Voltando aos posts, em nova “morada”

Pois bem, cá estamos, agora sediados em Portugal. Nossa nova “morada”, com o sol do Algarve.

E para iniciar nossas postagens de 2022, vamos falar de um envolvimento amoroso do Rei com uma Mulata do Sargentelli.

A notícia se espalhou após uma reportagem do programa Domingo Show, no ano de 2019.

Fátima Gonçalves, uma das famosas mulatas de Oswaldo Sargentelli, contou que teve um romance secreto com o cantor Roberto Carlos entre 1986 e 1988.

Fatinha Biju’, como era conhecida, e que hoje esta com 62 anos, conta que na década de 80 foi eleita a negra mais bonita do Brasil em concurso do programa Cassino do Chacrinha.

A partir daí, foi selecionada para gravar um clipe com o cantor Roberto Carlos.

Fatinha diz: “É a primeira que estou falando isso em rede nacional, nunca quis comentar nada porque não é do meu perfil. Fui selecionada para gravar um clipe com ele [Roberto Carlos] e, durante a gravação, houve uma paquera, troca de olhares. Ele pediu meu telefone e começou a me ligar. Começamos a sair uma semana depois que eu eu gravei o clipe”.

O clipe gravado era da música “Nega”, incluída no álbum de Roberto Carlos de 1986. Assista o vídeo abaixo:

E Fatinha continua: “Foi muito mais do que um affair. Eu era muito nova, eu era uma pessoa muito independente. Meu objetivo nunca foi estar com gente famosa pra me promover. E o Roberto é uma pessoa que toda mulher ele poda, ele me perguntou se eu largaria tudo pra ficar com ele. Foto, show e tudo”.

“Aí eu falei pra ele: ‘Posso te responder depois?’. Ele falou: ‘Se você não quer responder agora é porque já estou recebendo um ‘não’. Aí acabou entre nós. A música “Menina” [1987] foi feita pra mim, foi emocionante ganhar uma música”.

Na época relatada, Roberto era casado com Myrian Rios.

Curta o vídeo da música “Menina”:

Adele Fátima, que também era mulata do Sargentelli na mesma época, declarou: “O Roberto Carlos não resistiu, ela era uma mulher que chamava a atenção. Novinha, cheirando a tinta, como dizia Sargentelli. Os homens ficavam fascinados, enlouquecidos com ela. Uma querida, sempre amiga das outras mulatas”.

Bem, essa “notícia” consta na internet e pode ser acessada clicando aqui.

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Voltando aos posts…. “Dois” em um dueto maravilhoso

Duetos Após um bom tempo ausente de nossas postagens, hoje vamos postar uma bela canção, em um dueto maravilhoso.

A canção chama-se “Dois”, composição de Michael Sullivan e Paulo Ricardo.

A gravação que vamos ouvir faz parte do álbum Duetos, de Michael Sullivan, lançado em 2015, e conta com a participação de Raimundo Fagner.

Vale a pena curtir e compartilhar.

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Mais uma versão nas trilhas de novelas

Fernanda Taka A canção de hoje é uma versão do original composto por Julieta Venegas (cantora/compositora mexicana).

A música chama-se “Doce companhia”, versão em português de “Dulce Compañia”, lançada pela autora no álbum Limón y sal em 2006.

A versão brasileira foi feita pela cantora/compositora Fernanda Takai e lançada em 2014 em seu álbum Na Medida do Impossível.

Regravada por Lucy Alves, a versão fez parte da trilha sonora da novela Orgulho e Paixão, exibida pela TV Globo em 2018.

Particularmente, prefiro a interpretação de Fernanda Takai.

Você pode conferir, curtir e compartilhar.

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Sucesso de Alcione na voz do criador

Michael Sullivan Esse é mais um dos inúmeros sucessos do cantor/compositor Michael Sullivan.

O hit de hoje foi feito pela dupla Michael Sullivan/Paulo Massadas.

Gravada por Alcione em seu álbum Simplesmente Marrom, no ano de 1989, já havia sido incluída na trilha sonora da novela Sassaricando, da TV Globo, no ano de 1987.

No mesmo álbum, além de “Estranha Loucura” que iremos relembrar hoje, Alcione lançava, também, “Nem Morta”, uma outra pérola musical da dupla de compositores.

Hoje vamos curtir a canção na interpretação de Michael Sullivan, com arranjo e teclado de Lincoln Olivetti e participação de membros do grupo Roupa Nova.

A gravação é faixa do álbum Caminhos do Coração, de Michael Sullivan, lançado em 1997.

Para você curtir e compartilhar.

Sempre sucesso.

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A Tia de Roberto

1976 Ainda falando sobre Roberto Carlos, que recentemente completou seus 80 anos de idade, vamos relembrar uma canção gravada no álbum do Rei em 1976.

Era seu décimo sexto álbum de estúdio. Roberto Carlos seguia sua linha romântica.

A canção não é de grande conhecimento do público, não foi tocada nas rádios como outras canções de Roberto, mas fala, um pouco, da história de Roberto, já que, até hoje, não temos uma biografia autorizada por ele para matar nossa curiosidade sobre sua vida.

A música chama-se “Minha Tia”, composição de Roberto Carlos e Erasmo Carlos.

Vamos curtir e compartilhar.

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De Roberto para Agnaldo

Agnaldo Timoteo Há poucos dias perdemos um dos maiores cantores do Brasil.

Agnaldo Timóteo, que começou a carreira incentivado por Ângela Maria, quando era seu motorista particular.

Apesar de uma excelente voz, Timóteo precisava de uma canção que o lançasse no alto da Parada de Sucessos.

Isso aconteceu com a música “Meu Grito”, composição de Roberto Carlos, em 1967. Essa música foi composta por Roberto, sem a participação de Erasmo Carlos.

Segundo o site da Revista Bula: “…Música emblemática. Roberto Carlos jamais a gravou, embora seja das mais significativas para o artista. À época, Roberto Carlos tinha um relacionamento com Cleonice Rossi, mas a lei não permitia casamento para desquitados — a Lei do Divórcio só sairia em 1977. Além disso, Nice era mais velha que RC. Roberto Carlos foi confessional: “Se eu grito todo mundo de repente vai saber (…) só falo bem baixinho, e não conto pra ninguém, pra ninguém saber seu nome. Eu grito só meu bem”. Quem gravou foi Agnaldo Timóteo, o que gerou muitas especulações sobre se a letra falava da homossexualidade do cantor.

A canção foi lançada no álbum Obrigado Querida, de Agnaldo Timóteo, em 1967.

Meu Grito” ficou em primeiro lugar em todas as Paradas do país. Segundo o cantor, a canção consolidou a sua carreira, que precisava de uma música própria e original, diferente das versões que recebia para gravar.

Vamos relembrar e curtir.

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