O Samba-Soul

Carlos Dafé Hoje vamos relembrar o grande sucesso de Carlos Dafé, gravado em 1977.

A música era faixa do álbum Pra que vou recordar.

O nome da canção : “Pra que vou recordar o que chorei”.

Esse samba-soul, maior sucesso de Carlos Dafé, rendeu ao autor e intérprete o apelido de “Príncipe do Soul”, dado por Nelson Motta.

A música teve mais de cem regravações (em português, inglês, espanhol e até em russo, como diz o próprio Carlos). Entre cantores brasileiros que a regravaram, em diferentes ritmos e estilos, podemos citar: Tim Maia, Mart’nália, Dudu Nobre, Cláudio Zoli e Patrícia Marx.

A música também fez parte da trilha sonora da novela Dona Xepa, exibida pela TV Globo em 1977.

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A trilha do filme de Mautner

Caetano e Mautner “Jorge Mautner – O Filho do Holocausto” é um filme brasileiro de 2012 escrito e dirigido por Pedro Bial e Heitor D’Alincourt. O documentário retrata a história de Jorge Mautner.

O álbum com a trilha sonora do filme, também lançado em 2012, traz 14 músicas, interpretadas por Jorge Mautner em dueto com outros interpretes.

A música que vamos curtir chama-se “Tarado”, composta anos antes do filme, por Jorge Mautner e Caetano Veloso, que interpretam, juntos, a canção.

O sucesso fez parte no álbum de Caetano Veloso e Jorge Mautner, lançado em 2002, chamado Eu Não Peço Desculpas.

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Brega ou Dramalhão ?

Fernando Mendes Esta é do ano de 1978.

Ganhou um disco de ouro e o “Prêmio Villa Lobos“, de disco mais vendido.

O nome da música : “Você Não Me Ensinou a Te Esquecer”.

O autor e intérprete : Fernando Mendes.

Pode ser que você não se lembre, mas a canção voltou ao cenário musical com a regravação feita por Caetano Veloso para a trilha sonora do filme Lisbela e o Prisioneiro, no ano de 2003.

Como você pode verificar, a gravação original de Fernando Mendes é em um estilo “brega”, romântico, enquanto que a de Caetano é um grande “dramalhão”, voltada para o estilo teatral em que se passa o filme.

Bem, cabe a você decidir a sua preferência.

Para curtir a gravação de Caetano Veloso, clique aqui.

Ainda existe uma gravação no estilo “sertanejo” feita por Bruno e Marrone.

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Acaso

Ivan Lins Essa dica foi enviada como um post no Facebook.

Meu grande Amigo Luiz Renato postou esse presente.

Ivan Lins e banda, em seu DVD – Ivan Lins – Saudades de Casa , interpretam “Acaso”, composta por Ivan junto com Abel Silva.

A música é uma beleza, como todas as demais que Luiz Renato posta em sua Timeline, e inclui um solo de baixo sensacional, executado por Nema Antunes.

Vale a pena conferir, curtir e compartilhar.

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Trem-bala

Ana Vilela Não se assustem, não estamos falando sobre o majestoso projeto do trem-bala que ligaria o Rio de Janeiro a São Paulo. Isso, afinal, como tantos outros projetos da  Copa das Copas, acabou ficando apenas no papel, depois de consumir alguns milhões de reais.

Estamos falando da música “Trem-bala”, de autoria de Ana Vilela.

Essa jovem paranaense, da cidade de Londrina, compôs essa bela canção e começou a publica-la no YouTube e no Whatsapp.

O sucesso foi enorme, obtendo rapidamente mais de um milhão de acessos.

Em sua página do Facebook, Ana Vilela postou:

“ Há um pouco mais de 40 dias postamos um vídeo que tomou proporções que não imaginávamos. E hoje, depois de um milhão de visualizações, comemoramos a primeira apresentação em rede nacional.
Agradecemos a todos os seguidores, fãs (recentes ou antigos), amigos e familiares. Obrigada pelo amor e carinho. Sem vocês, nosso sonho não aconteceria.
Aí vai, novamente, o vídeo onde tudo começou.
(Equipe Ana Vilela)  em 03/12/2016 “.

Então, vamos curtir e compartilhar.

Hoje o vídeo já conta com 2.092.114 visualizações.

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Adriana Calcanhotto na trilha da novela

Bethania e Calcanhotto A compositora gaúcha, Adriana Calcanhotto, acaba de emplacar mais um sucesso.

Sua composição “Era Pra Ser” enriquece a excelente trilha sonora da novela A Lei Do Amor, da Rede Globo.

A música foi lançada nas plataformas digitais no início do mês de outubro em uma gravação “single” da cantora Maria Bethânia.

Maria Bethânia, uma das maiores cantoras brasileiras, baiana que marcou grande presença no Movimento Tropicalista, chega aos seus 70 anos nos brindando com mais esse grande sucesso.

Vamos curtir essa beleza, composta por Adriana Calcanhotto, na interpretação de Maria Bethânia.

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