Acho que muitos já viram, mas, para os que ainda não conhecem, vamos explicar.
Circula na internet, fortemente no Facebook, uma “Historia da Cachaça”.
O texto, apócrifo, diz:
Antigamente, no Brasil, para se ter melado, os escravos colocavam o caldo da cana-de-açúcar em um tacho e levavam ao fogo. Não podiam parar de mexer até que uma consistência cremosa surgisse. Porém um dia, cansados de tanto mexer e com serviços ainda por terminar, os escravos simplesmente pararam e o melado desandou! O que fazer agora? A saída que encontraram foi guardar o melado longe das vistas do feitor. No dia seguinte, encontraram o melado azedo (fermentado). Não pensaram duas vezes e misturaram o tal melado azedo com o novo e levaram os dois ao fogo. Resultado: o “azedo” do melado antigo era álcool, que aos poucos foi evaporando e formou no teto do engenho umas goteiras que pingavam constantemente, era a cachaça já formada que pingava, por isso o nome (PINGA). Quando a pinga batia nas suas costas marcadas com as chibatadas dos feitores ardia muito, por isso deram o nome de ÁGUA ARDENTE. Caindo em seus rostos e escorrendo até a boca, os escravos perceberam que, com a tal goteira, ficavam alegres e com vontade de dançar. E sempre que queriam ficar alegres repetiam o processo. Hoje, como todos sabem, a AGUARDENTE é símbolo nacional!
Na realidade essa “história” é falsa. A fonte citada ao final do texto, Museu do Homem do Nordeste do Recife, já esclareceu, anos atrás, que isso é mais uma das mentiras que circulam pela rede.
Bem, como podemos ver, a imaginação dessa turma da internet é bem grande.
Mas, para finalizar o nosso post em grande estilo, vamos fazer um Brinde a essa grande Estória, com a canção “Eu Bebo Sim”, de 1973, sucesso na voz de Elizeth Cardoso, resultado de uma parceria da cantora com João do Violão.
No vídeo vocês vão curtir o grupo Golden Boys interpretando o samba.
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Excelente quarteto. O Waldir (não me lembro se era com W ou V), fez CCAA comigo. No Méier. Acho que na Rua Ana Barbosa. Lá pelos anos de 1979. Já faleceu há algum tempo.
Muito boa a história. Mesmo não sendo verdadeira. Abraços.
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