De novo Cristina

Tim Maia Já postamos uma outra canção feita com o nome de “Cristina”, composta por Tim Maia e Carlos Imperial e que foi lançada no álbum “Tim Maia, de 1970.

Mas, como dissemos naquele post, Tibério Gaspar, em 1979, teve um outra composição sua gravada por Tim Maia em seu álbum “Reencontro” com o título de “Canção Para Cristina”, que iremos curtir hoje.

Essa não é a mesma Cristina referenciada na gravação do ano de 1970. Trata-se de uma homenagem para Cristina Conrado, mulher de Tibério Gaspar, autor da canção.

Vale a pena relembrar, curtir e compartilhar.

A história da outra música  “Cristina” tem duas versões:

  • a primeira diz que no ano de 1970 Tim Maia e Guilherme Lamounier moravam no apartamento de Carlos Imperial, no Rio de Janeiro.Imperial não gostava de maconha, e Tim e Guilherme criaram um código para falar que iriam dar um tapa no baseado: ‘Vou ver Cristina’. Aí nasceu Cristina”, segundo o biógrafo Denilson Monteiro.
  • a outra versão, que roda pela internet, diz que a Cristina, por quem Tim Maia era apaixonado, era empregada na casa da sua amiga Maria Gladys, atriz e dançarina do programa de TV de Carlos Imperial (Clube do Rock).”

 

The Point Carioca - Blog

Mais uma vez Eliane Elias

Eliane Elias A brasileiríssima Eliane Elias, que faturou os prêmios Grammy Awards na categoria de Melhor Álbum de Jazz Latino nos anos de 2016 e 2017, já constou em alguns posts nossos.

Hoje vamos relembrar uma apresentação no AVO Session, em Basel (Basiléia – Suíça), do ano de 2010.

Eliane Elias (Vocal e Piano), junto com Rubens de La Corte (Guitarra), Marc Johnson (Baixo) e Rafael Barata (Bateria e Percussão), interpretaram “Falsa Baiana”, um dos maiores sucessos da MPB, criado por Geraldo Pereira no ano de 1944.

A historia dessa música é a seguinte: Conta-se que, durante o Carnaval de 1944, Geraldo Pereira conversava com o amigo Roberto Martins, também compositor, em uma mesa no Café Nice, no centro do Rio de Janeiro. Em dado momento a esposa de Roberto chegou toda fantasiada de baiana, mas demonstrando uma total desanimação. Roberto aproveitou e mandou o comentário: “olha aí Geraldo, a falsa baiana…”. Quatro meses mais tarde, aproveitando o mote que o amigo havia lhe dado, Geraldo Pereira lançou a composição que estourou na gravação de Ciro Monteiro.

Mas, hoje vamos curtir Eliane Elias e relembrar esse belo samba.

Café Nice foi um café-bar da cidade do Rio de Janeiro que, na primeira metade do século XX, reunia a boemia carioca e foi palco de muitos acontecimentos no meio artístico e, por isto, objeto de várias referências culturais. Estava situado na Avenida Rio Branco, número 174.

The Point Carioca - Blog

Relembrando a Jovem Guarda: A Primeira Lagrima

Renato e Seus Blue Caps Lançada em 1966 no álbum Um Embalo com Renato e Seus Blue Caps, da banda de mesmo nome, o sucesso “A primeira lágrima” marcou presença nas tardes de domingos, nos tempos da Jovem Guarda.

A canção é de autoria de Renato Barros, líder do conjunto, que tem inúmeros outros sucessos com diversos parceiros.

Dizem que Renato compôs a música para Lilian Knapp (da dupla Leno e Lilian), sua antiga namorada, mas, segundo o próprio, a música foi criada dentro de um taxi, tentando fazer uma canção ao estilo de Beach Boys, sem relação alguma com o término de seu relacionamento.

Vamos relembrar e curtir “A primeira lágrima”, com o conjunto Renato e Seus Blue Caps.

The Point Carioca - Blog

Uma música de Nando Reis dedicada a Cássia Eller

All StarAll Star” é uma canção do cantor e compositor brasileiro Nando Reis, composta em 1998, quando o cantor e sua banda (Titãs) foram para o Rio de Janeiro gravar um álbum que sucederia o Acústico MTV .

Nando tinha muitas canções compostas pelo próprio em mãos e sabia que elas não seriam aproveitadas. Assim, chamou dois amigos para mostrá-las, Lan Lan e Fernando Nunes. Cássia apareceu junto com eles e sempre acompanhava os ensaios do grupo. A partir daí, Cássia e Nando ficaram muito próximos e ele passou a freqüentar o apartamento dela que ficava localizado no bairro das Laranjeiras.

O nome da canção se deu devido Cássia Eller costumar usar um All Star azul que Nando achava charmoso. Ele também tinha um tênis desse tipo que havia ganhado de sua mãe, mas o dele era um cano alto que havia sido encomendado após ele ter visto a capa do disco Living in the Past, do Jethro Tull, no qual Ian Anderson vestia um.

Vale a pena relembrar o sucesso.

Em 2017 Nando Reis postou vídeo no YouTube mostrando os calçados que inspiraram o título da canção, no caso o seu original e um de Cássia que não fora o utilizado como mote inspirador da canção (confira).

The Point Carioca - Blog

Uma versão de um verdadeiro Hully Gully

The Fevers A canção de hoje foi lançada pelo grupo The Fevers no ano de 1965.

Trata-se de uma versão feita por Pedrinho que fez parte de um compacto simples. O disco também incluía “Ilusão Perdida”, de Rossini Pinto.

Mas, o nome da versão do nosso post de hoje é “Wooly Bully”, assim como o nome original feito e lançado pelo grupo americano Sam the Sham and the Pharaohs em março de 1965.

A história da música original conta que, para o seu álbum de estréia, o cantor Sam the Sham queria fazer uma homenagem à dança do Hully Gully. O departamento jurídico da gravadora temia usar esse título devido à existência de outra música com um título similar. A música recebeu luz verde depois que Sam reescreveu as letras e substituiu “Hully Gully” por “Wooly Bully“. Ainda, de acordo com Sam, o nome de seu gato era ‘Wooly Bully’, o que facilitou a escolha do título.

O vídeo abaixo foi gravado no ano de 2005, quando a Jovem Guarda completou 40 anos. ***** Vídeo retirado do Youtube ****

Apesar da letra da versão falar que o nome da dança é Wooly Bully, o correto é Hully Gully.

Vale a pena curtir, relembrar e compartilhar.

A gente era feliz e não sabia.

The Point Carioca - Blog

Continuando com os nomes de mulheres: Daniela

Biquini Cavadao Apesar da letra da canção falar em Daniela, o nome da música é “Dani”.

Um dos grandes sucessos da banda Biquíni Cavadão.

A composição de Álvaro, Bruno, Miguel, Manno Góes e Carlos Coelho foi incluída no álbum Ao Vivo, lançado em 2005.

Conta-se, como história da música, que se trata de uma homenagem pelo aniversário de uma funcionária de um bar do bairro do Jardim Botânico, no Rio de Janeiro, que a banda costumava freqüentar.

A moça, que se chamava Daniela, tinha o apelido de Dani e a letra faz, então, uma brincadeira divertida com esse apelido.

Vamos curtir e compartilhar.

The Point Carioca - Blog