Geraldo Theodoro Pereira, também conhecido como Geraldo Pereira (Juiz de Fora, 23 de abril de 1918 — Rio de Janeiro, 8 de maio de 1955), foi um sambista e compositor brasileiro. Criou o samba sincopado que influenciaria a Bossa Nova anos mais tarde.
Uma de suas mais conhecidas composições é “Falsa Baiana”, regravada por Gal Costa no álbum Gal Fa-Tal (A Todo Vapor), lançado em 1971.
Originalmente, o sucesso foi lançado em 1944, em uma gravação de Cyro Monteiro.
João Gilberto também gravou o samba, no mais verdadeiro estilo Bossa Nova.
Conta-se que o samba foi inspirado na esposa do compositor Roberto Martins, que era incapaz de sambar no carnaval, usando uma fantasia de baiana.
No vídeo abaixo você vai curtir o saudoso Roberto Silva, acompanhado de Roberta Sá, interpretando a canção. O vídeo faz parte do DVD Cidade do Samba, lançado em 2007.
Roberto Silva faleceu no Rio de Janeiro em 9 de setembro de 2012, era conhecido como “O Príncipe do Samba”.
Geraldo Pereira morreu de forma estranha, em um hospital, meses após uma briga com o capoeirista Madame Satã.
“Mais Uma Vez”, faixa do álbum/vídeoInfinito ao Meu Redor, de Marisa Monte, lançado em 2008.
Infinito ao Meu Redor é um documentário sobre a cantora brasileira Marisa Monte que teve pré-estréia em 8 de outubro de 2008, no saudoso cinema Cine Leblon, na cidade do Rio de Janeiro.
O álbum recebeu a certificação de platina dupla pela ABPD, sendo o quarto lançamento mais vendido no Brasil em 2008.
Marisa Monte já vendeu mais de 10 milhões de álbuns, fazendo dela uma recordista de vendas no Brasil. Ganhou quatro prêmios Latin Grammy e é considerada por muitos críticos como uma das melhores cantoras brasileiras de todos os tempos.
“Mais Uma Vez” fez parte da trilha sonora da novela Caras & Bocas, da Rede Globo.
Falam, pela internet, a seguinte história para esta música: “que Marisa compôs para seu primeiro filho, por deixá-lo em casa e voltar a fazer turnês.”
Todos nós conhecemos Paulo Sérgio Valle, famoso compositor e letrista brasileiro, irmão do também compositor Marcos Valle.
Paulo Sérgio começou sua carreira em 1963 compondo Bossa Nova quando, com o irmão, compôs em 1965 a canção “Samba de Verão”, que se tornaria uma das canções brasileiras mais famosas e executadas no exterior.
Outra canção muito famosa de Paulo Sergio Valle foi composta em parceria com José Augusto no final da década de 1980. Rejeitada pelo produtor musical de José Augusto, a canção foi gravada por Leonardo Sullivan, a pedido de seu irmão Michael Sullivan. Mesmo assim, por falta de trabalho da gravadora, continuou sendo pouco divulgada.
Quando a dupla Chitãozinho e Xororó pediu para gravar a canção e a incluiu em seu álbum de 1990, o sucesso estourou. Tornou-se um dos maiores sucessos da música sertaneja brasileira.
A música já teve mais de 80 regravações, inclusive em francês, inglês e italiano.
O nome da canção: “Evidências” (de José Augusto / Paulo Sérgio Valle).
Para relembrar e curtir o sucesso na voz de José Augusto.
José Augusto (Rio de Janeiro, 16 de agosto de 1953) é um cantor e compositor brasileiro.
Paulo Sérgio Valle (Rio de Janeiro, 6 de agosto de 1940) é um compositor e letrista brasileiro.
Um grande vídeo, belo documentário, que encontramos no Youtube e compartilhamos com vocês.
“COISA MAIS LINDA – HISTÓRIAS E CASOS DA BOSSA NOVA”, lançado no ano de 2005.
Na descrição do vídeo, consta :
“Um painel histórico, musical e informativo sobre o nascimento da Bossa Nova nos anos 1950. O movimento musical atingiu o ápice em 1962, quando se internacionalizou definitivamente em um concerto do Carnegie Hall (Nova York). Apresentado por Roberto Menescal e Carlos Lyra, contando várias e divertidas histórias que marcaram o movimento na época.”
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Uma história que começa com uma bela canção, retratando um novo modo de vida da juventude carioca, e teve um triste final, com a morte de sua fonte de inspiração.
No ano de 1980, Caetano Veloso rompeu a tradição de cantar a beleza feminina nas canções de louvor ao Rio de Janeiro, e utilizou a figura de um garoto da praia em “Menino do Rio”. A música tornou-se sucesso na voz de Baby Consuelo.
O garoto da praia era José Artur Machado, o surfista Petit, de 22 anos, criado na praia de Ipanema.
No começo dos anos 70, Petit era o símbolo de uma geração de jovens bronzeados, surfistas da praia de Ipanema, zona sul do Rio de Janeiro, que usavam parafina para tornar as pranchas menos escorregadias e dourar os cabelos compridos. Livre, solto, sem outro compromisso com a vida senão viver.
O “coração de eterno flerte” é uma metáfora riquíssima, Petit flertou o tempo todo com a vida, praticante de artes marciais, modelo nas horas vagas entre uma onda e outra. Ele vestiu como poucos o slogan da geração saúde, com o corpo aberto no espaço, sempre bronzeado pelo sol carioca.
Petit adorou a canção, mas não se mascarou, o comportamento continuou o mesmo.
Na madrugada de 29 de agosto de 1987, na garupa da moto de um amigo, Petit sofreu um acidente. A violenta pancada da cabeça contra o asfalto o deixou em coma por 40 dias. Ele sobreviveu, mas com o lado direito do corpo, rosto e boca paralisados.
Uma pessoa comum talvez conseguisse driblar o drama, mas não o “talentoso Petit”, como a ele se referem os amigos. Nessas condições, a vida se tornou insuportável para ele, inválido e recluso em seu apartamento, longe do mar que tanto amava, após uma vida toda acostumado a viver intensamente, ao sol, a praia, os esportes, as meninas, etc…
Quase dois anos depois, na tarde de 7 de março de 1989, aos 32 anos, Petit, o eterno menino do Rio, desistiu de sua vida. Trancou-se em seu apartamento e se enforcou com a faixa de seu quimono de jiu-jitsu. O peso da depressão, do isolamento de tudo e de todos foi uma carga demasiadamente pesada para que ele pudesse suportar.
Relembram a canção, na voz de Baby Consuelo (ou Baby do Brasil):
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O texto abaixo foi copiado da página de Ivan Lins no Facebook.
Ivan conta a história da música “Lembra de Mim”, composta em parceria com Vitor Martins.
Amigos,
“Lembra de Mim” foi composta em 1992, em Woodland Hills, L.A, Califórnia e faz parte de uma coletânea de canções feitas nesse período, que chamei de “Saudades do Rio”.
Já que não aguentava mais aquela cidade sem esquinas, onde você perde 6 horas por dia dentro de um automóvel, se não mais.
Muita saudade de meus parentes e amigos, e da natureza estonteante.
Pois bem, a melodia até que saiu rápido, mas havia certa melancolia em mim. Quando voltei ao Brasil, essa música ficou guardada por quase 2 anos. No final de 1994 comecei a pré-produção do CD “Anjo de Mim”, num apart hotel, em Sampa e foi ali que desovei 3 canções da coletânea, incluindo “Lembra de Mim”. Não tinha letra ainda, mas já estava nas mãos do Vitor Martins.
Quando chegou a letra, me deu um aperto no coração. Me veio a lembrança de uma paixão de juventude, que terminou quase bruscamente, me deixando mal quase 2 anos. Além de nunca mais ter visto, sentia medo de um dia reencontrá-la, para dizer a verdade.
O que realmente aconteceu há 10 anos, na saída de um show, no extinto Canecão, me balançou, mas depois passou.
Curiosamente, não sei se o Vitor pensou em alguém quando escreveu a letra. Ele é muito fechado nesses assuntos.
Mas o texto veste bem, tanta gente, né?
Abraços,
Ivan
Agora, curtam esse grande sucesso desta famosa dupla da MPB, que fez parte da trilha sonora nacional da novela “História de Amor“, da Rede Globo.