O samba também é um produto brasileiro de exportação.
E um grupo musical que muito fez, e ainda faz, pela divulgação de nossa cultura é o “Exporta Samba”.
Grupo de samba fundado em 14 de Julho de 1969 que contou também em sua primeira formação com o cantor e compositor Dominguinhos do Estácio (Domingos da Costa Ferreira).
Em 1980, participou do “Festival MPB Shell”, da TV Globo com a música “Reunião de Bacana”, de autoria de Ary do Cavaco e Bebeto Di São João.
No vídeo abaixo vocês vão poder ouvir a interpretação de “Reunião de Bacana” e “Parei de Gritar”.
A música, apesar de ter sido composta em 1980 parece que foi feita para os dias de hoje.
Para ver a letra da música “Reunião de Bacana”, clique aqui.
Para celebrar o verão no hemisfério norte que parece estar chegando e promete ser bem “gostoso”, nada melhor do que relembrar o sucesso de Marina Lima intitulado “Uma Noite e Meia”, composição dela com o irmão Antônio Cicero.
O vídeo abaixo mostra Marina Lima em sua apresentação no Holywood Rock, na Praça da Apoteose – Rio de Janeiro, em 1988.
Afinal, o verão é a estação do ano preferida por todos os brasileiros e, em especial, pelos cariocas.
Com o The Point Carioca não poderia ser diferente.
Entre as diversas histórias e controvérsias da MPB uma delas foi a alteração do nome da música “Fio Maravilha” para “Filho Maravilha”.
O grande sucesso de Jorge Ben Jor, feito para homenagear o jogador Fio do Flamengo que fez um “gol de placa” na vitória por 3×2 contra o Benfica de Portugal, recebeu o premio de Menção Honrosa no ” VII – FIC FESTIVAL INTERNACIONAL DA CANÇÃO”, realizado no Maracanãzinho em 1972, em uma famosa interpretação de Maria Alcina.
O VII – FIC revelou nomes como Ednardo, Fagner, Belchior, Alceu Valença, Raul Seixas, Sérgio Sampaio, Hermeto Pascoal, Raul Seixas, Renato Teixeira, Sirlan, Paulo César Pinheiro, Rildo Hora, Ruy Mauriti, entre muitos outros compositores e intérpretes.
Vejam o vídeo da apresentação de Maria Alcina no VII – FIC:
A alteração do nome da música, de “Fio” para “Filho”, foi devido a um processo que o jogador (Fio Maravilha) moveu contra o autor da música reivindicando direitos autorais por uso de seu nome.
Depois de mais de 20 anos da referida alteração, o impasse parece ter sido solucionado.
Em uma entrevista, Fio lamenta e diz que tudo não passou de uma ação movida por seu advogado e que nunca teve interesse em prejudicar o autor.
Vejam no vídeo abaixo a reportagem feita para o “Esporte Espetacular” em que Fio Maravilha explica o problema.
Parece que, finalmente, o caso ficou esclarecido e resolvido.
No vídeo abaixo vocês podem ver Jorge Ben Jor interpretando “Filho Maravilha”, com um novo arranjo, diferente do original de 1972.
Para ver e acompanhar a letra da música, clique aqui.
Neste final de semana aconteceu o “Dublin Bay Prawn Festival” em Howth, na Irlanda, como divulgamos na coluna de Eventos de nosso Blog.
O Carioca e sua turma compareceu, assim como diversos brasileiros que vivem na área de Dublin.
Posso dizer que de Festival a turma irlandesa mostrou que não entende muito. O “Dublin Bay Prawn Festival” trata-se de vários “eventos” internos em restaurantes e pubs da área, onde você acaba gastando muito dinheiro, diferentemente das nossas famosas “feiras” e “festivais”.
De “barraquinhas” com quitutes de camarão existiam apenas uma meia-dúzia, e com preços nada razoáveis. Por exemplo: uma torradinha com um creme de camarão = 1,50 euro; uma torradinha com uma fatiazinha de salmão = 1,50 euro; um vol-au-vent de camarão = 3 euros… e por ai vai. Além de que em nenhum lugar se vendia bebidas. Nem o nosso tradicional camelô com isopor vendendo refrigerantes, quanto mais aquele nosso conhecido vendedor de mate gelado.
Acabei gastando 9 euros em 4 torradinhas e um vol-au-vent, engolidos a seco.
O horário das “barraquinhas” também deixaram a desejar. Todas fecharam as 4 da tarde. Enquanto a praça de Howth fervia de pessoas.
Acho que eles precisavam fazer um estágio ou visitar nossas “Feiras da Providência” ou qualquer “Festa Junina” para aprenderem o que é um “festival”.
Encontramos, em um local longe das “barraquinhas”, um trailer de brasileiros vendendo camarões (zinhos) empanados, com uma boa pimentinha brasileira. A porção (zinha) nos custou 8 euros.
Depois dessa, que serviu apenas para abrir o apetite, o melhor caminho foi seguir para casa, passando em bom restaurante para almoçar e beber um bom vinho.
Lembrei-me, então, do famoso sucesso do conjunto Os Originais do Samba intitulado “Tragédia no fundo do mar”, que vocês podem relembrar no vídeo abaixo.