História da Música: “Me Chama”

Lobão O grande sucesso dos anos 80, composto por Lobão, estourou na gravação de Marina Lima e, posteriormente, no lançamento do autor em sua carreira solo.

No final da década de 70, Lobão era o baterista da banda Vimana, junto com Lulu Santos e Ritchie. Depois do final da banda, continuou atuando como baterista para outros artistas, como Luiz Melodia e Marina Lima. Fundou, junto com Evandro Mesquita e Fernanda Abreu, a banda Blitz, mas sua participação no grupo foi por pouco tempo.

Depois disso, forma a banda Lobão e os Ronaldos, que tinha como tecladista Alice Pink Pank, sua namorada holandesa.

Pouco depois, sua mãe faleceu e Lobão resolve viajar com Alice para a Holanda, afim de visitar seus familiares. Mas, infelizmente, durante sua estada na Holanda, o pai de Alice falece também e a tecladista resolve ficar de vez na sua terra. Lobão retorna sozinho ao Brasil, mais triste do que estava antes de partir.

Duro, sem dinheiro e sem namorada, Lobão passava o dia se alimentando de mortadela. A energia de sua casa estava cortada, por falta de pagamento, assim como a linha telefônica (seu telefone, cortado, apenas recebia ligações). E a saudade de Alice era forte.

Era inicio do inverno e em uma noite de chuva, sem luz e sem telefone, Lobão pega o violão e começa a compor: “Chove lá fora / E aqui tá tanto frio / Me dá vontade de saber / Aonde está você? / Me telefona / Me chama! Me chama!
Me chama!”
… E, em outros versos: “Nem sempre se vê! / Lágrima no escuro / Lágrima no escuro / Lágrima!”

E assim foi criada essa grande balada que, a principio, o autor não gostou.

A música, então, foi oferecida para Marina Lima que gostou e gravou, só que com uma interpretação romântica, acompanhada por Lobão na bateria.

Logo depois, Lobão incluiu o sucesso no álbum Ronaldo Foi pra Guerra, da banda Lobão e os Ronaldos, lançado em julho de 1984, com a interpretação desejada pelo autor, uma rock-balada cantada aos gritos.

Convenhamos: se a luz e o telefone da casa de Lobão estivesse funcionando, ficaríamos sem essa bela canção.

Esse hit foi o mais executado na década de 80.

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Do tempo de Jorge Ben

Jorge Ben Esse é um vídeo que faz um grande sucesso no YouTube.

É um programa da TV Espanhola, do ano de 1975, que apresenta Jorge Ben (naquele tempo ele ainda não havia alterado o nome para Jorge Ben Jor).

Jorge Ben, e sua banda, apresentam um medley de suas composições: “Por Causa de Você, Menina / Chove Chuva / Mas Que Nada”.

Os músicos que acompanharam Jorge Ben, e ainda o acompanham até os dias de hoje, são: Gustavo (bateria), Dadí (baixo), Joãozinho (percussão), e João Bum (piano).

Vale a pena recordar e curtir.

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Mais um Visitante estrangeiro

Maldivas Bem, durante o Carnaval no Brasil, no dia 10 de Fevereiro deste ano, tivemos o primeiro acesso de um visitante de Maldivas.

Com isso, nossa lista passa a ter 106 Diferentes Países Visitantes.

Obrigado ao novo visitante, esperamos por mais acessos.

Aproveitamos para lembrar que: devido ao término do Horário de Verão Brasileiro, a diferença de horário entre Rio de Janeiro e Dublin passa a ser de 3 horas.

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Finalmente 2018 !!!

Festival Agora sim, passado o Carnaval, podemos dizer que o ano de 2018 começou no Brasil.

Ou seria quase isso…

Ainda teremos as comemorações dos resultados dos desfiles das escolas de samba, o desfile das campeãs e um Domingo para curtir o final do Horário de Verão.

Pena que, já de início, podemos ver que tudo continua como antes, ou pior…

Os desfiles das escolas de samba mostraram na avenida a triste realidade da corrupção no Brasil. Muitas, reclamando da redução da verba governamental destinada a elas. Será que isso seria o motivo de tanta reclamação?

Enfim, fica difícil comemorar o atual estado de abandono em que se encontra o nosso amado país.

Mas, navegando pelo FaceBook, encontrei na página de uma amiga uma bela canção que fala sobre essa nossa triste realidade.

A canção chama-se “A Ordem do Inverso”, de Juliana Franco, e foi defendida e interpretada por Rosana Batista no Festival de Música Popular Paraense de 2017.

Será que estamos voltando ao tempo dos “bons festivais”?

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Uma previsão feita há 22 anos

Wilson das Neves O post de hoje é com um samba, feito e lançado no ano de 1996.

Os autores são: Wilson das Neves e Paulo Cesar Pinheiro.

O nome do samba: “O Dia Que O Morro Descer E Não For Carnaval”.

Gravado no álbum O Som Sagrado de Wilson das Neves.

Ouvindo a letra você vai verificar que, feita há 22 anos, os fatos narrados são previsões do que acontece nos dias de hoje, na nossa grande Cidade Maravilhosa.

Os autores, provavelmente, já naquela época, observaram o descaso das autoridades nas áreas de segurança e educação, que, certamente, levaram ao caos e a violência dos dias atuais.

O samba é muito bom, pena que retrata uma infeliz realidade.

Vamos curtir.

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