Esse é o nome do sucesso lançado pelo grupo Tribalistas em seu álbum de 2002.
Marisa Monte, Carlinhos Brown e Arnaldo Antunes alcançaram, com esse álbum, o primeiro lugar em vendas no Brasil, no ano de 2002, vendendo mais de um milhão de cópias.
Em 2003, além de lançar o álbum internacionalmente, lançaram um DVD onde constam as músicas e seus bastidores.
No vídeo você vai curtir um desses momentos, onde o grupo interpreta “Passe em Casa”, com a participação especial de Margareth Menezes, que posteriormente regravou a canção.
Isso todo mundo já sabe: zapeando pelos canais de TV você encontra alguma coisa interessante, ainda que seja bem difícil atualmente.
Pois foi zapeando que, ao passar pela Globo Internacional, deparei com aquele folhetim infeliz chamado Malhação, que para nossa infelicidade já perdura por mais de 23 anos.
Agora, com o sub-título de Toda Forma de Amar, a novelinha continua a mesma coisa, mas, no momento em que zapeava, me deparei com uma bela música de sua trilha sonora.
A canção chama-se “N”, composição de Nando Reis lançada em seu álbum Sim e Não, no ano de 2006.
Nessa atual regravação Nando Reis interpreta a canção acompanhado do duo Anavitória, que você vai poder curtir no vídeo abaixo.
Pelo menos ainda temos boas músicas nas trilhas sonoras de novelas.
Já postamos essa bela música composta pela dupla Roberto Carlos e Erasmo Carlos.
Mas essa é a primeira vez que vamos curtir a gravação original, lançada no álbum Roberto Carlos em 1971.
Não temos muito o que acrescentar sobre a canção, apenas apertar o “play” e curtir.
Com vocês, Roberto Carlos interpretando “Detalhes”.
Para você acompanhar a letra:
” Não adianta nem tentar me esquecer Durante muito tempo em sua vida Eu vou viver
Detalhes tão pequenos de nós dois São coisas muito grandes pra esquecer E a toda hora vão estar presentes Você vai ver
Se um outro cabeludo aparecer na sua rua E isto lhe trouxer saudades minhas A culpa é sua
O ronco barulhento do seu carro A velha calça desbotada ou coisa assim Imediatamente você vai lembrar de mim
Eu sei que um outro deve estar falando ao seu ouvido Palavras de amor como eu falei, mas eu duvido! Duvido que ele tenha tanto amor E até os erros do meu português ruim E nessa hora você vai lembrar de mim
A noite envolvida no silêncio Do seu quarto Antes de dormir você procura O meu retrato Mas da moldura não sou eu quem lhe sorri Mas você vê o meu sorriso mesmo assim E tudo isso vai fazer você lembrar de mim
Se alguém tocar seu corpo como eu Não diga nada Não vá dizer meu nome sem querer À pessoa errada
Pensando ter amor nesse momento Desesperada você tenta até o fim E até nesse momento você vai Lembrar de mim
Eu sei que esses detalhes vão sumir Na longa estrada Do tempo que transforma todo amor Em quase nada
Mas “quase” também é mais um detalhe Um grande amor não vai morrer assim Por isso, de vez em quando você vai Vai lembrar de mim
Não adianta nem tentar me esquecer Durante muito tempo em sua vida Eu vou viver Não, não adianta nem tentar Me esquecer ”
Bem, o vídeo abaixo foi publicado no Facebook e achei interessante postar.
Trata-se da versão em ritmo de samba, ou pagode, do grande sucesso do grupo Legião Urbana, escrito por Renato Russo.
“Faroeste Caboclo” é uma canção composta em 1979 e lançada pelo grupo Legião Urbana, no álbum Que País É Este 1978/1987, de 1987.
O “samba” do vídeo de hoje, foi gravado especialmente para a radio FM O Dia pelo Grupo Revelação e o Coral de Crianças do Afroreggae.
Achei que ficou bom e muito interessante.
Quanto a história desse grande sucesso de Renato Russo, pesquisamos na internet e encontramos algumas entrevistas que falam sobre o assunto:
Em entrevista concedida em 1995, para o livro Letra, Música e Outras Conversas, Renato Russo explicou como surgiu a música que acabou se transformando em filme:
“Faroeste Caboclo” escrevi em duas tardes sem mudar uma vírgula. Foi: ‘Não tinha medo o tal João de Santo Cristo…’ e foi embora. / Eram coisas que mesmo sem querer, sem perceber, já vinha trabalhando há muito tempo e na hora que vai escrever vêm direto. Eu sei porque foi fácil. Ela tem um ritmo muito fácil na língua portuguesa. É em cima da divisão do improviso do repente. / As coisas foram aparecendo por causa das rimas. Se eu falo do professor, ele tem que parar em Salvador. Se fosse outra rima ele ia parar em outro lugar. Basicamente já sabia que tipo de história ia ser. É aquela mitologia do herói, James Dean, rebelde sem causa.
Flávio Lemos, baixista da banda Capital Inicial e ex-colega de banda de Renato Russo no Aborto Elétrico, em entrevista concedida no ano de 2004, diz que a música se refere a uma situação acontecida entre ele e Russo:
”Estava no Rio de Janeiro, na Ilha do Governador, na casa da tia do Renato. Ele gostava de uma prima dele, a Mariana, e eu sabia, mas não rolava nada entre os dois. Fomos viajar para Búzios, a turma toda, menos o Renato. E eu fiquei com a prima dele, transei com ela. Foi a minha primeira vez, eu era virgem. A menina voltou antes pra casa e contou a história pra todo mundo. Quando eu voltei pra Ilha ele já sabia, e considerou aquilo uma traição. Cheguei de madrugada, tinha viajado a noite toda, e ele me acordou bem cedinho, eu estava morrendo de sono. Renato tinha passado a noite inteira escrevendo a música. Ele me disse que eu era o Jeremias, o maconheiro, o sem vergonha. E ele era o Santo Cristo – olha o nome que ele deu a si mesmo! E a prima era a Maria Lúcia. Renato criou um épico com essa história. A gente continuou amigo depois. Pode aparecer alguém que conteste, mas é a mais pura verdade.”
Russo, porém, em entrevista no ano de 1988, disse que a música é completamente fictícia, e explica seu enredo:
Veja, um motorista de táxi me disse que era a história do irmão dele. Tem outros que dizem que eu conheci um certo marginal e fiz a música. E não é. A música é completamente fictícia. E é engraçado, porque o João de Santo Cristo é um garoto de classe média e as pessoas, parece, não percebem isso. Ele era filho de fazendeiro e o pai dele foi assassinado. Ele vai para o reformatório porque não tem ninguém para tomar conta dele. Mataram praticamente toda a sua família e, por isso, ele é revoltado.
Então, o que você acha?
Vamos relembrar, curtir e compartilhar.
Segundo o próprio autor, as fontes de inspiração da música foram “Hurricane“, canção de Bob Dylan (1976), que conta a história do boxeador Rubin Carter, e “Domingo no Parque” (1968), de Gilberto Gil.
A música, em sua gravação original, tem duração de 9min e 04seg.
Essa música, feita pelos americanos Bobby Darin e Murray Kaufman, lançada por Bobby Darin em 1958, ganhou uma versão brasileira feita por Erasmo Carlos, em 1963, e lançada, no álbum de mesmo nome, pelo cantor Roberto Carlos.
Trata-se de “Splish Splash”.
O álbum fez um grande sucesso e teve também um outro hit, a canção “Parei na Contra-Mao”, primeira composição da dupla Roberto e Erasmo Carlos.
Esse álbum marca a mudança do estilo de Roberto, da bossa nova e canções românticas para o rock e iê-iê-iê.