Azymuth na Suíça

Azymuth Essa apresentação é bem recente.

Dia 22/02/2015, na Suíça.

O grupo Azymuth, em sua tournée pela Europa, fez uma bela apresentação no Jazzclub Rorschach.

Comemorando seus 40 Anos de Estrada, o Azymuth, mais uma vez, leva o talento brasileiro para os palcos europeus.

Vejam uma parte desse belo show :

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Tá todo mundo louco

Silvio Brito Hoje vamos postar um grande sucesso de Silvio Brito.

O seu primeiro sucesso, “Tá todo mundo louco, foi lançado no Programa Silvio Santos. Tinha uma letra longa, na qual ele já se antecipava e dizia que poderiam achar a canção parecida com a de Raul Seixas (estava se referindo a canção Ouro de Tolo).

Outro sucesso no estilo “louco”, que passou a ser sua marca registrada, foi “Pare o Mundo que eu quero Descer”.

Vejam o vídeo :

Ao longo de sua carreira, teve três milhões e meio de discos vendidos.

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A Festa e suas respostas

Festa de Arromba No ano de 1965, Erasmo Carlos lançava seu single “Festa de Arromba”, composição sua com o parceiro Roberto Carlos.

Na canção Erasmo e Roberto homenageavam seus vários colegas da Jovem Guarda, citando seus nomes.

A música foi um sucesso nacional, a exemplo de outras canções da dupla.

Relembrem :

Doze anos mais tarde, em 1977, Rita Lee, numa parceria com Paulo Coelho, lançou “Arrombou a Festa”.

A música ironizava e brincava com artistas que faziam parte da então MPB, em uma clara resposta ao sucesso de Erasmo.

O bom-humor de Rita nessa música não agradou muito a classe artística.

Relembrem :

Não deu outra. Já que alguns artistas se mostraram “nada satisfeitos” com o sucesso de Rita, algo teria que ser feito.

A dupla então resolveu botar mais lenha na fogueira.

Lançaram “Arrombou a Festa II”.

Relembrem :

A MPB e suas Histórias.

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As versões e seus sucessos

Ovelha Muitos cantores, especialmente em seus inícios de carreiras, preferem gravar versões de sucessos internacionais, pegando carona nas músicas já conhecidas pelo público. Dessa forma conseguem chegar mais rápido as rádios.

Um desses cantores é o famoso Ovelha.

Ademir Rodrigues de Araújo, mais conhecido como Ovelha (Olinda, 14 de abril de 1955), é um cantor brasileiro. Canta desde pequeno, mas como profissional, a partir de 1973, quando foi descoberto por Luiz Gonzaga, o Rei do Baião. Passou por diversas bandas, sempre cantando como crooner, até conhecer o apresentador Chacrinha, também conhecido como ‘O Velho Guerreiro’, em 1977. Chacrinha passava pelo Recife com sua “Discoteca”, que incluía um show de calouros e Ademir se inscreveu para participar vencendo todos os concorrentes local. Foi nessa época que Chacrinha lhe atribuiu o apelido de Ovelha, devido sua pele ser branquinha e seus cabelos loiros e ondulados lembrarem a lã do animal. Depois disso Ovelha foi para São Paulo participar da final do show de calouros e ganhou em primeiro lugar. Gostou de São Paulo, viu que tinha futuro nela e não voltou mais para Recife. Integrava uma banda de forró chamada Trio Mandacaru quando soube que o apresentador Raul Gil abrira inscrições para o seu show de calouros, Rede Tupi de Televisão. Não perdeu tempo e se inscreveu. Ganhou todas as etapas e como prêmio, um contrato com a Discos Copacabana.

Ao longo de sua carreira, gravou 18 discos, que somaram mais de cinco milhões de cópias vendidas, inclusive em outros países. Ganhou vários discos de ouro e de platina e muitos troféus. Seu mais recente álbum chama-se Ovelha na Mira do Rock, do ano de 2010.

Relembrem “Quero Morar Com Você Na Califórnia”, versão de sua autoria da música “Hotel Califórnia“, sucesso da banda Eagles na década de setenta.

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Um desabafo ou um alerta ?

Sergio Ricardo O texto abaixo foi copiado da página de Sérgio Ricardo no Facebook.

Em tom de desabafo e/ou alerta, fala do triste momento que vive a nossa MPB.

ALERTA AOS CAROS AMIGOS DA MÚSICA

Nem saudosismo nem preconceito. Só uma pequena observação de quem é obrigado, mesmo distante dos meios de comunicação, a ter que ouvir o som que me vem pela janela, lembrando-me a todo o momento da destruição sonora emitida pela favela, ligada 24 horas por dia aos rádios e tvs, massificando o gosto popular, que lamentavelmente, emprenhado pelo costume, já canta e dança um falso Brasil. Mecânico, feio, sem ginga ou balanço, negando suas raízes, a cada acentuação rítmica elementar e hipnótica das ausências de mensagens que se ouve por aí, como a martelar um decreto do sistema, a essa altura, já absorvido, com a intenção de burrificar e alienar a capacidade criativa do povo. O bate-estacas de seu conteúdo, além de despersonalizar os sinais culturais atávicos de nossa cultura musical, outrora imitada e respeitada por todo o mundo, hoje é até recusada pelos animais. Dela, hoje, nem sinais. Cada fração dessa alienação são vinténs a se somarem na fortuna desse império que só visa o lucro, e mais do que isto, limpa o terreno para impor suas diretrizes sociais e políticas. Somos todos americanos e de tal forma já dominados, que quem não usa vocábulos do inglês, não consegue mais articular o português. Indução pura. Modéstia à parte, como compositor posso enumerar as perdas de nossas conquistas, de há muito, gradativamente perdidas, sob uma rígida análise teórica da estrutura da composição musical.

1- Melodia = pobre sem a construção das variantes de células melódicas a surpreender pela beleza de suas alternâncias como a contar uma história com princípio, meio e fim, que caracterizam a riqueza de um tema.
2- Harmonia – Preso a um, dois, ou no máximo três acordes, não embeleza a melodia com surpresas de encadeamento, dando estofo de beleza à ela, ajudando o desenvolvimento orquestral e dar forma particular à obra.
3 – Ritmo – Sempre o mesmo bate estacas limitando e escravizando a correspondência ou diversificação a colorir uma canção. Hipnótica. Primitiva. Repetitiva à exacerbação.
4 – Poema – Palavras ou frases repetitivas, sem conteúdo, muitas vezes de profundo mau gosto, ou pornográficos, como a comentar o obvio ululante, ou sem poesia alguma.

Chamar isto de música popular, no Brasil, é uma acinte à Africanidade e Lusitania rítmica e melódica herdadas de nossos ancestrais, sobre as quais inventamos os choros, os sambas, o frevo, a capoeira, etc. etc. com seus contratempos e riqueza rítmica movendo nosso corpo com nosso balanço próprio, imitado por outros povos, e dando nosso recado nobre e belo. Joguemos no lixo Caymmi, Cartola, J. Gilberto, Pixinguinha, Luis Gonzaga, Noel Rosa, Radamés Gnatalli, Tom Jobim, e tantos outros em detrimento de um bate estacas que nunca sai de moda e nada fala de nossos anseios, sentimentos, fincados na alma de nossa história?

Felizmente há uma juventude de estudiosos e cheia de talento nas periferias dessa imposição dos canalhas da comunicação que andam arriando as calças à determinação de retrocesso dos donos da grana. Mais uma vergonha nacional. Caro colega, não caia nessa esparrela. Vamos retomar nosso processo cultural que anda aos pedaços e enriquece-lo com sua contribuição e talento. Chega de frescura.

Sérgio Ricardo, nome artístico de João Lutfi, (Marília, 18 de junho de 1932) é um diretor de cinema, ator, cantor e compositor brasileiro.

Ao mudar para o Rio de Janeiro em 1952 conseguiu emprego como técnico de som e pianista, substituindo Tom Jobim. Familiarizado com a cidade, que foi o berço da bossa nova, passou a fazer parte do primeiro núcleo de compositores desse movimento musical. Lançou no começo dos anos 60 os LPs Não Gosto Mais de Mim e A Bossa Romântica de Sérgio Ricardo.

Participou do III Festival de Música Popular Brasileira transmitido pela TV Record, quando, num momento antológico, foi vaiado pelo público ao cantar “Beto bom de bola“, e nervoso, quebrou o violão e atirou-o contra a platéia.

Relembrem essa música, injustamente vaiada no festival da Record, que fazia referência a história de Mané Garrincha e de muitos outros jogadores que deixaram se levar pela fama e acabaram na obscuridade.

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Mais nomes de Mulheres na MPB : Jesualda

Solta O Pavao Continuando nossa seleção de músicas da MPB com nome de Mulheres, encontramos essa pérola de Jorge Ben Jor : “Jesualda”. Faixa do álbum Solta O Pavão.

Solta O Pavão é o décimo terceiro álbum de estúdio do cantor brasileiro Jorge Ben Jor, lançado em LP em 1975, e o primeiro a contar com o acompanhamento da banda Admiral Jorge V, além de ser o primeiro no qual Jorge toca guitarra. Nesta época, o artista ainda usava o nome de Jorge Ben.

Jorge Duílio Lima Meneses (Rio de Janeiro, 22 de março de 1945), conhecido como Jorge Ben e Jorge Ben Jor é um guitarrista, cantor e compositor brasileiro. Seu estilo característico possui diversos elementos, entre eles: rock and roll, samba, samba rock (termo que gosta de usar), bossa nova, jazz, maracatu, funk, ska e até mesmo hip hop, com letras que misturam humor e sátira, além de temas esotéricos. A obra de Jorge Ben tem uma importância singular para a música brasileira, por incorporar elementos novos no suingue e na maneira de tocar violão, com características do rock, soul e funk norte-americanos. Além disso, trouxe influências árabes e africanas, oriundas de sua mãe, nascida na Etiópia.

Em 1989, ele mudou o nome artístico de Jorge Ben para Jorge Benjor, logo depois alterado para Jorge Ben Jor. Na época, foi dito que a mudança teria sido provocada pela numerologia, mas o mais plausível é que tenha ocorrido para evitar confusões com o músico americano George Benson, pois Jorge Ben estava começando a se tornar muito conhecido nos Estados Unidos.

 

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