Muitos acreditam que Tom Jobim escreveu a canção especialmente para Sylvia Telles, cantora brasileira cujo apelido era Dindi.
Mas, a verdadeira história é esta :
“Dindi”, ao contrário do que pensam muitas pessoas, não foi composta para Sylvinha Telles, nem para pessoa alguma. Era o nome de um lugar próximo a Petrópolis. Havia uma fazenda que chama-se “Dirindi” de onde veio esse nome em diminutivo. Essa história, que muitos já conheciam, foi confirmada por Helena Jobim, irmã do compositor em seu livro.
“Ele via o rio passar, roncando nas pedras, as águas espumaradas. Aquele ruído o apaziguava. Na outra margem, começava o pasto que ia dar no morro do Dirindi. ‘Dindi’ não era, como muitos pensavam, um nome de mulher. Mas sim toda aquela vasta natureza e seus segredos”, narra Helena Jobim, irmã de Tom, no livro “Antônio Carlos Jobim, Um Homem Iluminado” [Ed. Nova Fronteira].
Nome proveniente do latim domna, uma forma abreviada de domina, que significa “senhora“. A forma do nome Donna em inglês é a mais utilizada.
“Dona” é uma canção da dupla brasileira Sá & Guarabira, mais conhecida pela regravação feita pelo grupo Roupa Nova em seu disco Roupa Nova, de 1985. No mesmo ano a música entrou na trilha sonora da novela Roque Santeiro, da Rede Globo, e se tornou um grande sucesso. A imagem da personagem da Viúva Porcina, interpretada por Regina Duarte, ficou muito associada a canção.
Em 1982, a canção disputou no Festival de Música Popular Brasileira daquele ano.
Foi a segunda canção mais tocada no ano de 1985 nas rádios do Brasil.
Atualmente, em 2014, a gravação do grupo Roupa Nova se torna novamente trilha sonora de uma telenovela da Rede Globo. Desta vez a canção faz parte da trilha da novela Império, do autor Aguinaldo Silva.
Um sucesso de 30 anos atrás que volta com força total.
Uma versão/paródia de Léo Jaime, Leandro Verdeal e Selvagem Big Abreu para “Tell Me Once Again” (de B. Anderson) , da banda brasileira Light Reflections, apesar de ter o título de “Calúnias”, ficou conhecida pelo grande público como “Telma eu não sou gay”.
Virou sucesso em 1983, com o lançamento do álbum “Pois é” de Ney Matogrosso com a participação especial do grupo João Penca e Seus Miquinhos Amestrados.
“Rosa” é uma linda valsa criada por Pixinguinha (Alfredo da Rocha Vianna) em 1917, que teve a letra composta anos depois por Otávio de Souza. A canção tornou-se mais conhecida em 1937, quando foi gravada por Orlando Silva.
Considerado um dos maiores gênios da música popular brasileira e mundial, Pixinguinha revolucionou a maneira de se fazer música no Brasil sob vários aspectos. Como compositor, arranjador e instrumentista, sua atuação foi decisiva nos rumos que a música brasileira tomou. O apelido “Pizindim” vem da infância, era como a avó africana o chamava, querendo dizer “menino bom“.
Mais recentemente, em 1991, a canção foi regravada por Marisa Monte em seu álbum Mais. Ouçam e comprovem: