Foi lançada em 1989 no álbum A Panela do Diabo, que reuniu a dupla de cantores/compositores Raul Seixas e Marcelo Nova.
Marcelo Nova foi vocalista da banda baiana Camisa de Vênus, desde o início dos anos 1980 até o seu primeiro final em 1987. Em 1988, iniciou sua carreira solo e, no ano seguinte, gravou esse LP ao lado de Raul Seixas.
Infelizmente, dois dias após o lançamento do disco, Raul Seixas faleceu vítima de um ataque cardíaco. Mas deixou um grande legado musical para as futuras gerações.
Com vocês: “Rock N Roll”, interpretado por Raul Seixas e Marcelo Nova.
Continuando nossa série sobre os carros na MPB, vamos postar um sucesso que fala especificamente de uma marca de automóvel brasileiro que teve sua época nos saudosos anos 60 : o Simca Chambord.
Simca Chambord foi o nome de um automóvel produzido pela Simca francesa entre 1958 e 1961, desenvolvido a partir do Simca Versailles. Tal como este, imitava os automóveis americanos da época. Foi o primeiro automóvel de luxo a ser construído no Brasil sob licença, desde 1959 até 1967. O Chambord também marcou uma época por ser o veículo usado pelo ator Carlos Miranda, protagonista da popular série de TV – O Vigilante Rodoviário.
Apesar de sua boa aparência, a primeira versão do Chambord tinha o desempenho comprometido pelo motor Aquilon, um V8 fraco de válvulas no bloco, herança da Ford francesa, o que lhe valeu o apelido jocoso de “O Belo Antônio” (bonito, mas impotente). Em 1964 sua carroceria foi reformulada e recebe o motor Tufão de 100hp.
“Simca Chambord” é o nome de uma canção da banda brasileira Camisa de Vênus, que fazia uma homenagem ao veículo.
Camisa de Vênus é uma banda de rock brasileiro que foi formada em Salvador em 1980 e encontra-se em atividade até hoje. Fez grande sucesso no cenário brasileiro dos anos 80, sendo uma banda tida como mais “suja” do que as outras pelo seu nome (na época era muito utilizado como sinônimo de preservativo) e pelos palavrões nas letras. Suas principais músicas são: Bete Morreu, Eu Não Matei Joana D’Arc, Simca Chambord, Deus Me Dê Grana eSó o Fim.
Em se tratando de “rock” e não de um “mix” de estilos musicais, sentimos falta de diversas bandas e cantores nacionais que fazem o verdadeiro rock. Sem falar nos internacionais, que foram substituídos, em grande parte, pelos “pops” que não passam de geradores de dinheiro para as gravadoras e, quase sempre, são descartados em uma próxima “temporada”.
Assim, como sugestão, poderíamos ter um festival tipo “Forgotten In Rio” que, certamente, contaria com a presença de muitos roqueiros que não fizeram parte do atual “Rock In Rio”.
E, claro, contaria com muitos outros cantores e bandas nacionais e internacionais que fariam a plateia delirar com um genuíno show de rock.
Deixaríamos de ter “micaretas” e “pops”. Teríamos o autentico rock.
Não somos contra, muito pelo contrário, dos outros estilos da MPB mas, se a cantora é fraca, deixa ela ficar cantando bossa nova em New York onde será sucesso garantido.
Se o cantor já não tem aquela voz bela e segura, se ele não tem uma boa pronúncia de outro idioma, não peçam para ele abrir o festival, pois nem uma orquestra sinfônica por detrás vai conseguir segurar o fracasso da apresentação.
E vamos deixar o “axé” para o carnaval.
Não precisamos “tirar o pé do chão”, basta sentir a “vibração do rock no coração”.
Bem, a ideia está lançada, só faltam os patrocinadores.
Vocês podem sugerir outros nomes para esse grande festival.