Hoje, vendo uma postagem de um grande amigo, no Facebook, fiquei relembrando os áureos tempos da década de 60 com seus maravilhosos Bailes de Debutantes e Festas de 15 Anos.
Claro que nem sempre podíamos desfrutar de uma orquestra ao vivo mas, sem deixar a desejar, os conjuntos e grupos de músicos animavam a noite.
Na postagem meu amigo colocou a grande orquestra de Glenn Miller interpretando o sucesso “In The Mood”, gravado originalmente em 1939.
Mas, para relembrar nossos bailes, vamos postar a versão brasileira, feita por Aloísio de Oliveira. O hit, com uma letra bem-humorada, foi lançado e gravado pela nossa grande cantora Elza Soares, em um compacto simples, no ano de 1960.
Dessa vez estamos falando sobre “Killing me softly with his song“, de Norman Gimbel, famosa canção que fez sucesso na interpretação de Roberta Flack, na década de 80.
No início dos anos 90, a nossa Joanna, cantora Romântica ou Brega, emplacou a versão feita por Paulo Sérgio Valle.
O título da música em português ficou sendo “Morrendo de Amor”.
Uma canção gravada por vários artistas brasileiros: João Gilberto, Nara Leão, Elis Regina, Sylvia Telles, Maria Creuza e , mais recentemente, por Fernanda Takai.
A música foi escrita por Vinícius de Moraes e Tom Jobim no ano de 1961.
A sua versão em inglês, que tem o título de “How Insensitive“, foi regravada no exterior por vários artistas.
Com vocês, “Insensatez” na bela interpretação de Fernanda Takai.
O álbum, lançado no ano de 1992, traz as gravações feitas, ao vivo, de um especial da TV Globo realizado em 1982.
Jorge Ben Jor interpreta diversos sucessos seus, com as participações de Gal Costa (em “Que Pena”), Tim Maia (em “Lorraine“), Caetano Veloso (em “Ive Brussel”), Fábio Jr. (em “Katarina, Katarina“) e Baby Consuelo (em “Curumim Chama Cunhatã que Eu Vou Contar (Todo Dia Era Dia de Índio)“).
Hoje vamos curtir “Katarina, Katarina”, com Jorge Ben Jor e Fábio Jr.
Muitas vezes as pessoas creditam ao intérprete a composição da música. Isso acontece, fortemente, com as músicas de Roberto Carlos.
Basta a música ter sido gravada pelo “Rei” e as pessoas já pensam que ele é o autor.
É bem verdade que ele compôs várias canções em parceria com Erasmo Carlos. Aliás, uma parceria que começou quando Roberto ia se apresentar cantando uma música de Elvis Presley, “Hound Dog” (na época ele fazia cover do Elvis) mas não tinha a letra, então lhe foi apresentado o Erasmo que lhe emprestaria o disco.
Mas, hoje vamos relembrar uma bela canção, um verdadeiro “Soul”, que o saudoso Tim Maia escreveu para Roberto Carlos gravar no álbum de 1969 e fez parte da trilha sonora do filme Roberto Carlos e o Diamante Cor-de-rosa, de 1970: “Não Vou Ficar”.
Na verdade Tim queria que Roberto gravasse “Você”, composta por ele, mas o “Rei” não aceitou e Tim gravou e fez o maior sucesso em 1971.
Então, vamos curtir “Não Vou Ficar” na interpretação de seu autor: Tim Maia.