Bem, durante o Carnaval no Brasil, no dia 10 de Fevereiro deste ano, tivemos o primeiro acesso de um visitante de Maldivas.
Com isso, nossa lista passa a ter 106 Diferentes Países Visitantes.
Obrigado ao novo visitante, esperamos por mais acessos.
Aproveitamos para lembrar que: devido ao término do Horário de Verão Brasileiro, a diferença de horário entre Rio de Janeiro e Dublin passa a ser de 3 horas.
Agora sim, passado o Carnaval, podemos dizer que o ano de 2018 começou no Brasil.
Ou seria quase isso…
Ainda teremos as comemorações dos resultados dos desfiles das escolas de samba, o desfile das campeãs e um Domingo para curtir o final do Horário de Verão.
Pena que, já de início, podemos ver que tudo continua como antes, ou pior…
Os desfiles das escolas de samba mostraram na avenida a triste realidade da corrupção no Brasil. Muitas, reclamando da redução da verba governamental destinada a elas. Será que isso seria o motivo de tanta reclamação?
Enfim, fica difícil comemorar o atual estado de abandono em que se encontra o nosso amado país.
Mas, navegando pelo FaceBook, encontrei na página de uma amiga uma bela canção que fala sobre essa nossa triste realidade.
A canção chama-se “A Ordem do Inverso”, de Juliana Franco, e foi defendida e interpretada por Rosana Batista no Festival de Música Popular Paraense de 2017.
Será que estamos voltando ao tempo dos “bons festivais”?
O post de hoje é com um samba, feito e lançado no ano de 1996.
Os autores são: Wilson das Neves e Paulo Cesar Pinheiro.
O nome do samba: “O Dia Que O Morro Descer E Não For Carnaval”.
Gravado no álbum O Som Sagrado de Wilson das Neves.
Ouvindo a letra você vai verificar que, feita há 22 anos, os fatos narrados são previsões do que acontece nos dias de hoje, na nossa grande Cidade Maravilhosa.
Os autores, provavelmente, já naquela época, observaram o descaso das autoridades nas áreas de segurança e educação, que, certamente, levaram ao caos e a violência dos dias atuais.
O samba é muito bom, pena que retrata uma infeliz realidade.