Alucinado

Esta canção muitos jovens não conhecem.

Trata-se da versão de um sucesso, somente orquestrado, do líder de orquestra, instrumentista, produtor e arranjador alemão: Bert Kaempfert.

A música está no seu álbum do ano de 1962 chamado Afrikaan Beat.

Para mim é uma música muito especial pois foi o primeiro sucesso que ouvi em minha primeira festa, ou no meu primeiro “arrasta” (forma simples de chamar o comum “arrasta-pé”), quando adolescente. E a canção ficou como chiclete por muito tempo em minha cabeça.

Tudo aconteceu na casa de D. Angela, mãe de Tânia, Ricardo, Isabel e Bebete. Todos amigos da turma de Botafogo, Rio de Janeiro.

Claro que existiam outros sucessos, inclusive com grupos e cantores nacionais, que iniciavam o rock brasileiro. Mas naquele tempo, 1964/1965, quem dominava as festas eram: Nat King Cole, Henry Mancini, Burt Bacharach, Peppino Di Capri, e outros cantores e orquestras internacionais.

Foi então que um conjunto chamado de Os Três Tons, trio remanescente do grupo NILO AMARO E SEUS CANTORES DE ÉBANO, resolveu gravar a versão feita por Ester Delamare para essa bela canção, lançando em 1963.

Vamos, então, curtir e compartilhar esse grande sucesso de Os Três Tons (Jorge de Oliveira, Nelson Caetano e Nilson Prado) interpretando “Alucinado(Versão de Afrikaan Beat).

O grupo de Nilo Amaro era formado por ele próprio e um coro de vozes negras femininas e masculinas, com destaque para Noriel Vilela (Baixo). Você pode ver uma postagem sobre Noriel, clicando aqui.

Ouvindo Quincy Jones

Nesta tarde fiquei ouvindo um LP de Quincy Jones, que traz diversos sucessos desse saudoso produtor musical, compositor, arranjador, maestro, trompetista e líder de banda americano.

O albúm se intitula “Big Band – Bossa Nova”, mas, que me perdoem os fans de Quincy, de bossa nova eu não achei nada.

Tratam-se de canções brasileiras, de famosos autores e intérpretes da bossa nova, mas com o rítmo completamente “acelerado”, como se fosse um samba em compasso acelerado, a exemplo dos atuais sambas-enredo que mais se parecem com “marchas”.

Aquela “batida diferente” cantada e interpretada pelos nossos mestres nacionais passou longe dos estúdios de Quincy Jones.

Vou postar para que vocês acompanhem a canção “Chega De Saudade (intitulada em inglês como = No More Blues)”.

Claro que é bem melhor se ouvir um “brazilian jazz” do que um “funk carioca” ou um “rap”.

Enfim, vamos ouvir, curtir e compartilhar.

Mais uma IRACEMA

Depois de algum tempo sem postar, voltamos ao nosso Blog.

Está difícil postar algo de cantores ou compositores que não se alinharam com essa esquerda maldita. Se soubéssemos que o sucesso não era apenas por talento, e sim por “patrocínios” governamentais, já teríamos evitado esses esquerdistas caviar.

Os filhotes da Rouanet estão sendo desmascarados e, por fim, serão boicotados pelo povo conservador.

Então, nos resta postar artistas do passado ou, após pesquisa, cantores e compositores que se dizem e mostram serem conservadores.

Nisso enquadra-se o saudoso Jorge Veiga, que tanto nos abrilhantou com seus sucessos.

Vamos curtir hoje uma canção de 1944, composição de Raul Marques e Otolindo Lopes, com o título de : “Iracema”.

Curta e compartilhe.

Mais uma do “RC na Veia”

Essa é mais um sucesso do tempo da Jovem Guarda, composição de Roberto Carlos e Erasmo Carlos, lançado no álbum de Roberto Carlos no ano de 1963.

Faz parte do DVD da banda “RC na Veia“, cujo saudoso baterista, Dudu Braga, era filho de Roberto Carlos.

A banda, criada em 2014, teve seu DVD gravado ao vivo em 2017 com a participação de diversos artistas e, claro, de Roberto Carlos.

O repertório do grupo é basicamente composto por releituras de músicas lançadas e gravadas em álbuns de Roberto Carlos.

Hoje vamos curtir “Parei na Contramão“, de Roberto Carlos e Erasmo Carlos.

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Café Soçaite

Café Soçaite - song and lyrics by Jorge Veiga | Spotify

Não se assuste, é assim mesmo que se escreve o nome da música.

Uma composição de Miguel Gustavo, lançada em uma gravação de Jorge Veiga no ano de 1955.

Conforme citado no vídeo do YouTube : “Em seus versos, Miguel Gustavo registra personagens (“Teresas“, “Dolores“, “Didu“), lugares (“Riverside“, “Cabo Frio“) e expressões ( “enchenté“, “champanhota“, “estou acontecendo“) freqüentes nas colunas dos jornalistas Ibrahim Sued e Jacinto de Thormes, também citados”.

A música/samba, de hoje, foi lembrada ao assistir o documentário sobre Ibrahim Sued, produzido brilhantemente por sua filha Isabel Sued (“Ademã – A vida e as notas de Ibrahim Sued“).

Cartaz de Ademã – A Vida e as Notas de Ibrahim Sued — Foto: Acervo/Globo Filmes

Apesar de, no documentário, diversos jornalistas “esquerdistas” tentarem constranger Ibrahim com perguntas sobre a “ditadura militar”, o grande, conservador e sagaz colunista afirmou: sempre foi amigo e apoiou os militares, porém criticando-os em algumas ações erradas e, se fosse candidato, votaria no Gen. João Batista Figueiredo para Presidente. A esquerdalha pirou.

A música que foi um sucesso nos anos 50 voltou a ser regravada por Jorge Veiga junto com Cyro Monteiro, em 1971. Também teve uma interpretação “desastrosa” feita por Maria Bethânia em um show de 1973, provando que não entende nada sobre o que é interpretar um samba.

Enfim, vamos curtir e compartilhar esse belo samba que registra expressões do saudoso Ibrahim Sued.

Mais uma de Roberto

Essa canção não é de muito conhecimento pelo público em geral.

Foi gravada no albúm de Roberto Carlos no ano de 1996, com autoria atribuída a dupla Roberto Carlos e Erasmo Carlos.

O nome da música é “Tem Coisas Que a Gente Não Tira do Coração“.

No início apresenta um solo de guitarra “similar” ao da canção de Eric Clapton chamada “Wonderful Tonight“, escrita em 1974 e lançada em 1977 pelo cantor inglês. A música de Eric foi composta para Pattie Boyd, enquanto a mesma ainda era cassada com George Harrison. Depois, em 1979, Eric e Pattie se casaram.

Mas, falando da música de Roberto, essas “coincidências” e “similaridades” entre canções vivem acontecendo entre as gravações de grande sucesso.

No caso da música de Eric, a mesma é uma recordista de download na plataforma Spotify, com mais de 400.000.000 (isso mesmo, 400 milhões) de baixas.

Vamos curtir e compartilhar mais esse sucesso de Roberto Carlos.