Nosso Amigo e Seguidor, Virgílio Gaspar, enviou mais uma “Dica” para nossos posts.
“Dóris Monteiro.
Uma das mais talentosas cantoras do Brasil.
Em 1951, e estudante do Colégio D.Pedro II, foi convidada para cantar na rádio Guanabara. Na rádio Tupi, ficou durante oito anos. Também cantou na boate do Copacabana Palace Hotel. Fez sua primeira gravação, “Se você se importasse”, em 78rpm. Em 1952, estreou na carreira como atriz no filme “Tudo é Música” (diretor Luiz de Barros). Neste ano, também foi eleita Rainha dos Cadetes e gravou Fecho meus olhos, vejo você, de José Maria de Abreu. Com carisma e uma bela plástica, Dóris chamava muita atenção. Em 1953, por sua excelente atuação no filme “Agulha no Palheiro” foi homenageada com o Prêmio de Melhor Atriz. Em 1954 gravou seu primeiro longplay- Vento soprando – pela gravadora Continental. Continha algumas músicas que se destacaram como: Graças a Deus (Fernando César) e Joga a rede no mar (Fernando César/Nazareno de Brito). Foi uma das estrelas da TV Tupi em 1955, apresentando um programa que levava seu nome. Em 1956 grava Mocinho Bonito, de Billy Blanco – uma das músicas mais marcantes do seu repertório. Eleita Rainha do Rádio.
Seu estilo musical, voltado para samba-canções e músicas românticas, foi alterado com a chegada da Bossa Nova. Dóris se identificou plenamente com o movimento musical e o gênero encontrou na cantora uma de suas maiores intérpretes.
Em 1976, Dóris foi tema do especial “Documento” da Rede Bandeirantes. Além de entrevistada, cantou três sucessos: “Dó-Ré-Mi”, “Mocinho Bonito” e “Palhaçada”…”
Vejam o vídeo com parte desse Documentário:
Virgílio também indicou uma de suas músicas preferidas, “De Conversa em Conversa”, que você pode ver em nossa postagem de 05/05/2015: “Um Dueto do tempo da Bossa Nova”.
Obrigado, mais uma vez, Virgílio.
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