A banda originalmente chamada de Utopia, foi formada em Guarulhos – SP, no ano de 1989. Seu único CD, de nome Mamonas Assassinas, foi gravado e lançado em 1995, quando passaram a assumir esse novo nome para o grupo.
Tragicamente, em um acidente de avião, todos os participantes da banda morreram em Março de 1996.
Um sucesso “meteórico” que durou um pouco mais de um ano.
Mas, com sua irreverência, a banda nos deixou um legado de pérolas do rock nacional, com músicas bem elaboradas e com humor picante.
Vamos curtir e relembrar “Ser Corno Ou Não Ser”.
Os Mamonas Assassinas fizeram cerca de 190 shows em 180 dias.
Teve o disco de estréia mais vendido da história da música brasileira.
Bateu o Recorde Mundial do disco que mais vendeu em menos tempo: 3 milhões de cópias, em menos de um ano.
Como todos sabem, e faz parte de nossa postagem de Julho de 2016 (que você pode rever clicando aqui), “A Minha Menina” é uma canção de Jorge Ben Jor, de 1968, que ficou famosa na gravação do grupo Os Mutantes, em seu álbum daquele mesmo ano.
Anos depois, em 1970, o grupo gravou na França o álbum Tecnicolor, onde a canção ganhou uma versão em inglês com o nome de “She’s My Shoo Shoo“.
Mas, apesar de ter sido gravado em 1970, o álbum só foi lançado no ano 2000.
Além da excelente qualidade das canções, o CD traz na capa a ilustração feita por Sean Lennon (filho de John Lennon).
Vale a pena relembrar, curtir e compartilhar.
Os Mutantes continuam em atividade, porém com uma formação bem diferente da original dos anos 60. Apenas Sérgio Dias se mantem desde o início.
Ontem, para ajudar a passar o tempo dessa “quarentena” em que os chineses nos meteram, fui assistir ao filme do Simonal, o mais novo, lançado neste ano.
Apesar de algumas diferenças com a realidade na época, o filme agrada, mas não dá o devido valor a esse verdadeiro Showman.
Para quem assistiu ao outro filme, “Ninguém sabe o duro que dei”, juntando e mesclando os dois, você pode tirar uma boa impressão da vida desse maravilhoso artista.
A mídia e toda e a classe artística se portaram de forma covarde e preconceituosa, acabando com a carreira do maior cantor que o Brasil já teve.
Mas, vamos de volta a música de nosso post de hoje: “Calypso Rock”. Uma canção de autoria do saudoso Carlos Imperial, que aparece retratado no filme em questão.
O hit, no filme, é cantado pelo ator que interpreta Erasmo Carlos, que na época integrava a banda The Snakes, grupo que também tinha Tim Maia. Aliás, foi durante o tempo desse grupo que Tim ensinou Erasmo a tocar violão.
Vamos curtir e relembrar a gravação original do grupo The Snakes, interpretando “Calypso Rock”, de Carlos Imperial.
O original foi um grande sucesso da banda The Beatles, lançado primeiramente em compacto simples no ano de 1969.
Canção escrita por John Lennon, creditada a Lennon–McCartney, narra eventos associados ao casamento de Lennon com Yoko Ono.
Foi o último compacto simples dos The Beatles no Reino Unido.
O nome da canção: “The Ballad of John and Yoko”.
No Brasil a banda de rock Titãs lançou em seu primeiro álbum, no ano de 1984, a versão feita por Sérgio Britto com o nome de “Balada para John e Yoko“.
Existe outra versão brasileira, gravada pela banda The Fevers, mas achamos essa muito melhor.