Mais um hit dos anos 80

LUA DE  MEL COMO  O DIABO GOSTA Essa música foi lançada no álbum Lua de Mel Como o Diabo Gosta, de Gal Costa, no ano de 1987.

A composição é de Lulu Santos.

O nome da canção: “Arara”.

Um gostoso rock/balanço com uma letra bem simples e natural, nada rebuscado.

Não teve um grande sucesso de execução nas rádios, mas vale a pena ser relembrada.

Com vocês, Gal Gosta, interpretando “Arara”.

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Zapeando a gente encontra sucessos

N Isso todo mundo já sabe: zapeando pelos canais de TV você encontra alguma coisa interessante, ainda que seja bem difícil atualmente.

Pois foi zapeando que, ao passar pela Globo Internacional, deparei com aquele folhetim infeliz chamado Malhação, que para nossa infelicidade já perdura por mais de 23 anos.

Agora, com o sub-título de Toda Forma de Amar, a novelinha continua a mesma coisa, mas, no momento em que zapeava, me deparei com uma bela música de sua trilha sonora.

A canção chama-se “N”, composição de Nando Reis lançada em seu álbum Sim e Não, no ano de 2006.

Nessa atual regravação Nando Reis interpreta a canção acompanhado do duo Anavitória, que você vai poder curtir no vídeo abaixo.

Pelo menos ainda temos boas músicas nas trilhas sonoras de novelas.

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Faroeste Caboclo e suas Histórias

Revelacao Bem, o vídeo abaixo foi publicado no Facebook e achei interessante postar.

Trata-se da versão em ritmo de samba, ou pagode, do grande sucesso do grupo Legião Urbana, escrito por Renato Russo.

Faroeste Caboclo” é uma canção composta em 1979 e lançada pelo grupo Legião Urbana, no álbum Que País É Este 1978/1987, de 1987.

O “samba” do vídeo de hoje, foi gravado especialmente para a radio FM O Dia pelo Grupo Revelação e o Coral de Crianças do Afroreggae.

Achei que ficou bom e muito interessante.

Quanto a história desse grande sucesso de Renato Russo, pesquisamos na internet e encontramos algumas entrevistas que falam sobre o assunto:

Em entrevista concedida em 1995, para o livro Letra, Música e Outras Conversas, Renato Russo explicou como surgiu a música que acabou se transformando em filme:

  • “Faroeste Caboclo” escrevi em duas tardes sem mudar uma vírgula. Foi: ‘Não tinha medo o tal João de Santo Cristo…’ e foi embora. / Eram coisas que mesmo sem querer, sem perceber, já vinha trabalhando há muito tempo e na hora que vai escrever vêm direto. Eu sei porque foi fácil. Ela tem um ritmo muito fácil na língua portuguesa. É em cima da divisão do improviso do repente. / As coisas foram aparecendo por causa das rimas. Se eu falo do professor, ele tem que parar em Salvador. Se fosse outra rima ele ia parar em outro lugar. Basicamente já sabia que tipo de história ia ser. É aquela mitologia do herói, James Dean, rebelde sem causa.

Flávio Lemos, baixista da banda Capital Inicial e ex-colega de banda de Renato Russo no Aborto Elétrico, em entrevista concedida no ano de 2004, diz que a música se refere a uma situação acontecida entre ele e Russo:

  • ”Estava no Rio de Janeiro, na Ilha do Governador, na casa da tia do Renato. Ele gostava de uma prima dele, a Mariana, e eu sabia, mas não rolava nada entre os dois. Fomos viajar para Búzios, a turma toda, menos o Renato. E eu fiquei com a prima dele, transei com ela. Foi a minha primeira vez, eu era virgem. A menina voltou antes pra casa e contou a história pra todo mundo. Quando eu voltei pra Ilha ele já sabia, e considerou aquilo uma traição. Cheguei de madrugada, tinha viajado a noite toda, e ele me acordou bem cedinho, eu estava morrendo de sono. Renato tinha passado a noite inteira escrevendo a música. Ele me disse que eu era o Jeremias, o maconheiro, o sem vergonha. E ele era o Santo Cristo – olha o nome que ele deu a si mesmo! E a prima era a Maria Lúcia. Renato criou um épico com essa história. A gente continuou amigo depois. Pode aparecer alguém que conteste, mas é a mais pura verdade.”

Russo, porém, em entrevista no ano de 1988, disse que a música é completamente fictícia, e explica seu enredo:

  • Veja, um motorista de táxi me disse que era a história do irmão dele. Tem outros que dizem que eu conheci um certo marginal e fiz a música. E não é. A música é completamente fictícia. E é engraçado, porque o João de Santo Cristo é um garoto de classe média e as pessoas, parece, não percebem isso. Ele era filho de fazendeiro e o pai dele foi assassinado. Ele vai para o reformatório porque não tem ninguém para tomar conta dele. Mataram praticamente toda a sua família e, por isso, ele é revoltado.

Então, o que você acha?

Vamos relembrar, curtir e compartilhar.

Segundo o próprio autor, as fontes de inspiração da música foram “Hurricane“, canção de Bob Dylan (1976), que conta a história do boxeador Rubin Carter, e “Domingo no Parque” (1968), de Gilberto Gil.

A música, em sua gravação original, tem duração de 9min e 04seg.

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Uma versão de Erasmo que foi sucesso de Roberto

Roberto Carlos Essa música, feita pelos americanos Bobby Darin e Murray Kaufman, lançada por Bobby Darin em 1958, ganhou uma versão brasileira feita por Erasmo Carlos, em 1963, e lançada, no álbum de mesmo nome, pelo cantor Roberto Carlos.

Trata-se de “Splish Splash”.

O álbum fez um grande sucesso e teve também um outro hit, a canção “Parei na Contra-Mao”, primeira composição da dupla Roberto e Erasmo Carlos.

Esse álbum marca a mudança do estilo de Roberto, da bossa nova e canções românticas para o rock e iê-iê-iê.

Isso tudo antes da Jovem Guarda.

Vale a pena recordar, curtir e compartilhar.

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Sincero

Normal Tem horas que eu me divirto lendo as matérias das revistas e jornais.

Todas distorcem o contexto das falas do Presidente, na clara intenção de tentar colocar a opinião pública contra o governo.

Mas, apesar da forma popular, simples, direta e diferente de se pronunciar, o governante continua falando tudo o que sempre falou, desde o tempo em que era apenas um candidato, e por isso foi eleito. Em perfeita sintonia com a maioria da população.

Tais respostas podem causar espanto para os repórteres, mas, para mim, chamo isso de “sinceridade”. Um coisa pouco vista na política dos últimos tempos.

Dito isso, vou postar um grande sucesso de Lulu Santos, do álbum Normal de 1985: “Sincero”.

Vale a pena ouvir, curtir e compartilhar.

Será que Lulu Santos fez essa música em homenagem ao Mito?

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História da música: Na Rua, Na Chuva, Na Fazenda

Hyldon Apesar de muitos pensarem que se trata de sucesso composto pela banda Kid Abelha, que gravaram para seu álbum no ano de 1996, a canção “Na Rua, Na Chuva, Na Fazenda” é uma composição de Hyldon.

A música é conhecida também por “Casinha de Sapê”.

Hyldon gravou e lançou a música em seu álbum de 1975, com arranjos da super banda Azymuth.

Como história da música, ele conta que na sua juventude, um certo dia, indo visitar a mãe que morava em uma pequena ilha, se encantou com uma bela jovem. Se aproximaram e começaram uma amizade por correspondência, já que a moça morava em Juiz de Fora. Hyldon se apaixonou. Vieram os feriados de Carnaval: ele foi passar no interior do Espirito Santo e a moça (Gioconda é o nome dela) foi com os pais para uma fazenda em uma cidadezinha de Minas Gerais. A pequena cidade tinha, em sua praça central, um pequeno coreto de sapê. E, nesses dias de Carnaval, o tempo era chuvoso. Juntou tudo, além da grande paixão, e compôs esse belo sucesso.

O sucesso foi tema de abertura da novela Amor e Ódio, do SBT, e fez parte da trilha sonora da novela Vira Lata, da TV Globo.

Vale a pena relembrar, curtir e compartilhar.

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