O tão falado “Fim do Mundo”, com data marcada para este final de 2012, já foi desmentido até por técnicos da NASA.
Eu, particularmente, como muitos de vocês, já ultrapassamos diversas datas com previsões de “Fim do Mundo”.
Ao que tudo indica, esta nova previsão foi adiada por mais um milênio e isso nos garante um bom tempo para desfrutarmos das maravilhas de nossa MPB.
Enfim, aproveitando o tema, vamos postar um sucesso de Eduardo Dusek, do ano de 1980, concorrente no festival MPB Shell da Rede Globo, chamado “Nostradamus” :
Então, continuaremos por aqui, pelo menos por mais “mil anos”.
Nando Cordel, nome artístico de Fernando Manoel Correia (Ipojuca, 13 de dezembro de 1953) é um cantor, compositor e instrumentista brasileiro.
Tem suas canções gravadas por grandes figuras da música popular brasileira, como Elba Ramalho, que transformou em sucesso sua primeira parceria com Dominguinhos: De Volta pro Aconchego.
Sua fama como compositor é bem maior do que como intérprete. Já teve músicas gravadas por Chico Buarque, Zizi Possi, Fagner, Maria Bethânia, Fábio Jr, Martinho da Vila, Fafá de Belém, Ivete Sangalo e outros. Alguns de seus sucessos são Isso Aqui Tá Bom Demais, com Dominguinhos, Hoje é Dia de Folia, interpretada por Xuxa, e Gostoso Demais.
Assinou centenas de composições e teve mais de 500 músicas gravadas por grandes artistas. Em algumas dessas composições contou com a ajuda de importantes parceiros, como Elba Ramalho e Dominguinhos.
Vejam o vídeo com Elba Ramalho e Dominguinhos interpretando De Volta pro Aconchego :
Agora, um vídeo com Nando Cordel interpretando seu sucesso Gostoso Demais :
Luiz Gonzaga do Nascimento (Exu, 13 de dezembro de 1912 — Recife, 2 de agosto de 1989) foi um compositor popular brasileiro, conhecido como o Rei do Baião.
Teve diversos outros “apelidos”, como: Majestade do Baião; Embaixador Sonoro do Sertão; Velho Lua; Bico de Aço; Lula; Pernambuco; e Gonzagão.
Luiz não se dava bem com o filho, apelidado de Gonzaguinha. Ele passou a não ver mais o filho na infância do menino e sempre que o via brigava com ele, apesar de amá-lo.
Com o passar do tempo, tudo foi melhorando quando Gonzaguinha concluiu a universidade, e se tornou músico como o pai.
Pai e filho ficaram mais unidos quando em 1979 viajaram o Brasil juntos, quando o filho compôs algumas músicas para o pai.
Eles se tornaram muito amigos, e conseguiram em fim viver em paz.
Em 2012,o filme de Breno Silveira Gonzaga, De Pai Pra Filho, narrando a relação conturbada de Luiz Gonzaga com o filho Gonzaguinha, em três semanas de exibição já alcançara a marca de 1 milhão de espectadores.
Erlon Chaves (São Paulo, 9 de dezembro de 1933 — 14 de novembro de 1974) foi um maestro, arranjador, pianista e cantor brasileiro.
Ingressou na carreira artística, como pianista de casas noturnas, na década de 1950, quando teve a oportunidade de conhecer muitos músicos e a desenvolver técnica jazzística.
Como cantor, fez sucesso, com a versão de “Matilda“, calipso criado por Harry Belafonte, no final dos anos 1950.
Foi diretor musical da TV Rio, sendo um dos responsáveis e autor do Hino do Fic, música de abertura do Festival Internacional da Canção, em 1966.
Em 1970, durante o V Fic, transmitido pela TV Globo, regeu um coral de quarenta vozes, que mais tarde passou a chamar-se Banda Veneno, que posteriormente acompanhou Jorge Ben ou Jorge Ben Jor. Cantou a canção “Eu também quero mocotó”, que virou sucesso; e foi acusado, pela ditadura militar brasileira, de assédio moral após uma cena em que é beijado por diversas loiras em apresentação na etapa internacional. Neste festival estava presente o presidente da república, general Emílio Garrastazu Médici.
Provavelmente, por esse motivo, não existe registro em vídeo dessa memorável apresentação.
Encontramos um vídeo com a interpretação de Erlon Chaves e a Banda Veneno, no álbum “Banda Veneno de Erlon Chaves”, do ano de 1971:
A História da Música : No ano de 1969 a moda havia, literalmente, descoberto a perna feminina, subindo as saias bem acima dos joelhos. Enquanto a minissaia escandalizava em seu sucesso, o joelho feminino ganhava um apelido: mocotó. A gíria “oficial” escondia também uma brincadeira de artistas, como Wilson Simonal, que frequentavam a Boate Jogral. O mocotó, para eles, podia designar tanto o joelho, quanto partes íntimas femininas. A partir daí, Jorge Ben compôs “Eu também quero mocotó” com título de duplo sentido.
Todo mês de Dezembro a gente já sabe o que nos espera.
Aquele “especial” do nosso grande Rei, depois o famoso “show da virada”, onde muitos “sucessos” musicais e recordes de vendagem são mais uma vez apresentados, e, para finalizar, uma grande queima de fogos com shows populares.
Não bastasse a falta de novidades em programações e eventos, ainda escutamos as mesmas musicas.
Ou você ouve John Lennon, interpretando seu famoso sucesso “Happy Xmas (War Is Over)”, ou acaba ouvindo Simone, interpretando a versão da música de John Lennon, que no Brasil ganhou o título de “Então é Natal”.
Relembrem John Lennon, em seu clipe oficial :
Agora, Simone interpretando a versão brasileira:
Bem, se você pretende variar um pouco, veja o recado de Ivan Lins:
Qualquer que seja a sua escolha, desejamos a você um Feliz Natal.
Egberto Amin Gismonti (Carmo, 5 de Dezembro de 1947), conhecido por Egberto Gismonti, é um compositor, multinstrumentista, cantor e arranjador brasileiro, considerado um virtuoso da música instrumental, destacando-se pela sua capacidade de experimentação.
Em 1968, participou do III Festival Internacional da Canção (FIC), com sua composição “O Sonho“, interpretada pelo grupo Os Três Moraes.
Escreveu para a música um arranjo para uma orquestra de 100 integrantes.
Os Três Moraes foi um grupo musical brasileiro formado pelos irmãos Jane Vicentina do Espírito Santo, Sidney do Espírito Santo e Roberto do Espírito Santo.O nome do grupo vem do sobrenome dos três.
Apesar do sobrenome Moraes, o grupo se apresentava como Os 3 Morais.
Em 1970, Jane se casou com Herondy Bueno (formando a dupla Jane e Herondy).
Embora não tenha se classificado no FIC de 68, “O Sonho” projetou Egberto Gismonti internacionalmente.
Relembrem a gravação desse sucesso de Egberto no FIC: