Em tempos de Tempestade

Classics IV O post de hoje vai mostrar uma bela canção lançada no ano de 1968 pelo conjunto americano Classics IV, em seu álbum Mamas and Papas/Soul Train.

No vídeo você vai curtir o brasileiríssimo Celso Fonseca interpretando a música em ritmo de Bossa Nova.

O hit faz parte do álbum de Celso Fonseca, lançado em 2015, de nome Like Nice.

Nesses tempos de tempestade de vírus, em que somos obrigados a curtir uma “quarentena”, vale a pena relembrar “Stormy”.

Não se desespere, vai passar…

Como já falamos antes, música boa não tem idade.

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Casa da Luz Vermelha

Celso Blues Boy No nosso post de hoje você vai curtir um grande sucesso do saudoso blueseiro Celso Blues Boy.

A cancão faz parte do CD/DVD gravado ao vivo no Circo Voador, no Rio de Janeiro, em 2007: “Quem foi que falou que acabou o rock’n’ roll?“.

Vale a pena curtir e compartilhar.

Com vocês, “Casa da Luz Vermelha” com Celso Blues Boy.

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Memórias

Para Sempre - 1983 Hoje vamos curtir um sucesso do ano de 1983, lançado no álbum Renato e Seus Blue Caps Pra sempre.

Trata-se de “Memórias”, composição de Nanni.

Uma canção romântica, chegando perto do brega, com arranjos e introdução do antigo bolero “Besame Mucho”.

Com tudo isso, não tem comparação as porcarias que existem hoje, e amplamente divulgadas pela mídia.

Vamos curtir e relembrar os bons tempos dos bailinhos, das domingueiras e dos famosos “arrasta-pés”.

Bons Tempos.

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Trancados em casa

Ronnie Von Mais um sucesso com um cantor do tempo da Jovem Guarda, que faz sentido com os dias atuais.

A canção foi lançada por Ronnie Von no ano de 1977, bem depois do final da Jovem Guarda, mas a figura do “Pequeno Príncipe”, apelido que lhe foi dado, nos remete aos tempos daquele movimento, apesar de Ronnie nunca ter participado do programa.

A composição é do próprio Ronnie Von, em parceria com Tony Osanah.

Foi relançada no álbum Grandes Sucessos – Ronnie Von, no ano de 2000.

Vamos curtir e relembrar: “Tranquei a Vida”, com Ronnie Von.

Bem ao estilo “quarentena”.

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Calypso Rock

The Snakes Ontem, para ajudar a passar o tempo dessa “quarentena” em que os chineses nos meteram, fui assistir ao filme do Simonal, o mais novo, lançado neste ano.

Apesar de algumas diferenças com a realidade na época, o filme agrada, mas não dá o devido valor a esse verdadeiro Showman.

Para quem assistiu ao outro filme, “Ninguém sabe o duro que dei”, juntando e mesclando os dois, você pode tirar uma boa impressão da vida desse maravilhoso artista.

A mídia e toda e a classe artística se portaram de forma covarde e preconceituosa, acabando com a carreira do maior cantor que o Brasil já teve.

Mas, vamos de volta a música de nosso post de hoje: “Calypso Rock”. Uma canção de autoria do saudoso Carlos Imperial, que aparece retratado no filme em questão.

O hit, no filme, é cantado pelo ator que interpreta Erasmo Carlos, que na época integrava a banda The Snakes, grupo que também tinha Tim Maia. Aliás, foi durante o tempo desse grupo que Tim ensinou Erasmo a tocar violão.

Vamos curtir e relembrar a gravação original do grupo The Snakes, interpretando “Calypso Rock”, de Carlos Imperial.

Para assistir ao filme “Simonal”, clique aqui.

Para assistir ao documentário “Ninguém sabe o duro que dei”, clique aqui.

“Sou o único homem a não ter sido anistiado no Brasil”, costumava dizer Wilson Simonal.

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Uma outra versão dos Beatles

Titas O original foi um grande sucesso da banda The Beatles, lançado primeiramente em compacto simples no ano de 1969.

Canção escrita por John Lennon, creditada a Lennon–McCartney, narra eventos associados ao casamento de Lennon com Yoko Ono.

Foi o último compacto simples dos The Beatles no Reino Unido.

O nome da canção: “The Ballad of John and Yoko”.

No Brasil a banda de rock Titãs lançou em seu primeiro álbum, no ano de 1984, a versão feita por Sérgio Britto com o nome de “Balada para John e Yoko“.

Existe outra versão brasileira, gravada pela banda The Fevers, mas achamos essa muito melhor.

Vamos curtir e relembrar.

Quem não curtiu The Beatles na juventude?

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