Amigos,
“Bilhete” foi composta em dezembro de 1979, em Teresópolis, em nossa ex-casa, no Ingá.
Eu e meu letrista e amigo Vitor já estávamos tentando fazer uma canção fazia dias e nada.
O clima começou a ficar desagradável. Começamos a nos estranhar.
Eis que nossa empregada, Dona Carmelita, reparando a situação, veio a nós e nos recomendou uma rezadeira que ela conhecia, chamada (pasmem) Madalena.
Fomos lá. Era numa pequena favela (hoje grande), no Caxangá. Subimos e chegamos à casinha dela. Dona Madalena era uma senhora branca, tipo nórdica, cabelos desgrenhados e simpática. Dona Carmelita explicou a ela que nós precisávamos de uns passes.
Aí ela foi para um canto e se concentrou e de repente estremeceu toda e recebeu uma entidade. Pegou um caderno e começou a escrever rabiscos nervosos, páginas e páginas, numa velocidade incrível, quando acabou, voltou para o canto, estremeceu de novo e voltou ao que era, e passou a traduzir a rabiscada toda: MAL OLHADO, INVEJA BRABA.
Virou-se para Vitor e disse pra ele acender uma vela numa pedra na beira de um rio e dedicar a uma entidade tal. Virou-se para mim também e disse para eu acender uma vela num descampado e dedicar a uma outra entidade. Já eram umas 20h da noite. Saímos de lá e Vitor logo achou o rio e acendeu a sua vela. Demorei a achar um descampado. Peguei minha vela, acendi e vi que não tinha pavio. Saímos atrás de outra vela, era domingo, tudo fechado. Acabei ganhando uma vela numa padaria.
Voltei ao descampado e acendi, dedicando a tal entidade. Voltamos para casa.
Dia seguinte, à tarde, minha sobrinha Heliane atende a um telefonema e vem me chamar dizendo que era um tal de Bíblia ou coisa parecida. Atendi e era o Quincy Jones, dizendo maravilhas de minhas músicas e nos convidando para Los Angeles, para saber o que ele estava preparando para nossas canções.
Minha carreira internacional começou ali.
Claro que no dia seguinte já estávamos inspiradíssimos e a primeira que saiu foi “Bilhete”.
Fiquei meio assustado com o tema, dizendo pra mim mesmo que nunca gostaria de cantar aquilo.
A inspiração não ficou só nisso. Fizemos mais umas 3 canções, entre elas “Atrevida”, que Simone e Isabella Taviani gravaram.
Canções femininas. Acho que a entidade do Vitor era uma mulher.
Gravei “Bilhete” no disco “Novo Tempo” de 1980. Ano seguinte Fafá de Belém grava e estoura a música nas paradas, com um arranjo belíssimo de César Camargo Mariano.
Dois anos depois ganhei meu “Bilhete”. O que eu temia aconteceu.
Fazer o quê?
Beijos,Ivan
Agora vejam e curtam a bela interpretação de Ivan Lins e banda.
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Já postamos aqui outras interpretações deste famoso sucesso de Dorival Caymmi, “Marina”.
Mas essa grande interpretação de Alessandra Freire, em seu DVD – Todas as Mulheres da Música, e’ bem interessante.
A gravação de Caymmi, do ano de 1947, ganha ares jazzísticos.
Uma pequena mostra de que a MPB se adapta a qualquer gênero musical. Uma “coisa” meio rock, meio bossa nova.
Alessandra Freire, de Ribeirão Preto – SP, começou sua carreira cantando e interpretando músicas de artistas consagrados da MPB.
Vejam e comprovem :
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