Vai acontecer no Rio Grande do Norte, na Praia da Pipa.
Vejam a Programação e as Atrações no site do evento.
De 20 a 25 de agosto de 2014.
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Em 1996 João Donato lançou o álbum “Coisas tão simples“, pela EMI. O disco incluía “Doralinda“, uma bela canção feita em parceria com Cazuza.
Mais uma pérola da nossa MPB que tem como título um nome de mulher.
É a Bossa Nova homenageando as mulheres brasileiras.
Ouçam e curtam essa preciosa letra, com versos do saudoso Cazuza.
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Entre as diversas canções brasileiras com nomes de mulheres, um clássico da MPB é “Marina”, composta por Dorival Caymmi.
A música teve diversas gravações, feitas por inúmeros interpretes, mas vamos postar hoje a gravação de Gilberto Gil.
Um arranjo totalmente novo, único, como não poderia deixar de ser, em se tratando de Gilberto Gil.
Faixa do álbum ” Realce” de 1979.
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“Dindi” é uma canção composta por Antônio Carlos Jobim com letras de Aloysio de Oliveira.
Muitos acreditam que Tom Jobim escreveu a canção especialmente para Sylvia Telles, cantora brasileira cujo apelido era Dindi.
Mas, a verdadeira história é esta :
“Dindi”, ao contrário do que pensam muitas pessoas, não foi composta para Sylvinha Telles, nem para pessoa alguma. Era o nome de um lugar próximo a Petrópolis. Havia uma fazenda que chama-se “Dirindi” de onde veio esse nome em diminutivo. Essa história, que muitos já conheciam, foi confirmada por Helena Jobim, irmã do compositor em seu livro.
“Ele via o rio passar, roncando nas pedras, as águas espumaradas. Aquele ruído o apaziguava. Na outra margem, começava o pasto que ia dar no morro do Dirindi. ‘Dindi’ não era, como muitos pensavam, um nome de mulher. Mas sim toda aquela vasta natureza e seus segredos”, narra Helena Jobim, irmã de Tom, no livro “Antônio Carlos Jobim, Um Homem Iluminado” [Ed. Nova Fronteira].
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Nome proveniente do latim domna, uma forma abreviada de domina, que significa “senhora“. A forma do nome Donna em inglês é a mais utilizada.
“Dona” é uma canção da dupla brasileira Sá & Guarabira, mais conhecida pela regravação feita pelo grupo Roupa Nova em seu disco Roupa Nova, de 1985. No mesmo ano a música entrou na trilha sonora da novela Roque Santeiro, da Rede Globo, e se tornou um grande sucesso. A imagem da personagem da Viúva Porcina, interpretada por Regina Duarte, ficou muito associada a canção.
Em 1982, a canção disputou no Festival de Música Popular Brasileira daquele ano.
Foi a segunda canção mais tocada no ano de 1985 nas rádios do Brasil.
Atualmente, em 2014, a gravação do grupo Roupa Nova se torna novamente trilha sonora de uma telenovela da Rede Globo. Desta vez a canção faz parte da trilha da novela Império, do autor Aguinaldo Silva.
Um sucesso de 30 anos atrás que volta com força total.
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Uma versão/paródia de Léo Jaime, Leandro Verdeal e Selvagem Big Abreu para “Tell Me Once Again” (de B. Anderson) , da banda brasileira Light Reflections, apesar de ter o título de “Calúnias”, ficou conhecida pelo grande público como “Telma eu não sou gay”.
Virou sucesso em 1983, com o lançamento do álbum “Pois é” de Ney Matogrosso com a participação especial do grupo João Penca e Seus Miquinhos Amestrados.
Vamos relembrar esse grande sucesso :
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