Chuva, por Simonal

Wilson Simonal (1965) | Álbum de Wilson Simonal - LETRAS.COMA postagem de hoje traz um sucesso da MPB lançado em 1965.

Wilson Simonal gravou, em seu álbum daquele ano, “Chuva”, uma belíssima composição de Durval Ferreira e Pedro Camargo.

A lembrança dessa canção foi trazida por nossa amiga Evelyne Bakker.

A gravação da canção contou com a participação de nosso saudoso amigo Bebeto Castilho, com sua magnífica flauta.

Vale a pena curtir e compartilhar. 

A Pilantragem cantada por Brigitte

Lançada e gravada em 1967 por Wilson Simonal (o único homem a não ter sido anistiado no Brasil), composta pelo inesquecível Carlos Imperial, a música “Nem Vem Que Não Tem” teve enorme sucesso.

Após o lançamento em “Compacto Simples“, a música foi incluída no LP Alegria, Alegria !!!, de Wilson Simonal.

Depois, em 1969, foi feita uma versão em francês por Pierre Cour e gravada por Marcel Zanini, ganhando o nome de “Tu Veux ou Tu Veux Pas“. Logo, em 1970, essa mesma versão foi regravada por Brigitte Bardot.

Ou seja, a Pilantragem correu o mundo em versões diferentes do português.

Segundo Wikipédia : “Pilantragem foi um movimento cultural brasileiro ocorrido em fins da década de 1960 liderado por Wilson Simonal e Carlos Imperial. Mais do que um gênero musical a pilantragem foi uma espécie de ideário, uma declaração de (falta de) princípios, um elogio à esperteza, à malandragem. Em outras palavras, a pilantragem era a versão pop e musical do “jeitinho brasileiro“”.

Hoje vamos relembrar e curtir essas duas gravações da canção.

Primeiro como saudoso Wilson Simonal:

Agora, com a grande artista francesa, Brigitte Bardot:

Simonal em Bossa Nova

No ano de 1965 Wilson Simonal gravou, em seu álbum de mesmo nome, um grande sucesso da Bossa Nova.

Trata-se de “Chuva”, composição de Durval Ferreira e Pedro Camargo.

Uma pérola da MPB que não pode faltar na sua play-list.

Vale a pena ouvir, curtir e compartilhar.

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Calypso Rock

The Snakes Ontem, para ajudar a passar o tempo dessa “quarentena” em que os chineses nos meteram, fui assistir ao filme do Simonal, o mais novo, lançado neste ano.

Apesar de algumas diferenças com a realidade na época, o filme agrada, mas não dá o devido valor a esse verdadeiro Showman.

Para quem assistiu ao outro filme, “Ninguém sabe o duro que dei”, juntando e mesclando os dois, você pode tirar uma boa impressão da vida desse maravilhoso artista.

A mídia e toda e a classe artística se portaram de forma covarde e preconceituosa, acabando com a carreira do maior cantor que o Brasil já teve.

Mas, vamos de volta a música de nosso post de hoje: “Calypso Rock”. Uma canção de autoria do saudoso Carlos Imperial, que aparece retratado no filme em questão.

O hit, no filme, é cantado pelo ator que interpreta Erasmo Carlos, que na época integrava a banda The Snakes, grupo que também tinha Tim Maia. Aliás, foi durante o tempo desse grupo que Tim ensinou Erasmo a tocar violão.

Vamos curtir e relembrar a gravação original do grupo The Snakes, interpretando “Calypso Rock”, de Carlos Imperial.

Para assistir ao filme “Simonal”, clique aqui.

Para assistir ao documentário “Ninguém sabe o duro que dei”, clique aqui.

“Sou o único homem a não ter sido anistiado no Brasil”, costumava dizer Wilson Simonal.

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Não Tenho Lágrimas

Disco Este samba foi composto em 1937 por Milton de Oliveira e Max Bulhões, lançado e gravado por Patrício Teixeira.

Conta-se, nos meios musicais, que seria uma composição de Max Bulhões e Wilson Batista.

Milton de Oliveira teria levado a parceria por ter conseguido a gravação, ou seja, mais um caso de “venda de samba”, muito comum na época.

Milton de Oliveira era um tipo de “lobbysta”, que trabalhava para que suas músicas fossem gravadas e executadas nas rádios.

O samba chegou a ser gravado, “em português”, pelo cantor americano Nat King Cole, no ano de 1959.

Mas hoje nós vamos curtir esse sucesso na bela interpretação de Wilson Simonal, gravada no álbum Alegria, Alegria vol. 2, de 1968.

Logicamente, em se tratando de Simonal, o samba ganhou um suingue diferente, nos belos moldes da Pilantragem.

Vale a pena curtir e compartilhar: “Não Tenho Lágrimas”.

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Nem Vem Que Não Tem

SimonalNem Vem Que Não Tem”, composta por Carlos Imperial e gravada por Wilson Simonal, foi lançada no ano de 1967 em um compacto simples, que tinha no lado B uma versão em ritmo de Pilantragem da cantiga de roda “Escravos de Jó”, que já postamos anteriormente (clique aqui para rever).

Na gravação em estúdio pode-se curtir o piano de César Camargo Mariano, que fazia parte do conjunto que acompanhava Simonal, chamado Som Três.

Ainda no mesmo ano de 1967, foi lançada novamente no álbum Alegria, Alegria em gravação ao vivo.

A canção ganhou uma versão francesa, em 1970, e foi gravada por Brigitte Bardot com o titulo de “Tu Veux ou Tu Veux Pas” (veja aqui o vídeo).

Vale a pena curtir e relembrar esse grande momento da Pilantragem, com Wilson Simonal interpretando “Nem Vem Que Não Tem”.

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