Neste Carnaval de 2022, atrasado pela “pandemia”, teremos os desfiles das Escolas de Samba, do Rio de Janeiro e São Paulo.
Os “blocos” continuam proibidos, mas esqueceram de avisar ao povo. As ruas ficaram lotadas de foliões.
Espero que a contaminação não se agrave pois, segundo as “autoridades” isso não irá acontecer. Acho que o vírus viajou para outro lugar, aproveitando o feriadão.
Vamos recordar uma canção composta por Luiz Bonfá e Antônio Maria, que é considerada uma das mais importantes canções no mercado do jazz brasileiro nos Estados Unidos, e ajudou a estabelecer o movimento da bossa nova no final da década de 1950.
Trata-se de “Manhã de Carnaval”, no vídeo interpretada por Susana Raya, cantora e compositora espanhola que reside em Amsterdam.
Vale a pena curtir e compartilhar.
Não se desesperem, as autoridades já estão pensando em um novo Carnaval em julho/2022, para o desfile dos blocos… e assim vamos…
Nao se trata de nenhuma “marchinha carnavalesca” e sim de uma pehrola musical que foi parte da trilha sonora do filme Orfeu Negro, em 1959.
O nome dessa joia musical : “Manhã de Carnaval”
Simplesmente essa bela cancao, composta por Luiz Bonfá e Antônio Maria, é considerada uma das mais importantes canções no mercado do jazz brasileiro nos Estados Unidos, que ajudou a estabelecer o movimento da bossa nova no final da década de 1950.
Existem também outras versões da música com letra adaptada para o inglês, mas a versão mais popular, até mesmo no estrangeiro, ainda é a de nome e letra em português. Vários grandes nomes da música já interpretaram esta canção, com versões instrumentais ou a versão original com vocais.
No video abaixo voce vai ver a interpretacao de André Rieu e sua bela orquestra.
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Apesar do Samba ser o gênero musical mais conhecido e divulgado mundialmente como a música brasileira, nossa cultura musical engloba diversos ritmos e estilos, com influências das diversas regiões onde nasceram.
Claro que nem todos são de agrado do público em geral, mas todos tem seus seguidores.
Aqui, em nosso Blog, divulgamos muito da MPB, da Bossa-Nova, do Rock Brasileiro e até do Brega (como foi batizado pela “crítica” o nosso Pop).
Entretanto, temos também os nosso “clássicos”, “eruditos” e “barrocos”.
Um amigo irlandês, apreciador da boa música brasileira, chega a vibrar de alegria e emoção quando conversamos sobre Villa-Lobos.
Em nossa recente passagem pelo Rio de Janeiro, resolvi presentear esse meu amigo trazendo-lhe um CD com músicas do nosso grande Maestro.
De passagem pelas Lojas Americanas, resolvi entrar e perguntar se haviam CDs de Villa-Lobos. A minha surpresa foi com a resposta da vendedora “especializada” da seção:
“- Ele é um cantor nacional ou internacional ?”.
Nem me dei ao trabalho de responder, visto que as prateleiras estavam inundadas de “pagodes de trilhas sonoras de novelas”, “funks” e outras “pérolas”.
Senti uma imensa saudade da “Modern Sound”, loja onde você encontrava de “tudo” e os vendedores conheciam do assunto.
Mas, para aqueles que não sabem, reproduzo uma parte do texto existente no Wikipédia:
“Heitor Villa-Lobos (Rio de Janeiro, 5 de março de 1887 – Rio de Janeiro, 17 de novembro de 1959) foi um maestro e compositor brasileiro. Destaca-se por ter sido o principal responsável pela descoberta de uma linguagem peculiarmente brasileira em música, sendo considerado o maior expoente da música do modernismo no Brasil, compondo obras que enaltecem o espírito nacionalista, ao qual incorpora elementos das canções folclóricas, populares e indígenas.”
Pesquisando pela internet, vi que nosso Maestro ainda desperta interesse e tem suas obras executadas por diversos países, como você pode ver no vídeo do “Recital do Duo Santoro (Paulo e Ricardo Santoro, violoncelos) e Ana Letícia Barros (percussão) em Santo Domingo, Capital da República Dominicana – Teatro Nacional Eduardo Brito” , interpretando “Trenzinho Caipira” :
Trenzinho Caipira é uma composição de Heitor Villa-Lobos e parte integrante da peça Bachianas Brasileiras nº 2. A obra se caracteriza por imitar o movimento de uma locomotiva com os instrumentos da orquestra.
Anos depois, a melodia recebeu letra composta por Ferreira Gullar.
Vejam o grupo Boca Livre interpretando um medley de “Trenzinho do Caipira” e “Correnteza” (de Antônio Carlos Jobim / Luiz Bonfá):
Quanto ao presente para meu amigo, felizmente encontrei em outra loja.