The Clevers = Os Incríveis

Passeando pela net, achei esse post de 2012 no Blog “Brazilian Rock 1957 –1964”.

Trata-se de um pequeno relato da criação e do sucesso do grupo que tantas lembranças nos trás, através de diversas músicas.

Vejam a postagem:

“The Clevers foi indiscutivelmente a banda de rock instrumental mais popular no início dos anos 60. Foi formada no início de 1963 e conquistou as paradas brasileiras com ‘ El relicário ‘ (uma sempre-viva espanhola escrita por José Padilla, em 1918) tocada como uma reviravolta que foi seguida por ‘ Maria Cristina ‘.
Os Clevers de repente se tornaram a banda mais badalada da cidade, estando constantemente presentes em programas de TV e apresentações ao vivo.
Il tanaccio ‘ foi seu terceiro single de sucesso. Eles gravaram dois álbuns e estavam a caminho de estrelar seu próprio programa de TV quando Rita Pavone, uma famosa roqueira italiana, os convidou para acompanhá-la durante sua turnê brasileira. Foi uma parceria feita no céu. O relacionamento deles foi tão bem-sucedido que o empresário de Pavone os levou para a Itália para acompanhá-la em sua turnê de verão de 1964 .
De volta da Europa no final de 1964, The Clevers teve um desentendimento com Antonio Aguillar , seu empresário, que era dono da marca Clevers e foi obrigado a mudar seu nome para  Os Incríveis .”

Vamos, então, curtir e relembrar o primeiro grande sucesso do conjunto The Clevers, ou será Os Incríveis?

El Relicário” do álbum ENCONTRO COM THE CLEVERS- TWIST.

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A vida é bela

Vamos lá amigos.

Desesperar, jamais… como já dizia a letra de uma canção de Ivan Lins.

Pensando assim, temos que levantar e dar a volta por cima… como falava aquele antigo samba.

Então, para levantar nosso ânimo, vamos postar uma música do grupo Metrô, chamada “A vida é bela lalaiá”, do ano de 2016.

Segundo Wikipédia: “Metrô é uma banda brasileira formada em 1978 sob o nome “A Gota Suspensa” antes de se rebatizar em 1984. Começando como uma banda de rock, mais tarde mudaram para uma direção mais influenciada pela cena new wave, tornando-se um dos grupos mais bem-sucedidos da cena brasileira dos anos 80.”

Vamos curtir e levar a vida com esperança, sem desistir.

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Sem Ilusões

Sim amigos, este é o sentimento de muitos brasileiros neste ano que se inicia.

A esperança, que era uma “marca” do povo brasileiro, foi derrotada por uma tropa de arruaceiros.

Mas, apesar do título, esta é uma linda música de Léo Jaime, gravada em 1983 no seu álbum Phodas “C”. O primeiro disco de Léo após sua saída do João Penca e Seus Miquinhos Amestrados.

O álbum foi vetado em dezembro daquele ano e só liberado em março de 1984.

Chegou lacrado às lojas com a mensagem: “Proibido para menores de 18 anos”.

A canção ‘Sônia‘, um sucesso incluído no disco, foi proibida de tocar nas rádios.

Mas hoje vamos curtir e relembrar “Sem Ilusões”, com Léo Jaime.

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O Tempo Não Para

É amigos, o Cazuza estava certo.

Iniciamos 2023 com uma grande derrota para o povo brasileiro.

Não foi só na Copa do Mundo que saímos perdendo.

Perdemos muito mais dos avanços que conquistamos nos últimos 4 anos.

Nossa liberdade está abalada, nossa democracia atacada.

Enfim, vamos continuar em frente, reagindo o quanto possível.

Cazuza acertou. Preste atenção na letra e veja em que transformaram o nosso Brasil.

O nome da cancão é “O Tempo Não Para”, composta e gravada por Cazuza em outubro de 1988.

Vamos ouvir e compartilhar.

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Odair José volta a cena

Foi com grata satisfação que vi a volta de Odair José ao cenário televisivo e musical.

Completando 52 anos de carreira, o cantor/compositor, conhecido popularmente como “O Terror das Empregadas” e/ou “Bob Dylan do Central do Brasil”, mostra que ainda faz sucesso com suas antigas canções.

Brega, Romântico e Rock Brasileiro são estilos das músicas que Odair compôs e gravou durante sua carreira, muitas regravadas no estilo Sertanejo.

Como todos os jovens da década de 60, Odair era fã do conjunto The Beatles e, em 1972, lançou em seu album Assim Sou Eu… Odair José uma canção de nome “Eu Queria Ser John Lennon”.

Na introdução da música, você vai perceber os acordes iniciais de “Let It Be”, dos The Beatles.

Vamos ouvir, curtir e compartilhar.

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Raul Seixas – Mais uma versão

Hoje vamos relembrar mais uma versão gravada pelo saudoso Raul Seixas.

Trata-se de “Não quero mais andar na contra-mão”, versão da original americana “No No Song”, composta por Hoyt Axton e David Jackson, gravada por Hoyt no ano de 1974.

Em 1975 a música ficou mundialmente conhecida com a gravação de Ringo Starr (ex-baterista dos The Beatles) em um compacto simples.

Em 1988, no álbum A Pedra do Gênesis, Raul Seixas gravou a versão, feita por ele e Lena Coutinho, afirmando que a canção é apenas uma brincadeira, sem nenhuma história pessoal ou propaganda.

Vale a pena ouvir, curtir e compartilhar.

Acompanhe a letra:

“Hoje uma amiga da Colômbia voltou
Riu de mim porque eu não entendi
Do que ela sacou aquele fumo rolou
Dizendo que tão bom eu nunca vi

Eu disse não não não não
Eu já parei de fumar
Cansei de acordar pelo chão
Muito obrigado eu já estou calejado
Não quero mais andar na contramão

Da Bolívia uma outra amiga chegou
Riu de mim porque eu não entendi
Quis me empurrar um saco daquele pó
Dizendo que tão puro eu nunca vi

Eu disse não não não não
Eu já parei de ‘hunfz
Cansei de acordar pelo chão
Muito obrigado eu já estou calejado
Não quero mais andar na contra-mão

Titia que morava na Argentina voltou
Riu de mim porque eu não entendi
Me trouxe uma caixa de perfume ê ê
Daquele que não tem mais por aqui

Eu disse não não não não
Não brinco mais carnaval
Cansei de desmaiar no salão
Muito obrigado eu já andei perfumado
Não quero mais andar na contramão”

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