Este é mais um sucesso dos anos 80 que virou tema de novela.
“Frisson”, composição de Tunai, lançada no álbum Em Cartaz (1984), foi tema da novela “Suave Veneno“.
José Antônio de Freitas Mucci (Ponte Nova, 13 de novembro de 1950), mais conhecido como Tunai, é um cantor e compositor brasileiro.
Iniciou o seu curso de Engenharia Civil na cidade de Ouro Preto , onde também estudou seu irmão e compositor João Bosco. Depois de se transferir para Belo Horizonte, onde concluiu seu curso , trabalhou durante um tempo como engenheiro e depois largou a engenharia civil, na qual trabalhava em Belo Horizonte, para se dedicar à carreira de músico, estreando em 1978. Trabalhou com o letrista Sergio Natureza, com quem compôs músicas para vários artistas como Elis Regina, Simone, Gal Costa, Nana Caymmi, Milton Nascimento, Beto Guedes, Roupa Nova, Fafá de Belém, Elba Ramalho e Sérgio Mendes, sempre com sucesso.
Relembrem esta bela música.
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José Fernando “Nando”Gomes dos Reis (São Paulo, 12 de janeiro de 1963), é um baixista, cantor, violonista e compositor brasileiro. Ex-baixista da banda de rock Titãs, atualmente segue em carreira solo, acompanhado pela banda Os Infernais.
Dalto Roberto Medeiros (Niterói, 22 de junho de 1949), artisticamente conhecido como Dalto, é um cantor e compositor brasileiro. No ano de 1982, como intérprete, obteria o seu maior sucesso de sua carreira: “Muito estranho (cuida bem de mim)”.
É este sucesso de Dalto que vamos assistir no vídeo, interpretado por Nando Reis, que faz parte DVD e CD “MTV Ao Vivo: Nando Reis e Os Infernais – Bailão do Ruivão“. Vídeo alterado por problemas de direitos autorais.
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Uma história que começa com uma bela canção, retratando um novo modo de vida da juventude carioca, e teve um triste final, com a morte de sua fonte de inspiração.
No ano de 1980, Caetano Veloso rompeu a tradição de cantar a beleza feminina nas canções de louvor ao Rio de Janeiro, e utilizou a figura de um garoto da praia em “Menino do Rio”. A música tornou-se sucesso na voz de Baby Consuelo.
O garoto da praia era José Artur Machado, o surfista Petit, de 22 anos, criado na praia de Ipanema.
No começo dos anos 70, Petit era o símbolo de uma geração de jovens bronzeados, surfistas da praia de Ipanema, zona sul do Rio de Janeiro, que usavam parafina para tornar as pranchas menos escorregadias e dourar os cabelos compridos. Livre, solto, sem outro compromisso com a vida senão viver.
O “coração de eterno flerte” é uma metáfora riquíssima, Petit flertou o tempo todo com a vida, praticante de artes marciais, modelo nas horas vagas entre uma onda e outra. Ele vestiu como poucos o slogan da geração saúde, com o corpo aberto no espaço, sempre bronzeado pelo sol carioca.
Petit adorou a canção, mas não se mascarou, o comportamento continuou o mesmo.
Na madrugada de 29 de agosto de 1987, na garupa da moto de um amigo, Petit sofreu um acidente. A violenta pancada da cabeça contra o asfalto o deixou em coma por 40 dias. Ele sobreviveu, mas com o lado direito do corpo, rosto e boca paralisados.
Uma pessoa comum talvez conseguisse driblar o drama, mas não o “talentoso Petit”, como a ele se referem os amigos. Nessas condições, a vida se tornou insuportável para ele, inválido e recluso em seu apartamento, longe do mar que tanto amava, após uma vida toda acostumado a viver intensamente, ao sol, a praia, os esportes, as meninas, etc…
Quase dois anos depois, na tarde de 7 de março de 1989, aos 32 anos, Petit, o eterno menino do Rio, desistiu de sua vida. Trancou-se em seu apartamento e se enforcou com a faixa de seu quimono de jiu-jitsu. O peso da depressão, do isolamento de tudo e de todos foi uma carga demasiadamente pesada para que ele pudesse suportar.
Relembram a canção, na voz de Baby Consuelo (ou Baby do Brasil):
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