Um poema de Ferreira Gullar musicado por Fagner

Ferreira Gullar Ferreira Gullar, pseudônimo de José Ribamar Ferreira (São Luís, 10 de setembro de 1930) é um poeta, crítico de arte, biógrafo, tradutor, memorialista e ensaísta brasileiro e um dos fundadores do neoconcretismo. Em 1971, depois de ter sido preso por se manifestar contrario ao regime militar existente no Brasil, partiu para o exilio, morando na Rússia, Chile, Peru e Argentina. Nessa época enviava matérias para o semanário “O Pasquim” com o pseudônimo de Frederico Marques. Quando vivia em Moscou escreveu o poema “Cantiga Para Não Morrer”, baseado em uma profunda relação amorosa. Anos depois, o cantor Fagner fez uma música com esse poema e colocou o nome de “Me Leve”. Ouçam esse belo poema na bela interpretação de Fagner:

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Borbulhas de Amor

Fagner

Em 1991 Raimundo Fagner gravou a música “Borbulhas de Amor”.

Incluída em seu álbum Pedras Que Cantam, tornou-se imediatamente sucesso nacional. O disco recebeu disco de platina tripla por vender 750 mil exemplares, e suas canções, incluindo “Borbulhas de Amor“, ficaram durante oito meses nos primeiros lugares nas rádios do Brasil.

A canção é uma versão feita por Ferreira Gullar para a canção “Borbujas de Amor”, do dominicano Juan Luís Guerra.

Ouçam e relembrem esse sucesso:

https://www.youtube.com/watch?v=3BaEbiarmc8

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Nem tudo no Brasil é Samba…

Apesar do Samba ser o gênero musical mais conhecido e divulgado mundialmente como a música brasileira, nossa cultura musical engloba diversos ritmos e estilos, com influências das diversas regiões onde nasceram.

Claro que nem todos são de agrado do público em geral, mas todos tem seus seguidores.

Heitor Vila-LobosAqui, em nosso Blog, divulgamos muito da MPB, da Bossa-Nova, do Rock Brasileiro e até do Brega (como foi batizado pela “crítica” o nosso Pop).

Entretanto, temos também os nosso “clássicos”, “eruditos” e “barrocos”.

Um amigo irlandês, apreciador da boa música brasileira, chega a vibrar de alegria e emoção quando conversamos sobre Villa-Lobos.

Em nossa recente passagem pelo Rio de Janeiro, resolvi presentear esse meu amigo trazendo-lhe um CD com músicas do nosso grande Maestro.

De passagem pelas Lojas Americanas, resolvi entrar e perguntar se haviam CDs de Villa-Lobos. A minha surpresa foi com a resposta da vendedora “especializada” da seção:

“- Ele é um cantor nacional ou internacional ?”.

Nem me dei ao trabalho de responder, visto que as prateleiras estavam inundadas de “pagodes de trilhas sonoras de novelas”, “funks” e outras “pérolas”.

Senti uma imensa saudade da “Modern Sound”, loja onde você encontrava de “tudo” e os vendedores conheciam do assunto.

Mas, para aqueles que não sabem, reproduzo uma parte do texto existente no Wikipédia:

Heitor Villa-Lobos (Rio de Janeiro, 5 de março de 1887 – Rio de Janeiro, 17 de novembro de 1959) foi um maestro e compositor brasileiro. Destaca-se por ter sido o principal responsável pela descoberta de uma linguagem peculiarmente brasileira em música, sendo considerado o maior expoente da música do modernismo no Brasil, compondo obras que enaltecem o espírito nacionalista, ao qual incorpora elementos das canções folclóricas, populares e indígenas.”

Pesquisando pela internet, vi que nosso Maestro ainda desperta interesse e tem suas obras executadas por diversos países, como você pode ver no vídeo do “Recital do Duo Santoro (Paulo e Ricardo Santoro, violoncelos) e Ana Letícia Barros (percussão) em Santo Domingo, Capital da República Dominicana – Teatro Nacional Eduardo Brito” , interpretando “Trenzinho Caipira” :

Trenzinho Caipira é uma composição de Heitor Villa-Lobos e parte integrante da peça Bachianas Brasileiras nº 2. A obra se caracteriza por imitar o movimento de uma locomotiva com os instrumentos da orquestra.

Anos depois, a melodia recebeu letra composta por Ferreira Gullar.

Vejam o grupo Boca Livre interpretando um medley de “Trenzinho do Caipira” e “Correnteza” (de Antônio Carlos Jobim / Luiz Bonfá):

Quanto ao presente para meu amigo, felizmente encontrei em outra loja.

Então, o que vocês acham ?

Saudades das “boas” lojas de discos ?

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Letras das Músicas:

Fontes: