Entre as nossas diversas saudosas “bolachas”, aqueles discos de vinil que tanto nos alegraram, haviam alguns de Lulu Santos.
Durante os anos 80, Lulu Santos fez parte da coleção de discos de quase todos os jovens.
Músicas de qualidade, em sua maioria compostas em parceria com Nelson Motta.
Mas, para que possamos curtir esses inúmeros sucessos, vamos postar um vídeo com a fabulosa coletânea “Essencial – 30 anos”, com Lulu Santos interpretando 32 canções.
Hoje não vamos colocar apenas uma canção. O vídeo abaixo apresenta todo o Acústico MTV da banda Ultraje A Rigor.
A relação das músicas e a marcação do seu inicio você pode conferir aqui:
01. Zoraide – 0:00
02. Ah, Se Eu Fosse Homem… – 3:23
03. Filha Da Puta – 6:29
04. Inútil – 9:35
05. Independente Futebol Clube – 12:14
06. Eu Não Sei (Can’t Explain) – 15:51
07. Jesse Go – 18:00
08. Rebelde Sem Causa – 21:56
09. Cada Um Por Si – 24:50
10. Me Dá Um Olá – 27:52
11. Mim Quer Tocar – 30:33
12. A Festa – 33:57
13. Maximillian Sheldon – 37:23
14. Ciúme – 41:29
15. Ponto de Ônibus – 46:06
16. Agora É Tarde – 49:32
17. Nada A Declarar – 52:18
18. Eu Gosto De Mulher – 55:36
19. Pelado – 59:57
20. Giselda – 1:03:54
21. Terceiro – 1:07:00
22. Nós Vamos Invadir Sua Praia – 1:11:16
Nosso Amigo e Seguidor, Virgílio Gaspar, enviou mais uma “Dica” para nossos posts.
“Dóris Monteiro.
Uma das mais talentosas cantoras do Brasil.
Em 1951, e estudante do Colégio D.Pedro II, foi convidada para cantar na rádio Guanabara. Na rádio Tupi, ficou durante oito anos. Também cantou na boate do Copacabana Palace Hotel. Fez sua primeira gravação, “Se você se importasse”, em 78rpm. Em 1952, estreou na carreira como atriz no filme “Tudo é Música” (diretor Luiz de Barros). Neste ano, também foi eleita Rainha dos Cadetes e gravou Fecho meus olhos, vejo você, de José Maria de Abreu. Com carisma e uma bela plástica, Dóris chamava muita atenção. Em 1953, por sua excelente atuação no filme “Agulha no Palheiro” foi homenageada com o Prêmio de Melhor Atriz. Em 1954 gravou seu primeiro longplay- Vento soprando – pela gravadora Continental. Continha algumas músicas que se destacaram como: Graças a Deus (Fernando César) e Joga a rede no mar (Fernando César/Nazareno de Brito). Foi uma das estrelas da TV Tupi em 1955, apresentando um programa que levava seu nome. Em 1956 grava Mocinho Bonito, de Billy Blanco – uma das músicas mais marcantes do seu repertório. Eleita Rainha do Rádio.
Seu estilo musical, voltado para samba-canções e músicas românticas, foi alterado com a chegada da Bossa Nova. Dóris se identificou plenamente com o movimento musical e o gênero encontrou na cantora uma de suas maiores intérpretes.
Em 1976, Dóris foi tema do especial “Documento” da Rede Bandeirantes. Além de entrevistada, cantou três sucessos: “Dó-Ré-Mi”, “Mocinho Bonito” e “Palhaçada”…”
Vejam o vídeo com parte desse Documentário:
Virgílio também indicou uma de suas músicas preferidas, “De Conversa em Conversa”, que você pode ver em nossa postagem de 05/05/2015: “Um Dueto do tempo da Bossa Nova”.
É claro que São Paulo não poderia ficar de fora na turnê #ClubeLux, recheada de sucessos que com certeza fizeram parte da sua vida e da sua história. Vem se emocionar também: vai ser no Espaço das Américas no dia 20/06.
Recebemos, por e-mail, uma grande colaboração do nosso seguidor Virgílio Gaspar.
Amante da nossa MPB, Virgílio enviou-nos diversas “dicas” de sucessos e, hoje, iremos postar a primeira.
Virgílio conta:
“Domingo no Parque” é uma canção de Gilberto Gil, lançada em 1967. Trata-se de uma música narrativa, que conta a história de dois rapazes amigos: um deles é José, o rei da brincadeira, e o outro João, o rei da confusão. No fim de semana, ambos foram fazer o que sabiam: divertir-se e brigar, respectivamente. Mas José não ia brigar, quando viu uma moça – Juliana – no parque de diversões e se apaixona, mas é tomado de raiva quando vê Juliana com João, sendo tomado pelo ciúme e cometendo um duplo homicídio passional, levando ao anticlímax final. A música é riquíssima em figuras de linguagem, como as metonímias, anáforas e quiasmos. Nos arranjos, a composição causou violenta polêmica por unir elementos considerados contraditórios da cultura contemporânea, como o som do berimbau, o andamento melódico da letra, que lembra um baião, de um lado, e, de outro, a presença de orquestra de música erudita e o acompanhamento de um conjunto de rock, no caso os Mutantes, o que revoltou muitos fãs tradicionalistas de música brasileira, por causa do uso de guitarra elétrica, considerado então um símbolo do “colonialismo cultural”.
A música foi lançada no III Festival da MPB da Record (SP), em 1967, e ficou em 2º Lugar na Classificação Geral.