Hoje vamos recordar a versão de uma bela música dos anos 60, mais precisamente de 1964.
O sucesso internacional foi gravado e lançado pelo conjunto The Beatles, em seu álbum “A Hard Days Night”, incluído na trilha sonora do filme de mesmo nome.
A cancão foi composta por Paul McCartney para a sua namorada Jane Asher, na época, e foi um dos maiores sucessos da banda.
No Brasil, 20 anos depois, o cantor/compositor Roberto Carlos fez uma versão da música e lançou em seu álbum de 1984, com o nome de “Eu Te Amo”.
Neste mesmo álbum, Roberto Carlos gravou uma outra versão: “Caminhoneiro”. Mas isso é coisa para uma outra postagem.
Agora vamos curtir “Eu Te Amo”, com Roberto Carlos.
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Acompanhe a letra:
“Eu Te Amo (And I Love Her)” (John Lennon/ Paul McCartney – versão: Roberto Carlos)
Foi tanto o que eu te amei E não sabia Que pouco a pouco eu, eu te perdia Eu te amo E aquele louco amor Inesquecível Tirar do coração, é impossível Eu te amo Te amei demais Enlouqueci Brigas banais Te perdi O tempo já passou E eu não consigo Calar meu coração e às vezes digo Que te amo Te amei demais Enlouqueci Brigas banais Te perdi O tempo já passou E eu não consigo Calar meu coração e às vezes digo Que te amo Eu te amo Eu te amo Eu te amo Eu te amo Que eu te amo
Foi com grata satisfação que vi a volta de Odair José ao cenário televisivo e musical.
Completando 52 anos de carreira, o cantor/compositor, conhecido popularmente como “O Terror das Empregadas” e/ou “Bob Dylan do Central do Brasil”, mostra que ainda faz sucesso com suas antigas canções.
Brega, Romântico e Rock Brasileiro são estilos das músicas que Odair compôs e gravou durante sua carreira, muitas regravadas no estilo Sertanejo.
Como todos os jovens da década de 60, Odair era fã do conjunto The Beatles e, em 1972, lançou em seu album Assim Sou Eu… Odair José uma canção de nome “Eu Queria Ser John Lennon”.
Na introdução da música, você vai perceber os acordes iniciais de “Let It Be”, dos The Beatles.
Hoje vamos relembrar mais uma versão gravada pelo saudoso Raul Seixas.
Trata-se de “Não quero mais andar na contra-mão”, versão da original americana “No No Song”, composta por Hoyt Axton e David Jackson, gravada por Hoyt no ano de 1974.
Em 1975 a música ficou mundialmente conhecida com a gravação de Ringo Starr (ex-baterista dos The Beatles) em um compacto simples.
Em 1988, no álbum A Pedra do Gênesis, Raul Seixas gravou a versão, feita por ele e Lena Coutinho, afirmando que a canção é apenas uma brincadeira, sem nenhuma história pessoal ou propaganda.
Vale a pena ouvir, curtir e compartilhar.
Acompanhe a letra:
“Hoje uma amiga da Colômbia voltou Riu de mim porque eu não entendi Do que ela sacou aquele fumo rolou Dizendo que tão bom eu nunca vi
Eu disse não não não não Eu já parei de fumar Cansei de acordar pelo chão Muito obrigado eu já estou calejado Não quero mais andar na contramão
Da Bolívia uma outra amiga chegou Riu de mim porque eu não entendi Quis me empurrar um saco daquele pó Dizendo que tão puro eu nunca vi
Eu disse não não não não Eu já parei de ‘hunfz Cansei de acordar pelo chão Muito obrigado eu já estou calejado Não quero mais andar na contra-mão
Titia que morava na Argentina voltou Riu de mim porque eu não entendi Me trouxe uma caixa de perfume ê ê Daquele que não tem mais por aqui
Eu disse não não não não Não brinco mais carnaval Cansei de desmaiar no salão Muito obrigado eu já andei perfumado Não quero mais andar na contramão”
O original foi um grande sucesso da banda The Beatles, lançado primeiramente em compacto simples no ano de 1969.
Canção escrita por John Lennon, creditada a Lennon–McCartney, narra eventos associados ao casamento de Lennon com Yoko Ono.
Foi o último compacto simples dos The Beatles no Reino Unido.
O nome da canção: “The Ballad of John and Yoko”.
No Brasil a banda de rock Titãs lançou em seu primeiro álbum, no ano de 1984, a versão feita por Sérgio Britto com o nome de “Balada para John e Yoko“.
Existe outra versão brasileira, gravada pela banda The Fevers, mas achamos essa muito melhor.