Essa é mais uma bela apresentação do grupo Breeze.
Já tivemos outras postagens desse grupo romeno e hoje vamos curtir “Onde Anda Meu Amor”, em uma versão de Bossa Nova.
O sucesso foi lançado no primeiro álbum de Orlandivo em 1962, com o título A Chave do Sucesso. O gostoso sambalanço foi feito em parceria com o compositor Roberto Jorge.
Vamos curtir e compartilhar essa interpretação de Breeze.
Quem diria, ouvir e curtir Orlandivo em um bar na Romênia.
Orlandivo usava nas capas de seus álbuns o nome de Orlann Divo.
A canção de hoje foi lançada em 1971 pelo seu compositor/cantor Marcio Greyck em seu álbum Corpo e Alma.
Na época foi considerada como “brega” ou “romântica”.
Vendeu mais de 500.000 cópias, um fenômeno de vendas.
Ficou na “parada de sucessos” por 6 meses seguidos e, posteriormente, foi regravada por diversos cantores, entre eles: Fábio Júnior, Rita Ribeiro, Verônica Sabino, Wilson Simonal, Rosana, e Toni Platão.
Também já fez parte em trilhas sonoras de alguns filmes e, recentemente, de uma novela.
Hoje vamos ver a gravação de Mariene de Castro interpretando o sucesso em ritmo de samba.
“Impossível Acreditar Que Perdi Você”
Faixa do álbum Colheita, de Mariene de Castro, lançado em 2014.
Uma canção composta por Roberto Carlos e Erasmo Carlos, lançada em um compacto simples no ano de 1969 por Erasmo Carlos.
Chegou a fazer parte da trilha sonora da novela Beto Rockfeller, exibida pela extinta TV Tupi, no ano de 1969.
Teve uma versão em italiano gravada por Ornella Vanoni e, posteriormente, regravada por Andrea Bocelli junto com Roberto Carlos.
Júlio Iglesias também gravou o sucesso no ano de 1970.
Agora, no ano de 2013, Lulu Santos, em seu álbum Lulu Canta & Toca Roberto e Erasmo, regrava o hit com uma nova roupagem.
“Sentado à Beira do Caminho“.
Controverso, a gravação agradou a uns e desagradou a outros.
Como história da música, podemos citar: o refrão “Preciso acabar logo com isto, preciso lembrar que eu existo“, segundo uma entrevista de Erasmo Carlos, foi criação de Roberto Carlos, após uma madrugada inteira atrás das “palavras certas”, e que surgiu após um breve cochilo (fonte Wikipédia).
Cabe a você ouvir, curtir e opinar.
A composição foi “inspirada” na canção “Honey (I miss you)” de Bobby Russell, interpretada por Bobby Goldsboro, do ano de 1968. (ouça aqui)
Esse “rock” foi gravado pelo grupo The Fevers no ano de 1980.
Trata-se de “Ninguém Se Esqueceu” (música incidental: “Help”, de John Lennon e Paul McCartney), composta pela famosa dupla Marcos Valle e Paulo Sérgio Valle.
Um rock simples e gostoso, na bela interpretação do conjunto The Fevers.
Vale a pena ouvir, curtir e compartilhar.
Mais uma prova da influencia dos The Beatles no rock nacional.
Já postamos uma outra canção feita com o nome de “Cristina”, composta por Tim Maia e Carlos Imperial e que foi lançada no álbum “Tim Maia”, de 1970.
Mas, como dissemos naquele post, Tibério Gaspar, em 1979, teve um outra composição sua gravada por Tim Maia em seu álbum “Reencontro” com o título de “Canção Para Cristina”, que iremos curtir hoje.
Essa não é a mesma Cristina referenciada na gravação do ano de 1970. Trata-se de uma homenagem para Cristina Conrado, mulher de Tibério Gaspar, autor da canção.
Vale a pena relembrar, curtir e compartilhar.
A história da outra música “Cristina” tem duas versões:
a primeira diz que no ano de 1970 Tim Maia e Guilherme Lamounier moravam no apartamento de Carlos Imperial, no Rio de Janeiro.“Imperial não gostava de maconha, e Tim e Guilherme criaram um código para falar que iriam dar um tapa no baseado: ‘Vou ver Cristina’. Aí nasceu Cristina”, segundo o biógrafo Denilson Monteiro.
a outra versão, que roda pela internet, diz que a “Cristina, por quem Tim Maia era apaixonado, era empregada na casa da sua amiga Maria Gladys, atriz e dançarina do programa de TV de Carlos Imperial (Clube do Rock).”