Ainda Penso

Tais Alvarenga Esse é o nome da canção que a cantora, compositora e pianista Tais Alvarenga lançou em seu álbum Coração Só, no ano de 2018.

Tais faz parte de uma nova geração de cantores e compositores da nossa MPB que, espero, vem para melhorar o atual nível de nossa cultura musical.

Pode ser que você ainda não tenha visto a cantora na grande mídia nacional, mas, com certeza, ainda vai ouvir muito as suas canções.

Vale a pena curtir e compartilhar.

Ainda Penso” com Tais Alvarenga.

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Mais uma música com nome de mulher, ou de “Todas”

Lenine O sucesso de hoje foi lançado em 2004 no álbum Lenine in Cité.

Não fala, especificamente, de um nome de mulher, mas sim de “todas”.

O nome da canção é : “Todas Elas Juntas Num Só Ser”.

Uma obra de arte composta por Lenine, que recebeu a indicação de Melhor Canção do Ano de 2004, pelo Prêmio Tim.

Acompanhe a letra, curtindo o belo vídeo.

          • Não canto mais Babete nem Domingas
            Nem Xica nem Tereza de Ben Jor
            Nem Drão nem Flora do baiano Gil
            Nem Ana, nem Luiza do maior
            Já não homenageio Januária
            Joana, Ana, Bárbara de Chico
            Nem Yoko, a nipônica de Lennon
            Nem a cabocla de Tinoco e de Tonico
          • Nem a tigresa nem a Vera Gata
            Nem a branquinha de Caetano
            Nem mesmo a linda flor de Luiz Gonzaga
            Rosinha do sertão pernambucano
            Nem Risoflora, a flor de Chico Science
            Nenhuma continua nos meus planos
            Nem Kátia Flávia, de Fausto Fawcett
            Nem Anna Júlia do Los Hermanos
          • Só você, hoje eu canto só você
            Só você, que eu quero, porque quero
            Por querer
          • Não canto de Melô Pérola Negra
            De Brown e Herbert, nem uma brasileira
            De Ari, nem a baiana nem Maria
            Nem a Iaiá também, nem minha faceira
            De Dorival, nem Dora nem Marina
            Nem a morena de Itapoã
            Divina garota de Ipanema
            Nem Iracema de Adoniran
          • De Jackson do Pandeiro nem Cremilda
            De Michael Jackson nem a Billie Jean
            De Jimi Hendrix nem a doce Angel
            Nem Ângela nem Lígia, de Jobim
            Nem Lia, Lily Braun, nem Beatriz
            Das doze deusas de Edu e Chico
            Até das trinta Leilas de Donato
            E da Layla, de Clapton, eu abdico
          • Só você, canto e toco só você
            Só você que nem você ninguém mais pode haver
          • Nem a namoradinha de um amigo
            E nem a amada amante de Roberto
            E nem Michelle-me-belle, do Beatle Paul
            Nem Isabel, Bebel, de João Gilberto
            Nem B.B., La femme de Serge Gainsbourg
            Nem de Totó na Malafemmena
            Nem a Iaiá de Zeca Pagodinho
            Nem a mulata mulatinha de Lalá
          • E nem a carioca de Vinícius
            E nem a tropicana de Alceu
            E nem a escurinha de Geraldo
            E nem a pastorinha de Noel
            E nem a namorada de Carlinhos
            E nem a superstar do Tremendão
            E nem a malaguenha de Lecuona
            E nem a popozuda do Tigrão
          • Só você, hoje elejo e elogio só você
            Só você, que nem você não há nem quem nem quê
          • De Haroldo Lobo com Wilson Batista
            De Mário Lago e Ataulfo Alves
            Não canto nem Emília nem Amélia
            Nenhuma tem meus ”vivas” e meus ”salves”!
            E nem Angie, do Stone Mick Jagger
            E nem Roxanne, de Sting, do Police
            E nem a mina do mamona Dinho
            E nem as mina pá do mano Xis!
          • Loira de Hervê, Loira do É O Tchan
            Lôra de Gabriel, o Pensador
            Laura de Mercer, Laura de Braguinha
            Laura de Daniel, o trovador
            Ana do Rei e Ana de Djavan
            Ana do outro Rei, o do Baião
            Nenhuma delas hoje cantarei
            Só outra reina no meu coração
          • Só você, rainha aqui é só você
            Só você a musa dentre as musas de A a Z
          • Se um dia me surgisse uma moça dessas
            Que com seus dotes e seus dons
            Inspira parte dos compositores
            Na arte das palavras e dos sons
            Tal como Madallene, de Jacques Brel
            Ou como Madalena de Martinho
            Ou Mabellene, a sixteen de Chuck Berry
            Ou a manequim do tímido Paulinho
          • Ou como de Caymmi, a moça prosa
            E a musa inspiradora Doralice
            Se me surgisse uma moça dessas
            Confesso que eu talvez não resistisse
            Mas veja bem, meu bem, minha querida
            Isso seria só por uma vez
            Uma vez só em toda a minha vida
            Ou talvez duas, mas não mais que três!
          • Só você, mais que tudo é só você
            Só você, as coisas mais queridas você é
          • Você pra mim é o sol da minha noite
            É como a rosa luz de Pixinguinha
            É como a estrela pura aparecida
            A estrela a refulgir do Poetinha
            Você, ó flor, é como a nuvem calma
            No céu da alma de Luiz Vieira
            Você é como a luz do sol da vida
            De Stevie Wonder, ó minha parceira
          • Você é pra mim o meu amor
            Crescendo como mato em campos vastos
            Mais que a Gatinha pra Erasmo Carlos
            Mais que a cigana pra Ronaldo Bastos
            Mais que a divina dama pra Cartola
            Que a Domna pra Ventadorn, Bernart
            Que a Honey Baby para Waly Salomão
            E a Funny Valentine para Lorenz Hart!
          • Só você, mais que tudo e todas, é só você
            Só você, que é todas elas juntas num só ser!

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A Dama do Cassino

Jussara Silveira - 1997 Esse grande hit, um gostoso bolero, composição de Caetano Veloso, foi lançado no álbum de Ney Matogrosso, Quem Não Vive Tem Medo Da Morte, de 1988.

Depois teve a gravação de Jussara Silveira, em 1994, no álbum Elas Cantam Caetano Veloso, de várias intérpretes.

Posteriormente, em 1997, Jussara Silveira lançou em seu próprio álbum.

Maria Bethânia gravou a canção em seu CD Amor Festa Devoção, gravado ao vivo em 2010.

Enfim, uma grande música de um grande compositor: “A Dama do Cassino”.

Como história da música, podemos dizer que Caetano compôs a canção em resposta/intuição ao grande sucesso de Erasmo Carlos, “Sentado a Beira do Caminho”, lançada no formato compacto simples em maio de 1969. Erasmo, inclusive, é citado em um dos versos da canção: “… Eu já fiquei como Erasmo / Sentado à margem das estradas / À espera de uma palavra da boca / Um gesto das mãos …”.

Hoje nós vamos curtir, relembrar e compartilhar Jussara Silveira interpretando esse sucesso.

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Cachaça Mecânica, e sua polêmica

Erasmo Carlos A música de nosso post de hoje foi lançada em um single (compacto simples) de vinil, em 1973.

Gravada por Erasmo Carlos, composição dele e de Roberto Carlos, fez um grande sucesso, nesta nova fase da carreira do cantor.

Na época surgiram críticas a canção, com alegações de que seria plágio de uma composição de Chico Buarque.

Mas, nada foi provado e/ou discutido, muito menos houve processo judicial sobre a questão levantada pela crítica.

Em uma artigo do site Gazeta de Alagoas (para ver o artigo clique aqui), Erasmo Carlos fala sobre a polêmica em torno da canção:

  • Cachaça Mecânica”, pela métrica e pela temática, tem mesmo raízes em “Construção”, do Chico Buarque?
  • Houve uma polêmica muito grande, porque acharam que eu estava plagiando “Construção”. E eu fiquei preocupado com isso, mesmo sabendo que não era plágio. Eu tinha medo de ter feito algo sem querer e alguém pensar que eu havia agido de má-fé. Até o dia em que o próprio Chico falou que não era plágio e tirou um peso das minhas costas.

Bem, polêmica a parte, vale a pena curtir e compartilhar esse grande hit.

No vídeo Erasmo Carlos interpreta a canção com Anna Ratto, faixa do DVD Anna Ratto ao Vivo, lançado em 2015.

A música foi sucesso em vários países, em diversos álbuns internacionais de Erasmo Carlos.

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Relembrando Geni

Geni Triste, chateado e envergonhado com as atuais atitudes dos nossos Poderes Legislativo e Judiciário, me veio a lembrança de uma canção de 40 anos atrás.

Geni e o Zepelim, canção brasileira composta e gravada por Chico Buarque, que fez parte do musical Ópera do Malandro, em 1978.

Como citado no site Wikipédia: “A canção teve tal relevância que o refrão Joga pedra na Geni se transformou numa espécie de bordão, indicando como Geni pessoas ou até mesmo conceitos que, em determinadas circunstâncias políticas, se tornam alvo de execração pública, ainda que de forma transitória ou volátil.

Enfim, vamos recordar essa bela canção.

Como já disse Caetano Veloso : “Podres Poderes”.

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Coisas que eu Sei

DVD Essa é uma música composta por Dudu Falcão.

No vídeo você vai curtir um dueto com Dudu Falcão e Jorge Vercillo interpretando a canção.

A gravação foi feita em um show de Jorge Vercillo no Canecão, Rio de Janeiro, em outubro de 2008, e faz parte do DVD Trem da Minha Vida ao Vivo.

Vale a pena ver, curtir e compartilhar: “Coisas que eu sei”.

Música boa e de qualidade.

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