O Trio que levou o frevo para a Bahia

Trio Trio Elétrico é o nome pelo qual, no Brasil, é chamado o caminhão adaptado com aparelhos de sonorização para a apresentação de música ao vivo, através de alto-falantes, em que são executados samba, frevos e outros ritmos. É um dos maiores fenômenos de massa do Brasil que teve sua origem em Salvador, no ano de 1950.

Dodô e Osmar foram os inventores do trio elétrico do carnaval baiano.

Antônio Adolfo Nascimento – Dodô – e seu amigo Osmar Álvares Macêdo adaptam uma “forbica” (um Ford 1929) ligando à bateria do automóvel um violão e um protótipo de guitarra e saíram pelas ruas executando o ritmo recifense, com enorme sucesso. Estava, assim, instituída a dupla elétrica Dodô e Osmar. Depois, incluíram mais um membro, Temístocles Aragão, formando assim o trio elétrico, em 1951. No ano de 1974, Armando da Costa Macêdo, conhecido como Armandinho,  filho de Osmar, juntou-se a seu pai e outros músicos para formar a banda Trio Elétrico Armandinho, Dodô & Osmar, lançando diversos discos carnavalescos ao longo da década de 80.

Moraes Moreira também se apresentava com essa nova banda e é com eles que vamos curtir esse belo frevo.

Para vocês curtirem: “Vassourinha Elétrica”, de Moraes Moreira, uma justa homenagem ao frevo “Vassourinhas”, composição de Matias da Rocha e Joana Batista Ramos, no ano de 1909. Considerada, até os dias de hoje, a música mais tocada nos carnavais das cidades do Recife e de Olinda.

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O importante é o Carnaval…

Jair Rodrigues Esse é o grande lema do povo brasileiro: “o importante é o Carnaval”.

Apesar de todas as dificuldades que o Brasil passa atualmente, com tanta crise politica e econômica, o povo parece se importar mesmo é com samba, praia e futebol.

As varias manifestações reivindicando mudanças na atual situação se mostram menores do que qualquer “micareta”, “trio elétrico” ou “bloco de carnaval”.

E, partindo desse lema, lembramos de um samba composto pelo saudoso Wando, que fez enorme sucesso na gravação de Jair Rodrigues.

Vamos relembrar e curtir: “O Importante é Ser Fevereiro”.

O verdadeiro Carnaval vai acontecer quando o Brasil mudar.

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E a Portela inovou em 2015

Mais uma vez a querida Portela não conquistou o título de Campeã. Seu último título aconteceu no ano de 1984.

Aguia Redentora O Grêmio Recreativo Escola de Samba Portela é uma das mais tradicionais e conhecidas escolas de samba da cidade brasileira do Rio de Janeiro. É carinhosamente chamada de “A Majestade do Samba” e forma, juntamente com a Deixa Falar e a Mangueira, a tríade das escolas fundadoras do carnaval carioca.

Adotando como símbolo a águia e as cores azul e branco, a Portela conquistou 21 títulos do carnaval, marca imbatível até hoje. Essa marca inclui um heptacampeonato e um tetracampeonato, respectivamente entre 1941-1947 e 1957-1960.

A escola de samba é responsável por algumas inovações nos desfiles de carnaval. Por exemplo, em 1935, foi a primeira escola a introduzir uma alegoria – um globo terrestre. No carnaval de 1939 apresentou aquele que é considerado o primeiro samba de enredo, além de levar ao desfile fantasias totalmente enquadradas ao enredo. Também introduziu a comissão de frente e, mais tarde, a primeira escola a uniformizá-la.

Sua bateria é chamada de A Tabajara do Samba“, e tem como característica principal o toque do Surdo de Terceira inventado por Sula na década de 1940, e o toque das caixas com uma rufada peculiar. Foi uma das baterias mais pesadas do carnaval carioca e contava com um grande número de surdos de Primeira, Segunda e Terceira. Nos últimos anos, a escola mudou essa característica para se adaptar ao andamento mais rápido.

O enredo para 2015 foi sobre os 450 anos da cidade do Rio de Janeiro. O título do enredo é “Imagina RIO – 450 Janeiros de uma Cidade Surreal“.

Nas inovações deste ano a Portela iniciou seu desfile com um salto de pára-quedistas que pousaram na avenida, utilizou vários drones com temas inseridos no enredo e, a grande obra, apresentou a “Águia Redentora” (uma águia em forma de Cristo Redentor em cima de um imenso bolo de aniversário para a Cidade Maravilhosa).

Com 30 metros de altura a “águia” precisou se abaixar para passar pela torre da imprensa na Sapucaí. A manobra causou apreensão no público, que delirou após  a bela performance. Vejam o vídeo :

Na apuração, a escola de Osvaldo Cruz terminou na quinta colocação.

Curtam o grande samba deste ano de 2015 :

Enfim, coisas do Carnaval…

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Está Chegando A Hora

Alegria Alegria Essa música não pode faltar. Todos os finais de Bailes de Carnaval, antes do nosso “hino” Cidade Maravilhosa (para os bailes no Rio de Janeiro), esse sucesso é cantado com alegria e emoção.

Está Chegando A Hora”, versão da canção mexicana Cielito Lindo, dos anos 40.

Uma das melhores regravações do sucesso é do nosso saudoso Wilson Simonal, no álbum “Alegria, Alegria !!!”, de 1967.

E neste final de Carnaval / 2015 não poderíamos deixar de relembrar:

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Colombina YÊ YÊ YÊ

João-Roberto-Kelly

Já que estamos no Carnaval brasileiro, vamos postar uma marchinha de João Roberto Kelly e David Nasser : “Colombina YÊ YÊ YÊ”.

 

Gravada por Roberto Audi, a marchinha foi um sucesso no ano de 1967.

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Cadê a Viga ?

CarnavalEm tempos de Carnaval no Brasil, vamos postar essa marchinha vencedora de um concurso no Rio de Janeiro.

Cadê a Viga ?”, de Cassio e Rita Tucunduva, foi eleita a grande campeã do 9º Concurso Nacional de Marchinhas Carnavalesca.

Marchinha-charge criada após o sumiço, em outubro de 2013, de seis vigas de sustentação do Elevado da Perimetral, demolido durante a reforma da zona portuária do Rio. Avaliadas em R$ 1,5 milhão, as vigas de aço (que mediam 40 metros de comprimento e, juntas, pesavam 120 toneladas) evaporaram sem qualquer explicação da Prefeitura do Rio e logo viraram tema de artigos de jornal, debates de rádio, noticiários de TV.

Ouçam esta interessante marchinha :

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Fontes: