Um sucesso de novela de 40 anos atrás

Wando - 1975 Essa música fez parte da trilha sonora de uma novela da TV Globo, lançada em 1975, chamada Pecado Capital.

Naquele tempo as novelas tinham boas trilhas sonoras e não faziam apologia ao crime ou fomentavam a destruição da família nem dos padrões da sociedade.

Mas, voltando a falar da música do post de hoje, apesar de não ter o mesmo nome do título da novela, a canção foi incluída como faixa número 1 do álbum da trilha sonora nacional.

Chama-se “Moça” e foi composta e gravada por Wando, também no ano de 1975, lançada no álbum Wando.

Segundo o Wikipédia: “Wando foi um cantor romântico, do gênero musical brega, brasileiro. Além da música, era conhecido por ganhar calcinhas de suas fãs durante os shows. Wando possuía uma coleção da vestimenta estimada em 17 mil peças….”.

Wando iniciou cantando e compondo samba e MPB em geral, mas teve nessa canção seu grande sucesso, tornando-se, então, um cantor romântico (ou brega). Ele próprio justifica sua mudança: …“Cantando na noite em São Paulo, eu descobri que a parte feminina adorava quando eu tocava música romântica.”.

Em 75, na novela, a canção era o tema da personagem Lucinha, vivida por Betty Faria.

Vamos relembra e curtir, com saudades desse grande compositor/cantor.

Romântica, Brega ou Pop, o que importa é ser música de qualidade.

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Mais um sucesso cinqüentão

Leo Jaime Outra música do tempo da Jovem Guarda.

Um sucesso que foi lançado no álbum Você Me Acende, de Erasmo Carlos, no ano de 1966.

Depois, em 1988, foi regravado por Leo Jaime, em seu álbum Direto do Meu Coração Pro Seu.

Mais recentemente, em 2009, Adriana Calcanhoto regrava a canção, em seu álbum Partimpim Dois.

Todas as gravações fizeram um enorme sucesso.

O nome da música: “Gatinha Manhosa”, de Erasmo Carlos e Roberto Carlos.

Lembro dos bailes dos anos 60 em que havia uma correria dos rapazes buscando as moças para dançar ao som de Erasmo. Era a seção mela-cueca que muitos aguardavam.

A gravação original de Erasmo Carlos era lenta, em um estilo de balada.

No arranjo de Leo Jaime a música tomou um ritmo mais dançante, um verdadeiro bolero. Tipo dois-pra-lá, dois-pra-cá.

E, na de Adriana Calcanhoto, a canção volta ao estilo de balada.

Apesar do grande sucesso feito por Erasmo Carlos, depois do final da Jovem Guarda a música ficou meio “adormecida” e retornou com força total no relançamento de Leo Jaime. Muitos jovens, que não viveram os anos 60, pensam que é uma composição dele.

Leo Jaime, rockeiro, grava um bolero e faz o maior sucesso. Vamos curtir.

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Mais uma de Roberta Sá

Braseiro Essa postagem também foi feita seguindo a dica de uma Amiga do Facebook.

No vídeo você vai curtir a interpretação de Roberta Sá para o samba “Eu Sambo Mesmo”.

Essa composição foi feita no ano de 1946, por Janet de Almeida, e lançada pelos Anjos do Inferno.

Janet de Almeida foi um cantor e compositor (1919 – 1945). Um de seus maiores sucessos foi “Pra que discutir com madame?“, em uma regravação mais recente de João Gilberto.

Mas hoje vamos curtir Roberta Sá interpretando “Eu Sambo Mesmo”, do álbum Braseiro, lançado em 2005.

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Mais um romântico setentão

Marcio Greyck Mais uma postagem que fazemos seguindo uma dica de Amiga do Facebook.

Hoje é o aniversário de Márcio Greyck, um dos cantores da música pop-romântica, que fez grande sucesso nas décadas de 60 e 70, completando seus 70 anos.

Márcio iniciou sua carreira em 1967, quando lançou seu primeiro compacto simples, com a versão de uma canção dos The Beatles e uma outra de sua autoria.

Mas seu grande sucesso aconteceria no ano de 1970, lançando a canção “Impossível acreditar que perdi você”, composta em parceria com o seu irmão Cobel.

O sucesso lhe rendeu um record de vendagem de discos, ultrapassando a marca dos 500.000.

Vamos curtir e relembrar:

A canção foi regravada por mais de 60 artistas de diferentes estilos de interpretação, entre eles Fábio Júnior, Rita Ribeiro, Verônica Sabino, Wilson Simonal, Rosana, e Toni Platão.

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"ô sorte"

Wilson das Neves Nesta última semana faleceu o sambista e baterista Wilson das Neves, conhecido no meio artístico como “ô sorte”, devido ao bordão que sempre utilizava.

Wilson das Neves dizia que ao falar o bordão estaria agradecendo a Deus por tudo o que havia conquistado.

Baterista, cantor e compositor, Wilson das Neves, em seus mais de cinqüenta anos de carreira, foi parceiro de composições com Aldir Blanc, Paulo Cesar Pinheiro, Nei Lopes, Ivor Lancellotti, Claudio Jorge, Marcelo Amorim, Moacyr Luz e Chico Buarque, além de atuar como baterista em gravações e apresentações de Carlos Lyra, Ney Matogrosso, João Bosco, Maria Bethânia, Gal Costa, Emílio Santiago, Nelson Gonçalves, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Alcione, Tom Jobim e Miucha, entre vários artistas da MPB e de internacionais como Michel Legrand, Toots Thielemans, Sarah Vaughan e Sean Lennon.

Muitos artistas se manifestaram abalados, sentindo a perda do amigo e parceiro, e, em uma postagem no Facebook, uma Amiga colocou uma gravação de “Minha Palhoça“, do álbum “Amendoeira” de Bebeto Castilho, onde Wilson interpreta o samba em dueto com Bebeto. Álbum que adquiri ano passado em minha estada no Rio de Janeiro.

“Minha Palhoça” é um samba-de-breque lançado em 1933, composição de J.Cascata.

Vamos curtir e compartilhar.

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Sessão da Tarde

Leo Jaime O post de hoje é de uma canção do álbum Sessão da Tarde, de Leo Jaime, lançado no ano de 1985.

A música é a primeira faixa do álbum e chama-se “O Pobre”.

Leo Jaime, ator, cantor, compositor, escritor e jornalista brasileiro, surgiu no cenário musical brasileiro no ano de 1981 e, desde então, emplacou vários hits nas rádios, além de sucessos em trilhas sonoras de filmes e novelas.

Atuou, no teatro, interpretando o papel de Dom João VI, no musical Era no Tempo do Rei e, recentemente, na novela Novo Mundo, da TV Globo, mais uma vez interpretando o rei Dom João VI.

O álbum vendeu mais de 160 mil cópias.

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