Mais uma música com nome de mulher: Heloísa

Vinny Essa música foi lançada no álbum Todomundo, do cantor/compositor Vinny, no ano de 1997.

Heloísa, Mexe a Cadeira” é o primeiro single da carreira solo do cantor que estourou nacionalmente.

A canção é uma “dance music eletrônica” e foi uma das mais tocadas nas rádios brasileiras em 1997.

Em uma entrevista, Vinny disse: Quando lancei “Heloísa“, não tinha nada parecido com aquele beat na época. Hoje o mundo mudou, tem a internet, é muito difícil alguma música alcançar aquele sucesso.

A música fez parte da trilha sonora da novela Malhação, da TV Globo.

Em 2008, em uma versão acústica lançada no álbum Vinny – Acústico Circular, a canção foi renomeada para simplesmente “Mexe a Cadeira”.

Vamos relembrar e curtir.

OBS: o interessante é que, em nenhum momento, a letra da música fala o nome Heloísa.

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Outro nome de mulher: Kátia Flávia

Raio X O sucesso de hoje foi composto em um momento em que o país saía da censura do Regime Militar e entravamos na Nova República.

Naquela época temas como sexo, droga e violência começaram a se tornar algo comum.

Kátia Flávia, a Godiva do Irajá” é uma canção do cantor brasileiro Fausto Fawcett, lançada no álbum Fausto Fawcett e os Robôs Efêmeros, em 1987.

Em 1997, a canção foi regravada pela cantora Fernanda Abreu, e incluída em seu álbum Raio X.

Vamos curtir e compartilhar essa canção, na interpretação de Fernanda Abreu.

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Outro nome de mulher: Matilde

Forróçacana Essa gostosa música é um forró lançado em 2002 pelo grupo Forroçacana.

Forroçacana é uma banda de forró brasileira criada no estado do Rio de Janeiro em 1997.

Seus integrantes são: Duani, Chris Mourão, Mará, Cachaça, Marcos Moletta e Marcos.

A canção é “Matilde”, composição de Chris Mourão, Cachaça e Duani.

Vamos curtir e compartilhar.

 

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Sertanejo ou Clássico?

Chrystian & Ralf No vídeo de hoje você vai curtir a dupla Chrystian & Ralf interpretando “Yolanda”.

Chrystian & Ralf é uma dupla sertaneja brasileira, reconhecida como a dupla mais afinada do Brasil.

Chrystian, antes da formação da dupla, cantava em inglês.

Criada em 1982, a dupla se separou em 2000, quando cada um lançou trabalhos individuais.

Porém, em 2001 a dupla voltou, gravando um novo álbum.

A canção interpretada no vídeo é a versão brasileira da original feita pelo cantor/compositor cubano Pablo Milanés em 1970.

A versão, feita por Chico Buarque, faz parte do álbum de Simone, Desejos, de 1984.

Vale a pena curtir e compartilhar.

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Mais uma música com nome de mulher, ou de “Todas”

Lenine O sucesso de hoje foi lançado em 2004 no álbum Lenine in Cité.

Não fala, especificamente, de um nome de mulher, mas sim de “todas”.

O nome da canção é : “Todas Elas Juntas Num Só Ser”.

Uma obra de arte composta por Lenine, que recebeu a indicação de Melhor Canção do Ano de 2004, pelo Prêmio Tim.

Acompanhe a letra, curtindo o belo vídeo.

          • Não canto mais Babete nem Domingas
            Nem Xica nem Tereza de Ben Jor
            Nem Drão nem Flora do baiano Gil
            Nem Ana, nem Luiza do maior
            Já não homenageio Januária
            Joana, Ana, Bárbara de Chico
            Nem Yoko, a nipônica de Lennon
            Nem a cabocla de Tinoco e de Tonico
          • Nem a tigresa nem a Vera Gata
            Nem a branquinha de Caetano
            Nem mesmo a linda flor de Luiz Gonzaga
            Rosinha do sertão pernambucano
            Nem Risoflora, a flor de Chico Science
            Nenhuma continua nos meus planos
            Nem Kátia Flávia, de Fausto Fawcett
            Nem Anna Júlia do Los Hermanos
          • Só você, hoje eu canto só você
            Só você, que eu quero, porque quero
            Por querer
          • Não canto de Melô Pérola Negra
            De Brown e Herbert, nem uma brasileira
            De Ari, nem a baiana nem Maria
            Nem a Iaiá também, nem minha faceira
            De Dorival, nem Dora nem Marina
            Nem a morena de Itapoã
            Divina garota de Ipanema
            Nem Iracema de Adoniran
          • De Jackson do Pandeiro nem Cremilda
            De Michael Jackson nem a Billie Jean
            De Jimi Hendrix nem a doce Angel
            Nem Ângela nem Lígia, de Jobim
            Nem Lia, Lily Braun, nem Beatriz
            Das doze deusas de Edu e Chico
            Até das trinta Leilas de Donato
            E da Layla, de Clapton, eu abdico
          • Só você, canto e toco só você
            Só você que nem você ninguém mais pode haver
          • Nem a namoradinha de um amigo
            E nem a amada amante de Roberto
            E nem Michelle-me-belle, do Beatle Paul
            Nem Isabel, Bebel, de João Gilberto
            Nem B.B., La femme de Serge Gainsbourg
            Nem de Totó na Malafemmena
            Nem a Iaiá de Zeca Pagodinho
            Nem a mulata mulatinha de Lalá
          • E nem a carioca de Vinícius
            E nem a tropicana de Alceu
            E nem a escurinha de Geraldo
            E nem a pastorinha de Noel
            E nem a namorada de Carlinhos
            E nem a superstar do Tremendão
            E nem a malaguenha de Lecuona
            E nem a popozuda do Tigrão
          • Só você, hoje elejo e elogio só você
            Só você, que nem você não há nem quem nem quê
          • De Haroldo Lobo com Wilson Batista
            De Mário Lago e Ataulfo Alves
            Não canto nem Emília nem Amélia
            Nenhuma tem meus ”vivas” e meus ”salves”!
            E nem Angie, do Stone Mick Jagger
            E nem Roxanne, de Sting, do Police
            E nem a mina do mamona Dinho
            E nem as mina pá do mano Xis!
          • Loira de Hervê, Loira do É O Tchan
            Lôra de Gabriel, o Pensador
            Laura de Mercer, Laura de Braguinha
            Laura de Daniel, o trovador
            Ana do Rei e Ana de Djavan
            Ana do outro Rei, o do Baião
            Nenhuma delas hoje cantarei
            Só outra reina no meu coração
          • Só você, rainha aqui é só você
            Só você a musa dentre as musas de A a Z
          • Se um dia me surgisse uma moça dessas
            Que com seus dotes e seus dons
            Inspira parte dos compositores
            Na arte das palavras e dos sons
            Tal como Madallene, de Jacques Brel
            Ou como Madalena de Martinho
            Ou Mabellene, a sixteen de Chuck Berry
            Ou a manequim do tímido Paulinho
          • Ou como de Caymmi, a moça prosa
            E a musa inspiradora Doralice
            Se me surgisse uma moça dessas
            Confesso que eu talvez não resistisse
            Mas veja bem, meu bem, minha querida
            Isso seria só por uma vez
            Uma vez só em toda a minha vida
            Ou talvez duas, mas não mais que três!
          • Só você, mais que tudo é só você
            Só você, as coisas mais queridas você é
          • Você pra mim é o sol da minha noite
            É como a rosa luz de Pixinguinha
            É como a estrela pura aparecida
            A estrela a refulgir do Poetinha
            Você, ó flor, é como a nuvem calma
            No céu da alma de Luiz Vieira
            Você é como a luz do sol da vida
            De Stevie Wonder, ó minha parceira
          • Você é pra mim o meu amor
            Crescendo como mato em campos vastos
            Mais que a Gatinha pra Erasmo Carlos
            Mais que a cigana pra Ronaldo Bastos
            Mais que a divina dama pra Cartola
            Que a Domna pra Ventadorn, Bernart
            Que a Honey Baby para Waly Salomão
            E a Funny Valentine para Lorenz Hart!
          • Só você, mais que tudo e todas, é só você
            Só você, que é todas elas juntas num só ser!

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A história de mais uma música com nome de mulher: Tereza da Praia

Dick e Lucio Esse grande sucesso, composto em 1954 por Tom Jobim e Billy Blanco, foi lançado pelo famoso e saudoso dueto: Dick Farney e Lúcio Alves.

A canção “Tereza da Praia” fala sobre dois homens que disputam uma mesma garota que conheceram no Leblon (bairro da Zona Sul do Rio de Janeiro).

Conta-se que, na época, existia uma rivalidade entre Dick Farney e Lúcio Alves e, então, os compositores da canção insistiram para que os dois cantassem juntos, a fim de promover a pacificação.

Foi Tom quem procurou Billy com a idéia de uma música que reunisse Dick e Lúcio, que o público supunha inimigos pessoais.

O nome de Tereza, foi escolhido por Billy Blanco, e era também o nome da mulher de Tom.

Sobre essa coincidência, de ser a então mulher de Tom Jobim homônima da personagem, Billy Blanco esclarece em seu livro ‘Tirando de Letra‘: “Lamento desapontar críticos, jornalistas e boateiros: Tereza da praia é figura absolutamente fictícia”.

A música foi o primeiro grande sucesso de Tom Jobim e Billy Blanco.

Vamos curtir e compartilhar esse sucesso, em sua gravação original.

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