Mais um sucesso com um cantor do tempo da Jovem Guarda, que faz sentido com os dias atuais.
A canção foi lançada por Ronnie Von no ano de 1977, bem depois do final da Jovem Guarda, mas a figura do “Pequeno Príncipe”, apelido que lhe foi dado, nos remete aos tempos daquele movimento, apesar de Ronnie nunca ter participado do programa.
A composição é do próprio Ronnie Von, em parceria com Tony Osanah.
Foi relançada no álbum Grandes Sucessos – Ronnie Von, no ano de 2000.
Vamos curtir e relembrar: “Tranquei a Vida”, com Ronnie Von.
Ontem, para ajudar a passar o tempo dessa “quarentena” em que os chineses nos meteram, fui assistir ao filme do Simonal, o mais novo, lançado neste ano.
Apesar de algumas diferenças com a realidade na época, o filme agrada, mas não dá o devido valor a esse verdadeiro Showman.
Para quem assistiu ao outro filme, “Ninguém sabe o duro que dei”, juntando e mesclando os dois, você pode tirar uma boa impressão da vida desse maravilhoso artista.
A mídia e toda e a classe artística se portaram de forma covarde e preconceituosa, acabando com a carreira do maior cantor que o Brasil já teve.
Mas, vamos de volta a música de nosso post de hoje: “Calypso Rock”. Uma canção de autoria do saudoso Carlos Imperial, que aparece retratado no filme em questão.
O hit, no filme, é cantado pelo ator que interpreta Erasmo Carlos, que na época integrava a banda The Snakes, grupo que também tinha Tim Maia. Aliás, foi durante o tempo desse grupo que Tim ensinou Erasmo a tocar violão.
Vamos curtir e relembrar a gravação original do grupo The Snakes, interpretando “Calypso Rock”, de Carlos Imperial.
O original foi um grande sucesso da banda The Beatles, lançado primeiramente em compacto simples no ano de 1969.
Canção escrita por John Lennon, creditada a Lennon–McCartney, narra eventos associados ao casamento de Lennon com Yoko Ono.
Foi o último compacto simples dos The Beatles no Reino Unido.
O nome da canção: “The Ballad of John and Yoko”.
No Brasil a banda de rock Titãs lançou em seu primeiro álbum, no ano de 1984, a versão feita por Sérgio Britto com o nome de “Balada para John e Yoko“.
Existe outra versão brasileira, gravada pela banda The Fevers, mas achamos essa muito melhor.
Todos sabem que o estilo “pagode” não é minha praia, assim como, os que me conhecem, sabem que não sou de beber muitos chopps.
Como bebo devagar, e para não esquentar muito no copo, sempre peço um chopp pequeno.
O garçom sempre me pergunta: “um Garotinho?”. O que me causa, de imediato, uma sensação de raiva, devido ao trauma causado por um antigo e desastroso governador do meu Estado do Rio de Janeiro.
Fica minha sugestão de mudança do nome da bebida para Chopp Caçulinha. Assim como tínhamos, no passado, o Guaraná Caçula.
Mas, enquanto a mudança de nome não acontece, vamos curtir esse pagode, na interpretação de Ferrugem : “Chopp Garotinho”.
Nessa nossa primeira semana de confinamento, devido ao aumento exponencial da contaminação por “Corona vírus”, temos assistido ao desespero de diversos atores políticos em relação ao crescimento popular de nosso Presidente.
Na verdade os que agora gritam em oposição ao governo foram eleitos por se mostrarem parceiros em época de campanha, mas, depois de caídas as máscaras, vemos que se tratam de “carona-vírus”.
Os episódios nos mostraram verdadeiras “coisas de louca”.
Lembrei, então, de um sucesso lançado em 1989 no álbum Ben Jor, de Jorge Ben Jor. Trata-se de um foxtrote, composto por Jorge Ben Jor e Arnaldo Antunes que, no ano seguinte, fez parte do álbum Plural de Gal Costa, agora em versão samba-reggae.
Vamos relembrar e curtir as duas versões desse grande hit: “Cabelo”.